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Globalização: A lealdade morreu no Vale do Silício.

Nesta matéria pode-se observar como um processo que tinha algum idealismo hoje transforma-se numa máquina onde as idiossincrasias dos tecnocratas se explicitam em relação ao poder econômico, à ganância e às expressões egoicas. Sempre lembrar que esse é o cadinho onde as tecnologias que nos envolvem e dominam, são geradas. E levam, obviamente, as vicissitudes dos seres humanos que as compõem.

Globalização: As gigantes da tecnologia sempre planejaram nos viciar.

Reflexão desse experiente jornalista inglês que nos coloca frente a frente com uma realidade quase intangível de nossos dias. Aqui está uma afirmativa de um dos fundadores do facebook que diz, com a maior desfaçatez, que sim, os 'homens' das Big Techs sempre souberam que estavam criando um processo viciante. E ponto final! No exato dia de hoje, 19.02.26, Zuckerberg depôs frente a um tribunal em LA/CA, exatamente sobre esse tema. É evidente que irá contestar seu ex-colega. Mas mesmo que dissesse a verdade, iria adiantar? O processo é diabólico, no sentido de algo que gera separatividade, e dantesco, por ser ainda incontrolável. Assim, a pergunta é: o que fazer se nós, individual e coletivamente, é que sustentamos com o nosso olhar, direto ao coração e a mente, o 'ópio' dessas mídias anti-sociais? Somos nós que devemos nos autoeducar para abdicar. Outro caminho, mesmo com a sua restrição, abrirá as portas do mundo escuro e fugidio do 'proibido'. Não assim que fazemos com os nossos outros vícios?

Globalização: Quem decide o que é “suficiente” para viver uma boa vida?

Uma matéria que nos traz um questionamento por demais fundamental. Algo que não se vê sendo ventilado pela grande mídia nacional. A questão aqui proposta é sobre suficiência. Ou seja, qual o limite do bem viver, com os limites da racionalidade para que todos nós, os habitantes desse planeta, realmente possamos viver hoje com sustentabilidade. Conceito esse que foi apropriado pelas grandes transnacionais para continuarem, ao adjetivarem o desenvolvimento de nossas vidas permita, enganosamente, de forma que continuem fazendo o que sempre fizeram. Sempre sem limites e infinitamente. Mas a grande dúvida é: quem e como se definirá, social e coletivamente, quais são esses limites. Tanto para os indivíduos como para todos os organismos privados e públicos. Essa é a derradeira questão.

Globalização: O que é Destino Manifesto, doutrina citada por Trump que faz EUA se enxergarem como ‘nação escolhida’

Publicamos o presente texto, um ano após a eleição de Trump, para mostrar como neste período, não praticou um estelionato eleitoral. Ele está cumprindo na prática os termos tanto do já conhecido 'Projeto 2025', como o do "Destino Manifesto', quando se consolidou, a partir da metade do século XIX, a ideologia do supremacismo branco eurocêntrico. E daqui para frente, talvez muito dessas duas ideologias, se aprofundarão nas relações dos EUA com o mundo.

Plásticos: Filme feito com apenas 3 ingredientes, provenientes de resíduos alimentares, pode ser ainda melhor do que as embalagens de plástico convencionais?

Matéria que nos mostra como a ciência, com seus inquestionáveis talentos de criatividade, pode sim sair da tragédia, apresentada como inexorável, da dependência, no mundo moderno como está, e da escravidão às resinas plásticas sintéticas. Aqui demonstra como os laboratórios podem buscar alternativas em meios naturais. Claro que aqui não se está discutindo a ideologia do descartável e da visão de ciclo único para aquilo que é industrializado. Mas, mesmo que não esteja, é uma situação comportamental que não pode ser esquecida nem negligenciada.

Relações humanas: CCJ quer imunidade penal cristã para crimes de terrorismo, racismo, tortura e ódio religioso

Independente de quaisquer outros significados, essa aprovação pela CCJ da Câmara de Deputados, abaixo arrolada, mostra o que o supremacismo branco fundado na doutrina do fanatismo religioso e da exclusão pretensiosa, faz-nos retornar os fundamentos da ideologia do "Destino Manifesto", que foi moldado no século XIX, nos EUA. Era fragrante de que existiriam povos eleitos que tinham todo o direito de enxovalhar quaisquer outros fundamentos que não fossem os do evangelismo calvinista que acreditava que os descendentes do ingleses eram o 'povo eleito' por Deus. E daí justificou a invasão do oeste da América do Norte com o etnocídio dos povos originários. E é isso que se vê no fundamentalismo religioso atual no Brasil. Alguns se arvoram de serem os 'únicos' escolhidos por Deus e por isso teriam todos os direitos de execrar os 'infiéis'. Triste arrogância de acreditarem que poderia existir um 'deus' que teria tido o desfrute de escolher alguns dentre seus 'filhos', de serem os únicos 'eleitos'!

Relações humanas: MPF recorre ao TRF1 para garantir proteção integral da Terra Indígena Piripkura (MT) e evitar crimes ambientais

Muito estranha a decisão da Justiça Federal de MT quando não respeita o direito absoluto dessa etnia de querer ficar isolada, sem contato com aqueles que, há mais de 500 anos, estão até hoje ultrajando a decisão desses nossos compatriotas, de darem, de uma forma pacífica e determinada, um basta ao esbulho do supremacismo branco. Talvez se fosse a 'intromissão' de algum dos representantes dos povos originários que entrasse no espaço privado, ou 'furtado'?, por algum eurodescendente, a mesma Justiça do MT, teria o julgado como sendo um invasor. Ou não?

Relações humanas: supremacismo branco na Casa Branca

Matéria que mostra como foram as iniciativas do governo Trump, há seis meses atrás, que está num crescente e que mostra mais um aspecto, mesmo que de forma indireta, a mesma ideologia do 'Destino Manifesto', que surge no século XIX, no EUA, para justificar à perseguição e a devastação, num etnocídio terrível, aos povos originários. Percebe-se que essa visão de mundo está, há mais de um século, aninhado no coração e na mente de muitos e muitos norte americanos eurodescendentes. Quando essa 'doença' psíquica humana se desalojará nos povos das antigas Colônias?

Agrotóxicos: A modernização da regulamentação de agrotóxicos deixa de proteger as pessoas.

Por que esse material sobre a agricultura na Índia nos interessa? Simplesmente porque mostra como há uma consonância global de que o 'negócio' é mais importante do que as vidas, principalmente dos humanos. Ao mesmo tempo, demonstra como há uma certa similitude, como no caso dos 'registros', com a absurda modificação que o atual congresso brasileiro faz com a lei de 1989, sobre os agrotóxicos. Que passarinho verde cantou nos ouvidos dos parlamentares daqui e de lá? Vê-se que a doutrina do agronegócio que se baseia, historicamente, na 'revolução verde' e na 'modernização da agricultura' que veio no pós IIª Guerra, com seus 'insumos modernos'=venenos, adubos solúveis, transgenia, maquinário agrícola, exclusão da produção de alimentos para a 'industrialização' das commodities de exportação, dominou, globalmente, a ex-agricultura. Seja aqui, seja na Índia.