Exposição precoce ao bisfenol A danifica esmalte dos dentes.
Pesquisadores do INSERM, na França, demonstraram que a exposição precoce ao químico bisfenol A (BPA) pode danificar a saúde dos dentes.
Pesquisadores do INSERM, na França, demonstraram que a exposição precoce ao químico bisfenol A (BPA) pode danificar a saúde dos dentes.
Vídeos como os dois abaixo começam a mostrar situações raras online, levantando questões sobre o que exatamente esta 'pele' com jeito de plástico, encontrada sobre alguns produtos vegetais frescos, pode ser. Deixem-me começar este material dizendo que não tenho a resposta, mas apresentarei algumas teorias aqui.
Medicamentos e suplementos são presumivelmente feitos para nos fazerem sentir melhores e os principais ingredientes muitas vezes o fazem. No entanto, pesquisadores detectaram que certos aditivos plásticos são projetados para liberarem os ingredientes, em nossos sistemas corpóreos, mais lentamente, podendo-nos, no entanto, tornar-nos doentes.
Substâncias químicas encontradas em plásticos, cosméticos e na indústria podem estar alterando nossos organismos, fazendo-nos o mais possível de ficarmos gordos e desenvolverem também a diabetes. Estamos fazendo o que deve ser feito, mas ficamos cada vez mais gordos.
Em seu livro "O século XXI está nos fazendo obesos", a ex-editora do Ecologist, Pat Thomas, detalha a lista completa de substâncias químicas sintéticas industriais de nosso dia-a-dia que reconhecidamente nos encorajam à obesidade.
Uma nova pesquisa em caso de anormalidades neurocomportamentais observadas em lactente e concentrações extremamente altas de bisfenol A (BPA) da mãe de um nenê, sugere uma conexão entre os dois.
Para os cientistas da GENERAL ELECTRIC, no final dos anos 50, o futuro eram os plásticos. Eles sonhavam que com o entendimento científico dos compostos que tinham por base o carbono (ou os chamados compostos orgânicos), especificamente os polímeros como os carboidratos e as proteínas, poderia um dia culminar com a criação da obra prima das máquinas — o "homem sintético".
A quantidade do perigoso Bisfenol A (BPA) que lixivia das garrafas plásticas para as bebidas que elas contêm é dependente da temperatura dos líquidos, de acordo com uma nova pesquisa. Quando garrafas novas e usadas da resina plástica policarbonato foram expostas à água quente fervendo, o Bisfenol A foi liberado 55 vezes mais rápido.
Abaixo estão, uma notícia de jornal sobre a existência de xenoestrogênios, ou disruptores endócrinos, na forma de plastificantes presentes na composição das resinas plásticas, e de uma avaliação, feita pelos organizadores do site, sobre os termos do ofício da Anvisa que está abaixo. Este documento oficial mostra o descompasso entre os conhecimentos mais atualizados e as decisões dos órgãos de saúde pública. Infelizmente, na dúvida, o interesse mercadológico e industrial sempre estão a frente do princípio de precaução a favor dos consumidores.
A decisão da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de proibir a venda e a fabricação de mamadeiras com bisfenol A no Brasil pode ser estendida para outras embalagens de plástico que contenham a substância. O composto é utilizado na fabricação de plásticos.