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Povos indígenas e camponeses alimentam o mundo com menos de um quarto da terra agrícola mundial.

Aqueles que fazem parte das organizações camponesas e indígenas mundo afora e todos aqueles que mantêm alguma proximidade e solidariedade com suas lutas sabem que a falta de terra e a expulsão do campo são hoje processos extremamente graves. Entretanto, um número considerável de especialistas não deixa de assegurar que a maior parte da terra continua nas mãos dos camponeses e indígenas.

“É justo não pagar uma dívida ilegítima e imoral?’, pergunta Nobel da Paz.

“Mais que uma dívida externa, já é uma dívida eterna, matematicamente impagável, por mais que se tenta com um alto custo em vidas humanas e sacrificando o desenvolvimento do país. Nunca pode ser justo que se privilegie o capital financeiro em detrimento da vida dos povos”, escreve Adolfo Pérez Esquivel, em carta dirigida ao juiz Thomas Griesa. A carta do Prêmio Nobel da Paz argentino está publicada no sítio América Latina en Movimiento – ALAI, 27-06-2014. A tradução é de André Langer.

Fabricante de bebidas terá de recolher garrafas PET jogadas no ambiente, decide o STJ.

A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) que responsabilizou a empresa Refrigerantes Imperial S/A pelos danos ambientais decorrentes do descarte de garrafas PET. A Turma não entrou na discussão sobre a existência ou não de responsabilidade da empresa, como ela pretendia, pois o recurso não contestou os fundamentos legais da decisão de segunda instância.

Vila japonesa inicia caça a baleias, exibindo carcaças a alunos da educação infantil.

Para marcar o início da temporada de caça às baleias no Japão, os trabalhadores da cidade costeira de Minamiboso exibiram carcaças de animais capturados a estudantes e moradores, nesta quinta-feira. A demonstração ainda contou com a distribuição de amostras grátis de carne do mamífero frita. O evento acontece anualmente na villa de Wada. Esta edição foi realizada a uma semana do começo oficial da primeira temporada de caça costeira no Japão, desde que o Tribunal Internacional de Justiça interrompeu a ação de um navio baleeiro japonês na Antártida, em março deste ano. Embora ambientalistas condenem a prática, o Japão alega que a carne do animal faz parte de seu patrimônio alimentar.