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Globalização: Rabino que se vangloria de demolir casas palestinas acenderá tocha no dia nacional de Israel

Chocante quando se vê como os praticantes da doutrina do sionismo transformaram-se em seres monstruosos. O livro do professor Pappé nos fala que essa mesma violência que mobiliza esse rabino, é demonstrado desde o início do século XX e que vem tendo sequência até os dias de hoje. E veio numa escala que se fortalece, conforme os documentos do seu diário, desde Ben Gurion, Golda Meir, Yizhak Rabin e muitos e muitos outros, até há pouco, considerados próceres e 'fundadores' do Estado de Israel. Mas na verdade foram os cimentadores da prática da doutrina do sionismo. Aterrorizante!

Globalização: Quem são os judeus dissidentes do sionismo

Texto com a apresentação do livro de Berenice Bento, professora da Universidade de Brasília, Dispositivo sionista e seus descontentes: Histórias de pessoas judias antissionistas. Pelo conteúdo pode-se ver que a autora vai às profundezas da questão que hoje, fica cada vez mais clara, sobre a realidade do sionismo que se imiscuiu no direito do povo judeu a uma nação soberana. No entanto, os fundamentos ideológicos e doutrinários desse direito humano e justo, foram tergiversados por uma razão étnica que deturpou e deturpa essa intenção do povo judeu.

Globalização: Antissemitismo – “Com a ‘lei Yadan’, o que está em jogo é o estatuto da memória e a sua relação com o tempo político.”

Matéria muito esclarecedora porque permite que se faça uma comparação muito curiosa. Nesse mesmo tempo que corre esse projeto de lei na França, apresentada por uma mulher, aqui no Brasil ocorre o mesmo. Também com uma deputada, parece que as duas são insuspeitas e tratam da mesma matéria com a mesma origem ideológica. Talvez tenha chegado o tempo de fazermos distinções entre algumas visões de mundo. Temos que entender o que é sionismo e judaísmo, bem como quem é israelita e semita. Há sem dúvida uma confusão, não sabemos claramente se intencional ou não, de misturar-se tudo. Mas com o livro do professor israelita, Ilan Pappé, 'Ethnic Cleaning in Palestine', alguma coisa pode ficar mais claro. Levantamos uma pergunta: podemos identificar alemão com nazismo e italiano com fascismo? Essa mesma dúvida pode ser ampliada para israelita e sionista, entre semita, árabe e judeu, não parece?

Globalização: Tabata Amaral, censura sionista e a legitimação do extermínio

As colocações da articulista a respeito da proposição da deputada federal estão absolutamente em consonância com o livro do professor israelense, Ilan Pappé, 'The Ethnic Cleaning of Palestine', lançado em 2006, quando destaca aspectos que agora a escritora e professora nos traz. E há uma conexão com um pequeno, mas definitivo detalhe que o escritor, filósofo e historiador Mircea Eliade, em seu livro 'O Sagrado e o Profano', nos desvela com relação ao espaço físico da Palestina. Vale a pena nos apropriarmos da história dessa região planetária para entendermos quem é e o que faz, nesse momento da história da humanidade, Benjamim Netanyahu.

Globalização: A economia global precisa parar de ceder aos “desejos frívolos dos ultrarricos”, afirma especialista da ONU.

Um brado que deveria ser não só ouvido, mas acolhido com seu paradigma civilizatório ocidental de 'amor ao próximo'. É um escarnio o que vivemos no mundo do supremacismo branco. A desfaçatez com que os chamados 'ultrarricos' levam suas vidas, é estarrecedor. Que seus corações e mentes sejam tocados pela empatia ao constatarem a miséria que muitos e muitos concidadãos planetários sobrevivem em condições precárias e subumanas.

Globalização: Fala a repórter das lutas do Sul Global

Entrevista que professora da UFRJ nos traz, mesmo que de maneira sucinta, figuras históricas que trouxeram, apesar de haver muito preconceito com relação a muitos delas, outras humanidades que vão muito além do pensamento do supremacismo branco ocidental. Vale a pena conhecermos visões mais ampliadas de figuras históricas da Humanidade.

Globalização: O mundo está trilhando um caminho desastroso em relação à IA, alerta ex-executivo do Google.

Definitivamente estamos vivendo um impasse, conforme o autor dessa matéria, ao tratar sobre IA. As proposições que faz para superar os grandes dramas que a humanidade está em vias de viver, são incrivelmente imensas quando estamos coabitando com os poderosos que dominam essa tecnologia. Se tivermos um pouco de amor ao futuro do que viverão cotidianamente com essa tecnologia, precisamos nos apropriar desses alertas feitos por pessoas que estão imersas nesse mundo, para coletivamente, buscarmos alternativas que não a exclui, mas a democratizem. Sem a população global assenhorada de sua força coletiva, não serão os donos dela que farão. Muito menos os políticos e os tribunais de todo o mundo. Não terão forças para enfrentarem sozinhos esses 'monstros'.

Globalização: Aqueles que mais precisam entender de IA não a entendem.

Texto por demais importante para ser ignorado. O autor, de maneira precisa e direta, nos traz constatações que se tornam estarrecedoras, quando estamos lépidos e faceiros com a IA, porque ingenuamente, como cidadãos comuns, estamos muito longe dos bastidores dos aspectos por ele levantados aqui. Não podemos mais ficar contemplando e, ingenuamente, acreditando somente de que todos teriam boas intenções. Infelizmente neste mundo imerso nesse capitalismo e supremacismo branco, cruéis e egóicos, em honra a nossos descendentes, temos que estar despertos e na espreita.

Globalização: Temo pelo futuro dos sonhos dos jovens em um mundo de inteligência artificial.

Uma matéria cheia de questionamentos feitos por um experiente jornalista inglês quando se defronta com todas as maravilhas e os entraves da IA. Por isso, meio sem ter ainda saídas, se pergunta como viverão as novas gerações com esse tecnologia que, avassaladoramente, está nos fazendo sucumbir aos seus 'encantos'. Mas, não pode deixar de se perguntar de como se viverão os novos habitantes plantários num futuro não muito distante.