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Após derretimento do gelo no Ártico, 35 mil morsas invadem praia no Alasca.

Morsas do Pacífico que não conseguem encontrar gelo nas águas do Ártico para descansar estão invadindo, em números recordes, uma praia no noroeste do Alasca. Estima-se que 35 mil morsas tenham sido fotografados sábado cerca de 8 km ao norte de Point Lay, de acordo com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês), agência norte-americana.

Ecovias lança E-book sobre aves da Serra do Mar.

Estar dentro da Serra do Mar e se aproximar das aves que a habitam, ouvindo o som e admirando a peculiaridade de cada uma delas, agora já é possível até mesmo sem sair de casa. A Ecovias, em parceria com o Instituto de Biodiversidade, lança o E-book (livro digital) “Aves da Serra do Mar”, disponível a partir de hoje, 6, para download.

Países comemoram a entrada em vigor do Protocolo de Nagoya. O Brasil, não.

Entrou em vigor neste domingo, 12 de outubro, o Protocolo de Nagoya, o acordo internacional que regulamenta o acesso aos recursos genéticos e o compartilhamento de benefícios da biodiversidade. Foi uma vitória e tanto para a Convenção da Biodiversidade Biológica – CDB das Nações Unidas, que está reunida em Pyeongchang, na Coreia do Sul. O anúncio foi bastante comemorado, pois é uma sinalização clara de que os países começam a dar valor à sua biodiversidade. O Brasil, porém, não pode participar da festa.

Relatório aponta perda de biodiversidade e aumento da Pegada Ecológica.

A biodiversidade está diminuindo rapidamente, enquanto a demanda da humanidade sobre a natureza é crescente e insustentável. Populações de espécies no mundo todo diminuíram 52% desde 1970. Precisamos de 1,5 planeta para satisfazer nossa demanda anual por recursos naturais. Esses são apenas alguns dos alertas feitos no Relatório Planeta Vivo 2014, lançado mundialmente hoje pela Rede WWF.

Quando Nos Mudamos de Casa, Nosso Microbioma se Muda Também.

Enquanto digito estas palavras na minha escrivaninha, estou semeando minha casa com bactérias. Ao tocar a mesa, o interruptor da luz, a xícara do café, os micróbios das minhas mãos cobrem estes objetos. Meio desligado vou arrastando meus pés pelo assoalho e deixando micróbios por ai também. Ao coçar minha cabeça, lanço uma nuvem de microrganismos pelo ar. Tu fazes isso também. Todos nós fazemos. Constantemente, demarcamos os lugares onde estamos com estas microscópicas partes de nós mesmos.

As grandes represas e sua relação com a má qualidade da água.

As grandes represas têm um provável impacto negativo na qualidade da água e na biodiversidade, segundo um estudo que investigou e relacionou os dados extraídos de seis mil obras deste tipo em todo o mundo. Os investigadores da International Rivers (IR), uma organização independente com sede nos Estados Unidos, compilaram e compararam os dados de quase seis mil das cerca de 50 mil grandes represas do mundo, nas 50 principais bacias fluviais do planeta.

MMA debate uso da biodiversidade na alimentação.

A 2a Reunião do Comitê Nacional de Coordenação do Projeto “Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade para a Melhoria da Nutrição e do Bem-Estar Humano” começou nesta segunda-feira (1°/9), no Ministério do Meio Ambiente, e será realizada até sábado (6). O encontro tem representantes de cinco ministérios e instituições nacionais e internacionais, para debater a participação do Brasil no projeto mundial para a conservação e aproveitamento de espécies nativas na alimentação.

“As plantas têm neurônios, são seres inteligentes”.

Graças aos nossos amigos do Redes, o programa de Eduard Punset, pesquisadores incansáveis de diversas áreas do conhecimento científico buscam ampliar os limites do saber. Dentre esses que se questionam sobre quem somos e qual papel desempenhamos nesta sopa de universos, descobrimos Mancuso, que nos explica que as plantas, vistas pela câmera rápida, se comportam como se tivessem cérebro: elas têm neurônios, se comunicam mediante sinais químicos, tomam decisões, são altruístas e manipuladoras.