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Parceria com empresas pode prejudicar ambientalismo de ONGs.

Uma pesquisa realizada na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, verificou que parcerias entre Organizações Não Governamentais (ONGs) ambientais e empresas pode alterar a maneira como as ONGs atuam. De acordo com o estudo, o problema dessas parcerias é que as empresas, visando somente o lucro, passam a interferir e a determinar o ambientalismo praticado. “Isso pode ser prejudicial à ideia inicial das ONGs”, analisa a gestora ambiental Helena Lemos dos Reis Magalhães Gomes, autora da dissertação de mestrado Parcerias entre empresas e ONGs e a constituição de um novo sistema de publicidade ambiental: um estudo de caso.

Uma proposta indecente (e vingativa).

"A proposta de lei é indecente porque, além de conceder anistia às propriedades agrícolas desmatadas irregularmente até 2008, premia os empresários que cometeram essas ilegalidades com a valorização de suas terras face às dos vizinhos que obedeceram os limites legais", escreve Leão Serva, jornalista, ex-secretário de Redação da Folha (1988-92), é autor de "Jornalismo e Desinformação" (Editora Senac), em artigo publicado pelo jornal Folha de S. Paulo, 21-04-2012.

“Triunfalismo do agronegócio” ameaça direitos territoriais no país.

Em audiência pública no Senado, nesta segunda (16), representantes do governo, do parlamento, dos movimentos sociais e de entidades de direitos humanos denunciaram a ofensiva das forças reacionárias contra os direitos territoriais assegurados pela Constituição de 1988. Entre eles, está o direito dos remanescentes quilombolas à terra, que será julgado pelo STF, nesta quarta, em função da ação de inconstitucionalidade movida pelo Democratas.

Difícil, mas não há outro caminho.

"Pena que num momento como este nossa presidente da República atribua a "fantasias" as críticas de vários setores à construção de hidrelétricas como Belo Monte e outras amazônicas e diga que essas elucubrações distantes da realidade não serão discutidas na Rio+20. Porque, na sua visão, as críticas partem de quem acredita que o desenvolvimento ocorrerá apenas com energia solar (abundante) e eólica (já a preços competitivos) - até porque, segundo ela, não é possível "estocar vento", escreve Washington Novaes, jornalista, em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, 13-04-2012.

O plástico está na mesa: como o alimento embalado muda o nosso corpo

Manteiga com ignífugo, suco de maçã com nonilfenol, cerveja com dibutiltina, espaguete chinês com poliestireno. E depois, apenas para agradar, pipoca estourando de Teflon... Sabe o quê? Hoje à noite vou fazer um belo prato de plástico. É o mesmo que se render a ler o menu que a indústria alimentar nos serve. Começando, como sempre, pela norte-americana.

Anvisa defende regulação do mercado de agrotóxicos.

O diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Agenor Álvares, defendeu a necessidade de regulação do setor de comércio de agrotóxicos. Dados divulgados pela agência ontem (11) mostram que apenas metade dos registros aprovados pelo órgão para que o produto seja vendido no Brasil resulta em produção e venda de fato.

UHE de de Santa Isabel: Hidrelétrica polêmica é aprovada pelo Ibama após 10 anos.

Os vitoriosos, no dizer de Valor, são os de sempre: Alcoa, BHB Billiton, Camargo Corrêa, Votorantim e – claro! – Vale. Os derrotados também são os de sempre: cerca de 4.800 moradores de oito municípios do Pará (muitos dos quais talvez sejam temporariamente enganados pela falácia do “progresso” e do emprego, até começarem a ver suas terras tomadas e suas casas e roças destruídas), “apenas uma terra indígena” – a Sororó - e duas comunidades quilombolas - Pé de Morro e Projeto Baviera. Os “mediadores”? Ibama e Aneel. E viva o capitalismo e a Rio-20! TP.

Conheça os planos dos dinamarqueses de renunciar à energia fóssil até 2050.

A representante política dinamarquesa Lykke Friis fez questão de deixar uma coisa clara: “Não somos hippies”. Talvez a frase soe um pouco defensiva ao extremo, mas Friis está fazendo a defesa de uma iniciativa ousada: a Dinamarca anunciou que, até o final desta década, produzirá um terço de sua energia a partir de fontes renováveis – poder eólico, principalmente, mas também solar e queima de “biomassa”. Matéria de Paul Moss, do programa World Tonight, da BBC.