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Plástico: Microplásticos descobertos em pênis humanos pela primeira vez

Sendo uma tecnologia originária de uma visão de mundo arrogante e supremacista, típicas da energia masculina tóxica, tanto presente em homens como em mulheres, é muito sintomático que seus efeitos ocorram exatamente sobre seus ícones machistas, o pênis e os testículos. A pergunta que nos fica é: "e agora, José? O que fazer?" Pois esse é o derradeiro impasse da vida tecnocrática, plastificada e sintética que optamos para vivermos nossos dias. Com a desculpa da praticidade, da 'falta de tempo', da 'corrida da vida moderna', fizemos escolhas tanto de produtos de consumo=ultraprocessados, como nas formas de guardar, conservar e transportar todos os nossos itens de consumo e de convivência diária. Ainda só se constata, já que não se fazemos nada. Não porque estejamos imobilizados sem saber o que fazer, mas sim, dramaticamente, não nos movemos por estupidez mesmo. Por estarmos tão anesteciados que nos tornamos impotentes por preguiça, desleixo e irresponsabilidade pelo que estamos não só vivendo em nossos corpos, mas pela herança insolucionável que legamos para quem está vindo depois de nós. Triste fim que optamos dar às nossas vidas, inertes e esterilizadas.

Ecologia: UE aprova de forma definitiva Lei de Restauração da Natureza

Com essa decisão da União Europeia fica bem claro quais são os europeus que seguem a ideologia do supremacismo branco acima não só da própria população da Europa, mas de todo o planeta. Vê-se que por trás das posições contrárias a esse belo e imprescindível passo dado por parte da Comunidade Europeia estão as corporações que não só apoiam como financiam o braço político global do extremismo da direita radical. Essa ideologia está indo contra a própria sobrevivência de todos os seres vivos da Terra, incluindo os seres humanos, simplesmente por dinheiro. Pela apropriação derradeira de todos os bens da humanidade numa ação de pirataria sem igual em nossa história. E é incrível como também se constata, pela movimentação política dos produtores rurais franceses e de outros países, que lá também não há a produção de alimentos. Fica claro que há sim uma atividade contra a vida já que a agricultura deles que agora vira agribusiness/agronegócio 'só' poderá acontecer se for com venenos e com práticas distantes da relação das benesses e da abundância que a natureza pode trazer. É lógico que lá também o negócio é o negócio e nunca a integração com as PANCs europeias. Talvez ninguém tenha conexão com as plantas nativas e alimentícias, além de medicinais, do continente europeu, dentro da concepção da agricultura.

Globalização: Para Ailton Krenak, crise não é só climática, é de uma sociedade ‘estragada’ pela ‘monocultura de tudo’

Como temos defendido em nosso site, muitas, se não todas as mazelas que vivemos em nosso país está na falta de identidade com nossa terra exatamente como ela é. Sempre estamos discordando e agindo, como se nada aqui estivesse de acordo com as expectativas e com as visões de mundo dos eurodescendentes ou mesmo dos invasadores nascidos fora ou aqui mesmo. Percebemos isso desde a divergência e a alteração, com profundas desvastações e destruições, da topografia original, até de que a flora e a fauna estão erradas e por isso devem ser eliminadas, com violência e extermínio, envenenando todos os ecossistemas que esses seres chegam ou invadem. Para o supremacismo branco só existe uma verdade e é aquela que eles pensam que detém. E assim, com esse pensamento expresso em ação, vivemos essa mediocridade e desprezamos toda a riqueza que, de alguma forma o espaço geográfico no planeta que constitui nosso país, recebeu da Mãe Terra. E isso perpassa por seus dogmas e paradigmas políticos, religiosos, étnicos, culturais e humanos. Por isso, agradecemos e honramos esse Ser Coletivo, Ailton Krenak, que desnuda essa nossa pequenez civilizacional. Tornamo-nos assim medíocres e caricatos quando podíamos ser visceral e humanamente todo o imenso manacial de biodiversidade que nos resiste apesar de tudo, em todos os cantos e recantos dessa Nação.

Agrotóxico: Estudo encontra agrotóxicos em alimentos ultraprocessados

É incrível que os ultraprocessados já são um veneno por tudo o que lhes compõem como formulação e aqui é demonstrado que, sem previsão das corporações de alimentos, suas matérias primas são contaminadas com agrotóxicos. Vê-se então o somatório de química sintética que hoje invade no nosso alimento de cada dia, é aterrador. Em contrapartida, podemos sem enhum tipo de prejuízo nutricional, abolirmos e banirmos de nossas vidas, os ultraprocessados e assim a luta seguinte será banirmos e abolirmos o uso de agrotóxicos em nossa alimentação básica. Mas com esse congresso, tanto os deputados federais como os senadores, são provalemente tão criminosos como aquele que pratica o agronegócio e envenena toda a produção agrícola nacional.

Saúde: Alimentos ultraprocessados ​​e saúde gastrointestinal

Se algum dos leitores quiser saber porque nosso site considera todos os humanos envolvidos nas corporações e órgãos públicos responsáveis pelo cuidado com a saúde pública, de verdadeira e conscientemente criminosos, leia o artigo "A Extraordinária ciência de viciar em Junk Food", publicado aqui em nosso site. Observem que foi lançado originalmente pelo New York Times em 1999! Ou seja, há 25 anos! Quantas crianças, adolescentes e adultos, entre esses mulheres grávidas, poderiam ter sido 'poupados' dessa agressão capitalista dessas pessoas que não têm a mínima consideração pelo desconhecimento da maioria da população e que demonstra acreditar tanto na honestidade e seriedade das corporações e seus dirigentes, como das organizações públicas que paga para lhe proteger. Vê-se que o tempo passa, é desvelado o crime, mas nada acontece. Nem do lado institucional, público e privado, nem do lado dos consumidores que vão para forca, sem terem noção para onde vão. E nem têm a curiosidade de questionar o que está aí sendo posto para seu consumo.

Globalização: Ciência burra, idiotas políticos e selvagens morais

Tristemente, uma reflexão um tanto quanto realista e instigante para não dizer intrigante. O que se faz, ao se ler essa análise tão visceral? Talvez a resposta esteja nesses trechos que o Professor nos traz: "Quando o desejo não está de acordo com o julgamento da razão, há uma doença na alma" e "E quando a alma se opõe ao conhecimento, ou à opinião, ou à razão, que são as suas leis naturais, isso eu chamo de loucura". Pode ser que a parte da História que conhecemos, por ter sido escrita e propagada, tena nos furtado tantas e tantas histórias de vida e de existência, de outros seres humanos, que nos legaram, até, pelo menos o século XIX, um mundo natural mais cuidado, mais respeitado e mais sagrado. Só que essas histórias não nos chegaram e nem nos chegam. Basta ver a relação das comunidades interioranas com o campo, na China até a década de 50 e 60. Só como um exemplo dentre outras partes do Planeta que foram aniquiladas e apagadas por uma visão mais materialista e exploradora fundada na crença de que a Terra era ilimitada e os pensamentos prioritários aos sentimentos. Nesses espaços, na sua maioria apagados, existia mais pobreza ou simplicidade? Mais humanidade ou mais ignorância? Mas humildade ou mais ingenuidade? Perguntas sem respostas porque os últimos desses povos estão sendo domesticados e amestrados a serem modernos, gananciosos, individualistas e egóicos já que o divino agora é o que brilha e que nos distancia um do outro. Onde a morte de uns, ou de muitos, está acima da vida de todos.

Globalização: Vale já distribuiu ao menos US$ 208 bilhões a acionistas desde a privatização, em 1997

Esse fato e tantos outros mostram o escárnio que nós mesmos temos por nós quando privatizamos todo um patrimônio que é de todos os habitantes do País e mais ainda de todos do Planeta. É a maior demonstração de que a colonialidade é talvez a grande doença que infecta o coração e a mente de todos nós. Nunca temos competência para a gestão de nossos ativos. Isso é o que é dito para fundamentar as privatizações. Mas a pergunta que deveríamos todos fazer, no nosso modesto entendimento, é: se não temos capacidade de tal eficiência e eficácia, como as tais empresas chegaram onde chegaram a ponto de se tornarem uma 'mercadoria' que interessa aos 'estrangeiros'? Esses, claro, considerados e propagados por nós mesmos de que os competentes, os empreendedores capazes e a quem devemos, reconhecidamente, entregar o patrimônio que foi construído por centenas de milhares, não de estrangeiros, mas de brasileiros. Mas de repente tudo, se for 'daqui', começa a ser desvalorizado, desprezado e achincalhado, ao passo que tudo o que for de 'lá' passa a ser reconhecido, prestigiado e valorizado. E por estarmos, em vários níveis, contaminados e infectados pelo vírus da coloniadade, acreditamos e optamos de que quem é de 'lá', principalmente se forem meus ascendentes, é a quem devemos entregar, pelo bem da Humanidade, esse patrimônio. E assim, por uns 'mil réis', assumem, com pompa e circunstância, já o que os 'daqui' não têm inteligência, cultura, dinamismo e méritos para 'tocar o barco'. E assim, 'a caravana passa e os cães.... mordem' E... nem precisam ladrar, né ladrões?'

Saúde: Alimentos ultraprocessados ​​e saúde gastrointestinal: mordemos mais do que podemos mastigar?

Há exatamente 25 anos que o tema dos ultraprocessados já foi declarado como um problema criado pelas corporações que dominam globalmente tais alimentos, para seus CEOs e executivos e apresentado por seus próprios cientistas. Tudo isso ocorreu em abril de 1999, na cidade de Minneapolis, no estado de Minnesota quando algumas das mais poderosas e fortes corporações, através de seus dirigentes máximos, se reunem para saber, com fundamentação científica, o que estavam fazendo com a humanidade. Alegando que quaisquer mudanças em suas 'receitas nutritivas' iriam queimar suas polpudas 'receitas econômico-financeiras', e assim simplesmente rejeitam os argumentos técnicos e tudo está, e cada vez pior, como se vê hoje em todo o planeta. A sociedade completamente a cabresto e omissa em qualquer ação contrária ao absoluto domínio desse crime corporativo. Delito esse praticado não pelas corporações que são entes impessoais e desprovidos de emoções e sentimentos. Os verdadeiros criminosos são os CEOs, os executivos, os cientistas corporativos, acionistas e outros, de todos os tempos, que foram e são os 'donos' das pessoas jurídicas que produzem esses venenos que assassinam toda sociedade global. Para entender isso é só ler: "A Extraordinária Ciência de Viciar em ‘Junk Food’".

Saúde: ‘Cérebro da menopausa’ é real. Veja como lidar com isso

Dentro do entendimento do nosso site, quanto mais tivermos conhecimentos de como nosso corpo se comporta, já temos uma ciência ocidental que tem essa tendência de esmiuçar toda a natureza, melhor. Ficamos assim com o lado maravilhoso e extraordinário dessa ciência ocidental, podendo escolher aqueles temas que consideramos que melhoram tanto nosso presente como nosso futuro. Sabemos que temos, por ignorância, tido pouco acolhimento com as mulheres que estão, por exemplo, na menopausa. Agora com esse lindo esclarecimento dessa médica, poderemos todos, mulheres e homens, ter mais empatia e amorosidade com essa fase de passagem das mulheres para o patamar das mulheres sábias.

Saúde: Construindo embriões

Dentro do escopo que nos move, onde o roubo do futuro de todos os seres vivos e os que ainda nem nasceram é a essência, o texto deste pesquisador é sumamente importante. Essa ciência do desenvolvimento embrionário, sem dúvida maravilhosa, é fantástica. Agora conhecemos de forma irrefutável de como todos os seres, de uma simples célula evoluem para organismos que os tornam viventes no planeta. No entanto, numa humanidade que tem demonstrado pautar suas reflexões, decisões e ações, em sentimentos desprovidos de uma verdadeira percepção de que somos, os seres humanos, Seres Coletivos, essa joia do conhecimento da humanidade poderá facilmente se transformar em um negócio exatamente como foi, por exemplo, com a produrção de alimentos. De cultura do campo=agricultura, vivemos hoje o inferno destrutivo e disruptivo do Agronegócio=Agronecrócio. Ou seja de cultura virou negócio e daí para 'necrócio' que poderíamos considerar que de campo de produzir alimentos, virou um campo de produzir mortes. E que fique essa informação trazida por esse biólogo mais como um alerta, infelizmente, do que um maravilhamento das habilidades humanas de irem mais fundo do que, talvez, deveriam.