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Plásticos: Esta minúscula tampa de garrafa viajou 1.500 quilômetros. Ela transportou 307 passageiros clandestinos.

Matéria elucidativa de como os fragmentos plásticos podem gerar outras situações inusitadas entre os continentes, através do transporte de organismos que muitas vezes são originários de outros espaços como aqui se constata. Assim essa arrogância de se produzir 'coisas' as quais são desconhecidas à Vida por não terem sido geradas por ela, poderão criar muitos outros efeitos muito além dos que já conhecemos por estarem, as resinas plásticas, como micro e nanoplásticos, completamente inseridos dentro de nossos corpos.

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Plásticos: A Grande Mancha de Lixo do Pacífico está se tornando um bizarro ecossistema flutuante.

Para quem não está familiarizado de como se constatou efetivamente o que eram os plásticos no mundo, foi pela descoberta dessa extravagante 'ilha' que se formou no Pacífico que essa realidade começou a ser do conhecimento da humanidade. Isso foi em 1997 quando um navegador estadunidense, Charles Moore, se viu confrontado com esse 'lixão' em pleno oceano! E assim se constatou que efetivamente as resinas plásticas jamais se decomporão, mas se fragmentarão até os micro e nanoplásticos. Aqui se desvela a tragédia que não sabemos como estancar, nem como resolver. Esse é o legado cruel que estamos legando para o futuro!

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O impasse está posto. O que fazer com essa realidade das moléculas sintéticas. Cada vez fica mais assustador perceber-se que a sociedade, consciente ou inconscientemente, não consegue se desvencilhar delas. Parece que sem elas não existiria vida. No entanto, os dados são irrefutáveis. Ou mudamos nosso vício por esta opção tecnológica ou realmente optaremos, por omissão, negligência e obtusidade pela auto extinção de todas as vidas planetárias.

Plástico: Um oceano sem plástico? É possível

Duas autoridades, uma do Canadá e outra da Espanha, tratando do tema que mobilizou o Dia da Terra, de 2024: os plásticos! E parece que de palavras e boas intenções estamos todos concordes. Ironicamente até nos materiais produzidos pelas arrasadoras transnacionais, as corporações petroagroquímicas, as grandes 'mães' dessas moléculas tão versáteis como venenosas que estão inviabilizando o futuro de todos os seres vivos do planeta. Sim, vamos ficcionalmente concordar que tudo será estancado na produção criminosa e desenfreada de plástico de origem fóssil. Certo! Mas e o que já está 'por aí', como vai se fazer? E o pulsar da 'vida' da sociedade moderna, capitalista cruel e indigna, como viverá sem seu 'dinheirinho' que tudo isso gera e mobiliza globalmente? Só quando mudarmos a ideologia que movimenta a sociedade ocidental, autofágica e excludente, a do supremacismo branco eurocêntrico é que poderemos começar a imaginar que algo poderá ser feito. Caso contrário, no nosso triste e solitário entendimento, tudo ficará como exatamente é agora: palavras, palavras e mais palavras.

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Quando se sabe que isso está acontecendo por lá, imagina-se o que deve estar acontecendo com todo o ambiente na Amazônia/Pantanal e outras regiões como o oeste de SC, com esses criatórios gananciosos e egoístas, devastadores e que nem se preocupam com o resto do mundo! Só um confinamento de vacas de leite no Texas, tinha mais de 18 mil vacas! E explodiu no meio desse ano por causa do metano da merda das vacas, matando todas.

O problema com uma dieta rica em fibra de vidro dos barcos

Incrível como a situação global e atual está difícil e complexa desde a introdução das fibras sintéticas, conhecidas genericamente como 'plásticas'. Aqui sua derivação é a associação com a fibra de vidro que por si, ao se fragmentar, torna-se mais um problema indissolúvel para a saúde de todos os seres, incluindo os humanos. Solução existe, mas reconhecimento individual da transição, não.

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Isso pode ser uma esperança para eliminar a contaminação plástica global... mas chegarão esses microrganismos até os microplásticos, nanoplásticos e as microfibras das roupas sintéticas? Ou isso só é mais uma propaganda, uma 'esperança', para que se continue fazendo tudo o que viemos fazendo até hoje? E poderão chegar onde o plástico age 'positivamente', como aviões, celulares etc. ?