Nota de retomada.
Retomamos! Resolvermos retornar ao nosso antigo sistema de compartilhar nossas informações.
Retomamos! Resolvermos retornar ao nosso antigo sistema de compartilhar nossas informações.
O impasse está posto. O que fazer com essa realidade das moléculas sintéticas. Cada vez fica mais assustador perceber-se que a sociedade, consciente ou inconscientemente, não consegue se desvencilhar delas. Parece que sem elas não existiria vida. No entanto, os dados são irrefutáveis. Ou mudamos nosso vício por esta opção tecnológica ou realmente optaremos, por omissão, negligência e obtusidade pela auto extinção de todas as vidas planetárias.
Fazemos questão de ressaltar que novamente o elemento CLORO com carbono forma uma outra molécula terrível. Como viemos ressaltando há muitos anos, os halogênios: cloro, flúor, bromo, mostram como formam moléculas malignas. Para se ter uma ideia mais lúcida, ver o documentário, publicado em nosso website, "Amanhã, seremos todos cretinos?". Nosso website está repleto de informações que viemos, há mais de uma década, compartilhando o que são as moléculas artificiais.
Pelo que constata, os 'patriarcas' estão muito mais conectados com seus 'dinheirinhos' do que com a sobrevivência, não de suas 'bolas', mas de toda a humanidade! Lastimável! Não isso não impede de que cada um de nós, homens e mulheres, possamos agir a cada encontro com algo que tiver 'plástico'. Realmente, na maioria das vezes, é muito fácil dizer não. Não precisa muita coragem para isso, somente responsabilidade cidadã, planetária.
Texto do autor do livro que, em português, recebeu o título de "Terra inabitável", que nos faz perceber que tudo está conectado e entremeado. As opções que a humanidade vem fazendo, sem saber, sem dúvida, em que empreitada estava se metendo, estão nos colocando num dilema atroz. Seguimos consumindo o que o mundo tecnocrático nos traz como bem-viver ou renunciando, porque agora sabemos, o tal progresso que nos está levando para um regresso civilizatório inimaginável? Eis a questão.
Texto que mostra várias situações que comprovam as reflexões feitas pelo inglês George Monbiot em texto publicado ontem, quando nos traz a relação do capitalismo com a democracia a a sobrevivência de nossas vidas.
Sem dúvida que as conexões se interligam quando conhecemos aspectos que aparentemente não estariam mesclados. Ao se ler materiais como esses que publicamos hoje, a entrevista para o IHU e a matéria, de mais de um ano atrás, do The Guardian, teremos condições de entender porque Nosso Futuro -está sendo- Roubado. Esclarecimentos históricos como esses demonstram porque trilhas as Big Corporations sejam da Big Ag, da Big Tech, da Big Plastic, da Big Money e todas as outras, têm navegado em mares tranquilos e impunes, contra nossa saúde física, mental e psicológica. Só assim podemos reconhecer facilmente porque nós, no Brasil, viemos sendo devastados não só por elas, mas por seus nefastos representantes em todas as esferas políticas e públicas. Por isso, reflitamos e invoquemos em cada um, qual caminho poderemos e devemos trilhar para, conjuntamente como sociedade, impedirmos a degradação daqueles que estão vindo depois de nós.
Depoimento que desnuda a verdadeira face caricata daquilo que ironicamente todo o planeta, domesticado e amestrado pelo cinema, pela música, pelo domínio cultural hollywoodiano e disneylandiano, de que o 'american dream' era algo verdadeiramente democrático. Mas, aqui ela é escancarada e até ironizada. Mas o mais importante para toda a humanidade é termos este privilégio de romper a falsa visão de mundo dos EUA com suas pérfidas expressões de um supremacismo branco eurocêntrico cruel, perverso, fundamentalista e de uma ingenuidade estonteante. Agora todo o Planeta sabe quem eles são. Sem tirar nem por.
Reflexão do economista norte americano sobre a realidade brasileira e de como as instituições políticas e da justiça demonstram que não podem se curvar ao autoritarismo do autocrata D.Trump.
Sem dúvida que existem cidadãos planetários que estão compartilhando os caminhos que poderão trazer uma outra maneira de nos humanizarmos.