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Química sintética: PFAS em frutos do mar do Maine levantam preocupações com a saúde

Informação por demais preocupante. Se lá no estado mais a nordeste dos EUA, os frutos do mar apresentam esta realidade, como estarão o resto dos animais marinhos de todo o Planeta? Estamos nos auto destruindo sem ter a mínima noção dos que fazemos, em nosso cotidiano, que gera esta situação. Não podemos ser mais omissos e displicentes nem conosco nem com todos os outros seres planetários. E isso só poderá acontecer se nos informarmos. Caso contrário estaremos dando um tiro no pé, sem sabermos que somos nós, os consumidores, que dispersamos estes venenos todo o dia.

Emergência climática: Justiça climática para a Amazônia: reimaginando o REDD+ para soluções lideradas por indígenas

Infelizmente esta interessante proposta de alteração dos conceitos de como se reconhecer a importância da floresta em pé, que somente poderá ser concretizada pelos povos originários que vêm há séculos e séculos convivendo harmoniosamente com a vida, pode estar chegando tarde. Os abutres que seguem a doutrina da colonialidade, nas ex-colônias, que se funda na ideologia do supremacismo branco eurocêntrico, que se nutre do capitalismo indigno e cruel, já contaminou, através das ditaduras militares em todos os espaços onde os europeus invadiram, os avanços sobre todas as florestas tropicais do planeta. É como se os descendentes dos brancos invasores, de ontem e de hoje, estivessem temerosos pela destruição do atual estágio da humanidade, agora veem que somente os povos originários, com todas as suas visões de mundo, tangível e não-tangível, poderão salvá-los de si mesmos.

Emergência climática: Desmatamento na Amazônia é até 83% menor em locais protegidos por comunidades indígenas

Não há mais como se colocar quaisquer dúvidas de que as terras ancestrais dos povos originários de todos os continentes devem, por direito natural, serem entregues a eles. Percebe-se que os que não aceitam esta realidade incontestável já que foram os brancos europeus que saíram pelos continentes se arvorando de serem os 'donos' das terras 'descobertas', são os verdadeiros responsáveis. E hoje são seus eurodescendentes que repetem o mesmo embuste contra os povos originários aqui no Brasil. Como não se percebe esse direito originário como algo cristalino e inquestionável? Só não acontece isso porque estes invasores de hoje estão dominados pela doutrina da colonialidade, fundada na ideologia do supremacismo branco eurocêntrico! Mas, honrando as lideranças indígenas, já desde Raoni e outros e outras, isso finalmente está límpido. No entanto, precisamos ter vivido a desastrosa política dos ditadores militares das décadas de 60, 70 e 80 que criaram este catecismo do supremacismo antropocêntrico e etnocida que alfabetizou os embusteiros de agora. Mas eles precisam estar com seus dias contados, sob pena de sua violência levar à uma situação climática que levará o Brasil a ser uma grande savana como são muitas das áreas africanas. Ainda temos tempo, mesmo que pouco.

Emergência climática: O que funcionou para combater as mudanças climáticas? Políticas em que alguém paga pela poluição, descobre estudo

Enquanto o mundo está em chamas, tanto no hemisfério norte como no sul, como no oeste do planeta como no leste, as demonstrações de que algo está se avolumando em termos de efeitos climáticos, os burocratas, cientistas e políticos, ficam de escaramuças e não se chega a lugar nenhum. Mas a Terra não espera nem para. E a população em geral é que sofre e vive os efeitos diretos desta 'embromação'. Porque sempre eles 'pisam em ovos' para não contrariar o poder econômico.

Globalização: A pobreza global cresce à medida que os super-ricos ficam mais ricos mais rapidamente

Síntese e análise do relatório da organização primeiramente inglesa, mas hoje internacional, Oxfam, onde está escrachada a trágica visão de mundo do supremacismo branco eurocêntrico que se concretiza hoje pelas violentas exclusões da maior parte da sociedade global, de uma vida harmônica e saudável. Estes são os frutos das políticas liberais e neoliberais que se desvelaram ao mundo, através das mãos dos governos dos EUA, Ronald Reagan, e da Inglaterra, Margareth Thatcher, nos anos 80. Foram simplesmente os executores de uma decisão político-ideológica tomada pelas corporações que foram se complexando e se aglutinando para serem atualmente, através de seus acionistas, CEOs, cientistas corporativos e todos os nelas envolvidos, os verdadeiros 'donos do mundo'. E nós, a massiva população global, somos os que sustentamos esta criminosa visão de mundo. Afinal, tudo isso existe porque, como consumidores finais, quem compra, usa, dissemina, descarta e amplia seus poderes somos nós quando utilizamos seus produtos, sejam quais forem. Até quando seremos, até pelos nossos votos e opções políticas, ideológicas e de visão de mundo, responsáveis por isso que está aí?

Globalização: As voltas que o capitalismo dá

Aqui nos mostra como esta visão supremacista branca de que os povos originários são 'primitivos', está completamente equivocada. Neste afã do 'desenvolvimentismo' onde devemos sacar até a última gota do que a natureza têm, demonstra como o que se considera bem estar e 'progresso', precisa ser revisto. Será que a sociedade 'moderna', onde também estamos, com toda sua espoliação de tudo e de todos, está realmente trazendo esta proposta fictícia? É o que temos visto nos chamados países desenvolvidos? Ou esta louca obsessão por 'ter' acabou levando estas sociedades a situações de degradação, de egocentrismo, de tristeza, ansiedade, exclusões de todas as formas e que o 'paraíso terrestre' não foi 'alcançado'? Será que não chegou o tempo de revermos nossas crenças sobre as crenças? Quando retomaremos uma relação de sacralidade como os povos primitivos demonstram ter pela Vida, e que não passa só pela materialidade?

Agricultura: Agro é tech, mas não é pop – as polêmicas da produção de algodão no Brasil

Normalmente se privilegia de que a corrupção é algo que intrinsicamente está ligado aos setores públicos. No entanto, não é isso que se tem visto, sem isentar nenhum organismo público, nos textos que temos publicado. Parece que a corrupção nasce no mundo dos negócios e acaba, por seus poderes econômico e político, contaminando todo o tecido social, incluindo as administrações públicas. E quem acaba, na verdade, sendo o grande prejudicado é o consumidor final. Sim, porque somos nós que compramos os produtos ofertados no mercado e se não formos no mínimo, um pouco informados, vamos considerar que o que os 'negócios' oferecem são confiáveis. Assim, nosso primeiro compromisso é deixarmos de ser omissos, crentes e ingênuos. E isso só acontecerá se formos em busca das informações de instituições sérias e responsáveis.

Agricultura: Campo – as transnacionais querem ser “bio”

Um alerta importante para que possamos estar a par do que estas mesmas corporações que vêm praticando tantos e tantos crimes corporativos, querendo agora vestir a roupa de cordeiro. Mesmo que possam ser diferentes em comparação com os malfadados agrotóxicos, a ideia de apropriação de toda a humanidade, é a tônica do projeto delas. E destacamos o que é frisado pelo jornalista, ao analisar o material desta importante organização Grain, quanto ao permanente processo de não admitir a liberdade dos agricultores de serem os donos de suas produções para serem, como é no agronegócio, a produção de alimentos mais um braço de seus impérios. Esperamos que os agricultores, verdadeiros, não se deixem fascinar por mais este embuste das transnacionais.

Química sintética: O que são PFAS? = ‘Forever chemicals’

Material didático e direto que nos explicita o que são os 'forever chemicals'. Pode-se constatar de que indústria já sabia dos efeitos nefastos sobre o sistema nervoso central desde o princípio das suas formulações fluoradas sintéticas. Pelo texto da entrevista do jornalista Christopher Bryson, também hoje publicada, se pode ver muito mais. Esta realidade de ser danoso para as crianças já se sabia desde os anos 50 quando o flúor, um resíduo tóxico da indústria de fertilizante de fósforo causou sérios danos nas suas cercanias. E mais ainda, de seu surgimento nas pesquisas da bomba atômica desde antes da 2ª Guerra Mundial e mesmo ainda nos anos 30, com as siderúrgicas que exploravam o minério da bauxita para a produção de alumínio. E agora fazemos uma pergunta: será que o mesmo não está ocorrendo com as minas de bauxita e sua exploração na região amazônica por corporações norueguesas? O quanto se sabe sobre isso?