Glifosato cancerígeno – Monsanto sabe desde 1981
Glifosato cancerígeno - Monsanto sabe desde 1981. Esta é uma das realidades trazidas pelo Dr. Anthony Samel.
Glifosato cancerígeno - Monsanto sabe desde 1981. Esta é uma das realidades trazidas pelo Dr. Anthony Samel.
Contrariando a lei, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou a liberação de um agrotóxico mais nocivo à saúde do que outros já existentes no mercado com o mesmo princípio ativo e para o mesmo fim. A agência justificou a liberação como sendo um "erro". Afirmou que o produto foi classificado como mais tóxico porque não conseguiu fazer os testes corretamente. Agora, mesmo sem parte dos exames, a Anvisa vai reclassificar o produto como menos nocivo, a fim de regularizá-lo.
Carta aberta de cientistas do mundo aos governos sobre os transgênicos. A preocupação dos seus perigos à biodiversidade, alimentos, saúde humana e animal.
A ocupação irregular de áreas nativas para a criação de búfalos foi um dos principais fatores que provocou o fim do fenômeno da pororoca na bacia do rio Araguari, no extremo Leste do Amapá. Uma reportagem especial da Rede Amazônica no estado mostrou a destruição do ambiente responsável por uma das maiores ondas de água doce do mundo, no encontro do rio com o Oceano Atlântico. O Ministério Público Federal (MPF) apura a responsabilidade dos pecuaristas da região e também do estado em relação ao impacto ambiental, de proporções ainda não calculadas pelos órgãos de conservação.
Em Brasília, cerca de 25 lideranças e professores indígenas dos povos Guarani, Terena e Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, manifestaram-se na tarde dessa segunda-feira (29) na Advocacia-Geral da União (AGU), pela revogação da Portaria 303/2012. Durante o protesto, responsabilizaram o Congresso Nacional, a AGU e o Supremo Tribunal Federal (STF) pela onda de violência contra os povos indígenas no estado.
Em 2015, o processo administrativo que reconheceu o direito do povo Manoki ao seu território tradicional debutou. A identificação da área ocorreu em 2000. Desde 2008, quando a Terra Indígena (TI) Manoki foi demarcada, os indígenas aguardam uma assinatura da presidência da República para ver sua terra homologada, dando segurança jurídica a quem deseja ter condições de usufruir em paz de seu território e também definindo a situação dos não indígenas que exploram parte dos 206 mil hectares de floresta amazônica, no noroeste de Mato Grosso. Indenizar quem ocupou a área de boa-fé no passado, em decorrência de incentivos do próprio governo, é direito defendido também pelos Manoki. Mas, enquanto nada acontece, a situação torna mais complexa a relação entre populações vizinhas que sofrem, no campo, com carências em comum. Os maiores desmatamentos ocorridos nos últimos anos na TI Manoki concentram-se justamente na divisa com o Projeto de Assentamento (PA) Tibagi, no norte da terra indígena.
“Estamos entrando numa era na qual a gente não tem uma consciência mais ampla dos direitos dos povos indígenas. Não existe futuro para o nosso planeta se não se envolverem as populações indígenas”. É quanto afirmou o bispo Mark MacDonald, presidente do World Council of Church (CEC) para a América do Norte e presidente dos bispos indígenas da Comunhão Anglicana no Canadá. “No decurso dos últimos sete anos – explicou – constatei que os povos indígenas no Canadá e, de fato em todo o mundo andaram para a autodeterminação e a atualização dos principais valores dos antepassados. O que é de vital importância é a consciência pública coletiva que os povos indígenas devem atingir com sua autodeterminação. Isto – acrescentou o bispo anglicano – é o aspecto mais importante: aconteça o que acontecer”.
As abelhas não estão se adaptando bem às mudanças climáticas. Em vez de migrarem para o norte para buscarem temperaturas mais clementes, estes insetos cruciais para a polinização estão morrendo, de acordo com um estudo divulgado nesta quinta-feira (9).
Após recobrir com o verde da Mata Atlântica uma antiga fazenda de gado, localizada no interior do estado brasileiro de Minas Gerais, que estava completamente degradada após anos de exploração predatória, o Instituto Terra agora inicia uma nova etapa de sua estratégia de restauração florestal da Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN Fazenda Bulcão, que visa aumentar a biodiversidade da floresta que foi replantada no local.
Inaugurado no final de maio, o Instituto Chão vende produtos orgânicos e artesanais pelo preço do produtor. Mas é muito mais que isso. Eles são uma experiência socioeconômica: querem, entre outras […]