Categoria: Estrogênios Artificiais

O que dizer aos pacientes?

O que dizer aos pacientes? Assim está a pergunta de dois endocrinologistas franceses com reflexões que possam orientarem colegas médicos quando se defrontarem com a questão dos disruptores endócrinos, junto a seus pacientes.

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Solo Envenenado: Glifosato, Risco Subestimado?

Solo envenenado: Glifosato, risco subestimado? Cada vez mais em destaque sua presença na vida de todos os seres do planeta. De plantas a pessoas. É usado com ‘água benta’ em jardins, praças, calçadas, estradas e todos os recantos onde têm um brasileiro ‘caprichoso’.

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Os homens estão menos férteis

Os homens estão menos férteis. Razão? As mudanças no estilo de vida dos homens, que vêm ocorrendo nos últimos anos, reduziram a qualidade e a quantidade de espermatozoides produzidas.

Nota do site: o que mais surpreende é que esta notícia teve a primeira divulgação no mundo, no final dos anos 80, do século passado!! Assim, esta notícia deste médico parece até irônica por estar chegando por esta mídia brasileira que se arvora de ser muito atualizada, quase trinta anos depois!! Mas como temos algumas informações em nosso site que podem colocar o leitor num plano mais real e atual, ai vão, pelo menos, dois links: http://nossofuturoroubado.com.br/saude-agressao-ao-homem-documentario/http://nossofuturoroubado.com.br/homens-em-extincao-documentario-legendado/ ou http://nossofuturoroubado.com.br/homens-em-extincao-documentario-dublado/.

http://veja.abril.com.br/blog/letra-de-medico/os-homens-estao-menos-ferteis-revela-estudo-a-culpa-8230-e-do-estilo-de-vida/

 

 

O resultado é uma queda na sua taxa de fertilidade. Foi isso que comprovou pesquisa feita pelo Fertility Medical Group em um trabalho publicado no International Brazilian Journal of Urology.

O resultado é uma queda na sua taxa de fertilidade. Foi isso que comprovou pesquisa feita pelo Fertility Medical Group em um trabalho publicado no International Brazilian Journal of Urology.

O estudo foi feito com 2.300 homens, em duas épocas: entre os anos 2000 e 2002 e entre 2010 e 2012. Separados por uma década, todos tinham problemas de fertilidade. Os resultados mostraram que, no primeiro período, o número total de espermatozoides no ejaculado caiu de 183 milhões para 82,8 milhões. Também, número de espermatozoides por mililitro de sêmen ejaculado era de 61 milhões caindo para apenas 27 milhões. Uma queda bastante expressiva.

O mesmo ocorreu em relação à sua forma. Do total de espermatozoides contidos em uma ejaculação, apenas uma porcentagem muito pequena é viável, cerca de 4%. Na amostra do primeiro período, a média era de 4,6%. Uma década depois, caiu para 2,7%.

Outro dado da pesquisa que chamou atenção no estudo foi que, há dez anos, o número de homens com oligozoospermia (diminuição do número de espermatozoides) correspondia a 16% dos participantes. Dez anos depois, aumentou para 30%. Já aqueles com azoospermia (sem espermatozoides) cresceu de 5% para 8,5%. Seguramente, os fatores responsáveis por esses números foram o atual estilo de vida e a exposição cada vez mais frequente a ambientes tóxicos.

Mas o que os homens podem fazer para mudar esse quadro? Melhorar a alimentação, fazer exercícios físicos, controlar o peso, evitar ou reduzir o stress, não usar drogas, como o cigarro e o álcool.

Outros fatores que infelizmente parecem não ter solução são: poluição ambiental, contaminação da água, irradiação etc.. Essas situações comprometem a função testicular na produção de espermatozoides.

Portanto, façam a sua parte, melhorando seus hábitos e tendo uma melhor qualidade de vida.

edson-borges

Salta fora de amaciantes de roupas!

05 de maio de 2016

Originalmente publicado no Healthy Child, Healthy World por Megan Boyle e Samara Geller.

Usar amaciantes de roupas soa como se quem fizesse isso não fosse dotado de muita massa encefálica. Estes produtos de lavagem de roupas tão comuns, prometem maciez, roupas cheirando a frescor, livre de estática além de  dobras e rugas, juntamente sem ficarem folgadas e largas.

No entanto, os amaciantes que se usa durante a lavagem bem como os utensílios que são ativados por calor para secagem das roupas, são empregados com uma combinação de substâncias químicas poderosas que poderão danificar tanto nossa saúde como prejudicarem o ambiente além de poluirem o ar, tanto dentro como fora de nossas casas.

A ONG EWG/Environmental Working Group recomenda a exclusão total dos amaciantes de roupas (fabric softeners). Neles estão as piores substâncias químicas de se ver em seu cesto da lavanderia – e o que estiver utilizando em seu lugar.

“Quats”

Os compostos de amônio quaternário fazem com que as roupas pareçam macias e utilizáveis logo após a lavagem. No entanto, eles estimulam a asma e podem ser tóxicos para nossos sistemas reprodutivos.

Observa os ingredientes e os websites dos produtos quanto a estes componentes: cloreto de diestearil dimetil amônio, Cloreto de dietil-éster-dimetil-amônio, variações de sulfato hidroxietil metil amônio metil ou termos vagos como “agentes biodegradáveis de amaciantes de roupas” e “surfactante catiônico”. Rejeitar todos eles.

Fragrâncias/Perfumes

Existem mais de 3.000 ingredientes de fragrâncias em produtos domésticos comuns – e quase todos eles não se sabe o que são.

Nossos amaciantes podem conter: ftalatos (phthalates) que fixam e dissipam o aroma; odor a almíscar sintético como os galaxolides (nt.: também conhecidos como musk 50 ou HHCB) que se bioacumulam em nosso organismo; além de muitos outros produtos sintéticos. Misturas de fragrâncias podem causar alergias, irritações de pele como dermatites, dificuldade de respirar e danos potenciais em nossos aparelhos reprodutivos. Pesquisa (research) indica que aromas também causam irritações quando circulam pelos espaços exteriores, especialmente para asmáticos e outras pessoas com sensibilidade a substâncias químicas em geral. Vê que não vele a pena o uso disso aí.

Conservantes e Corantes

Como fragrância, os termos “conservantes” e “corantes/colorantes” ou “pigmentos” presentes como um ingrediente nos rótulos podem estar se referindo a grande número de substâncias químicas. A maioria dos conservantes em amaciantes são preocupantes incluindo o metilisotiazolinona (methylisothiazolinone), um potente alergênico de pele, além do glutaral (glutaral), conhecido por provocar tanto asma como alergias de pele. Glutaral (ou glutaraldeído) é também tóxico à vida marinha. Entre os corantes artificiais, o D&C violet 2 vem sendo conectado ao câncer. Outros podem conter impurezas que podem gerar câncer.

Por isso saltar fora de amaciantes e condicionares de roupas em quaisquer de suas formas – ‘pellets’, cristais, barras ou pacotes de dose individual. Não se notará nenhuma diferença.

Ou, em vez disso, podemos tentar estas ideias:

  • Adicionar metade de um copo de vinagre branco destilado na máquina de lavar durante o processo. Não se preocupar com o seu cheiro já que não permanece nas roupas;
  • Se não estivermos numa lavagem compartilhada, seque com uma máquina somente com nossas roupas dentro. (Para reduzir a estática, não sequemos no máximo.). O sistema de uso de mecanismos internos de secagem não só contêm uma variedade de produtos químicos, como alguns dos tipos usados para secador e os tipos de poliéster empregados, não são reutilizáveis, criando assim desperdícios extras desnecessários.
  • Experimentemos o processo de secagem com bolas 100% de lã. Fabricantes destas bolas sólidas de feltro de lã, ou de feltro envolvidas em torno de um núcleo de fibra, dizem que tanto a lã em si como a lanolina natural presente na lã, têm a capacidade de amolecerem a roupa e reduzirem a estática. Geralmente as esferas são seguras para a pele sensível dos bebês, levantando e separando também as roupas dentro do secador, reduzindo o tempo de secagem, proporcionando uma poupança de energia. Podemos comprá-las prontas ou fazermos nossas próprias bolas (ready-made balls) com lã ou mesmo fios de lã. Procure versões sem aromas e sempre termos uma postura desconfiada a respeito dos óleos essenciais. Alguns podem causar reações alérgicas após apenas alguns contatos.

Tradução livre de Luiz Jacques Saldanha, novembro de 2016.