
Agrofloresta autóctone: Tecnologias indígenas, esplendor e captura
Milênios de cultura nutriram uma relação de sintonia entre ser humano e natureza. É do que mais necessitamos, em meio à crise civilizatória. Mas é ...
Notícia por demais triste! Pessoas jovens com vários tipos de câncer! Será que não dá para se supor de que há muito veneno em nossas vidas que estejam realmente envenenando a sociedade? E o mais intrigante é estarem jovens em proporções cada vez maior sendo atingidos por esses males. Novamente não é compreensível de que há muita violência de contaminantes ambientais que vão se somando e minando desde a fase fetal, as novas gerações? Por que estamos tão omissos e irresponsáveis com nossos descendentes ao permitirmos e pior, não fazendo nada coletivamente contra os assassinos das corporações que parecem não ter filhos e netos, como nós, a quem cuidar?

Milênios de cultura nutriram uma relação de sintonia entre ser humano e natureza. É do que mais necessitamos, em meio à crise civilizatória. Mas é ...

Visão de mundo que privilegia a descolonização de todos os continentes que, há mais de 500 anos, vem sofrendo a arrogância do supremacismo branco, cada ...
Lúcida defesa feita pelo economista grego Yanis Varoufakis onde demonstra como a ideologia do supremacismo branco eurocêntrico se materializa pelo mais vil e cruel capitalismo individualista e totalmente anti-alteridade. Todos são seus meios de manter seu poder econômico que financia uma visão de mundo extravagante e supérflua, através da exploração das diferenças, incentivadas e incrementadas, desde que forneçam o capital para manutenção da fantasia individualista e egocêntrica dos Impérios que continuam sempre Coloniais.
Texto duro ao desnudar a verdadeira ideologia que move o pensamento e o sentimento do supremacismo branco que foi gerado, a partir dos séculos XIV e XV do âmago dos Impérios Coloniais Europeus. Hoje ele está enraizado em etnias diversas em todo o Planeta. Triste porque foi a exacerbação do egocentrismo fundado num individualismo totalmente anticristão, por exemplo, que sempre privilegiou no discurso o reconhecimento da alteridade e dos mais desvalidos. Mas na prática a ação tem sido exatamente o contrário, mesmo com as palavras e os discursos humanitários e inclusivos. Mas essa máscara, para a libertação plena de toda a humanidade, deve cair e o resto da população global com outras humanidades, possa se mostrar e abrirmos outros caminhos para cada um e todos nós.
Realidade que já se mostrava lá pelos anos 80 quando começava a surgir a biotecnologia como a nova face da mesma 'revolução verde' dos anos 50 com toda a 'modernização da agricultura' para, cinicamente, 'acabar com a fome do mundo'. E, em lugar de se buscar valorizar todas as formas de produzir alimentos para todos, o impulso de toda ordem, econômica, política e tecnológica, fixou-se nas monoculturas com imensas propriedade, todas mecanizadas e com somente algumas culturas, predominantemente no que hoje chamamos de 'commodities'. Ou seja, mercadorias que serão transformadas por meia dúzia de corporações da Big Food. No entanto, nunca o alimento virou uma grande fonte de doenças em vez de acabar com a fome. Agora com as mudanças climáticas geradas também pelo agronegócio, a agricultura dos tempos atuais, aquelas 'culturas salvadoras' estão em perigo nunca imaginado. O que fazer quando, como o Brasil, somos, toda a humanidade, escravos dessa nova ditadura do negócio no campo?
Uma longa reflexão sobre como o cristianismo norte americano vem se tornando em uma prática que, conforme o entendimento do autor, se distancia da verdadeira mensagem de Jesus Cristo. Por que essa matéria é interessante de nós brasileiros conhecermos? Porque as novas formas do evangelismo no Brasil demonstra ter as mesmas características citadas no texto. É muito mais um fundamentalismo ideológico que usa a doutrina cristã para outras visões de mundo do que seguir a essência da mensagem deixada por Jesus Cristo, de acordo com as percepções do autor.
O escárnio está escrachado. Somos uma humanidade completamente dispare em termos de conexão entre os concidadãos planetários. Então, haver revoltas e rebeldias entre todos os povos, não pode nos causar estranheza. É urgente que haja uma nova ordem entre os ditos humanos. Essas excrecências político-econômicas são ética e moralmente inaceitáveis. No entanto, como que essa realidade pode ser transformada sem violências e morticínios? Essa é a questão que nos move em todos os sentidos, sejam ecológicos, sejam climáticos, sejam econômico-financeiros e de convivência saudável entre todos nós. Sem dúvida que estamos perdidos e a luz no final do túnel está mais para quimera do que real. Triste humanidade, tão desumana!
Notícia que mostra nas mãos de quem o povo norte americano está. Se Trump está baseado, nessa sua nova gestão, no Projeto 2025 da Heritage Foundation, pode se ver quem faz os verdadeiros bastidores de sua gestão. A extrema direita representada efetivamente por essa fundação e no governo Trump, é importante vermos como essa realidade se espraia pelo Brasil com os adeptos do bolsonarismo e seus asseclas. Olho vivo e muita informação é fundamental para não permitirmos que essa visão de mundo, totalmente paranoica, não respingue entre nós.
Mais uma realidade que nos demonstra, mesmo que não esteja completamente comprovado cientificamente, estarmos sendo constante e permanentemente agredidos por várias moléculas sintéticas que não temos ideia a dimensão de sua agressão efetiva sobre os corpos vivos. Se havia, antes da química sintética, uma vulnerabilidade a agentes vivos, agora estamos nos tornando, cada vez mais, vulneráveis a 'corpos mortos' da química artificial. Talvez os novos tempos da humanidade seja integrar, com todo o conhecimento atual de muitos aspectos da Vida, os fatores vivos para nos manter saudáveis enquanto estivermos no plano existencial. Ao mesmo tempo que devemos, com simplicidade, esquecer e refutar todas as intromissões artificiais que nos agridem por sermos naturais. Esse é nosso humilde ponto de vista.
Importantíssimo o crescente protagonismo dos nossos Povos Originários em todos os fóruns planetários. Temos que reconhecer que esse grande desvelar dos nossos concidadãos no mundo global, teve a efetiva presença, já há algumas décadas, do nosso Decano Originário, Cacique Raoni. Através da ação do cantor inglês Sting, ele passou a ter projeção internacional. E estar nessa conferência em Genebra, sobre a questão do mercúrio demonstra a ampliação dos Povos Originários que não estão defendendo somente sua saúde, mas a de todos nós e do próprio Planeta. Honramos e agradecemos sua ação em favor de todos nós!
Duas resoluções no mínimo imprescindíveis para se acabar com o trânsito de mercúrio no Brasil. Por isso se deveria entrar, se já não se fez, em contato com o maiores produtores globais desse minério. São eles, a China, o México e o Tajiquistão. E quando à exportar para a Alemanha é porque o país tem tecnologia para lidar com o metal e destiná-lo corretamente. Essa ação faz parte da Convenção de Minamata sobre Mercúrio.
Apesar de ser indiscutível que precisamos encontrar outras formas da humanidade se posicionar no Planeta, os supremacistas brancos de todas as origens, continuam a desprezar a Criação, com suas vicissitudes, tentando bajular, prostrar-se e submeter a todos ao seu deus, o dinheiro. Mesmo que isso represente a eliminação de todos, incluindo a eles. Cegos. Não se emocionaram nem se sensibilizaram com toda a presença de tantas outras humanidades que estão mostrando a todos que independente de seus deuses, a vida humana deve estar acima dos interesses fugazes e passageiros do poder do dinheiro. Quando abrirão, mais que os olhos, os corações?