Trecho do deserto do Atacama vira cemitério tóxico da moda descartável
Mais um foco global que demonstra o desrespeito global onde os problemas nos países ricos não ficam com eles. Simplesmente são terceirizados!
Mais um foco global que demonstra o desrespeito global onde os problemas nos países ricos não ficam com eles. Simplesmente são terceirizados!
Sem dúvida que é uma bela e inteligente decisão da Prefeitura de Jundiaí. Ensinando a biodiversidade na mesa dos estudantes e o abandono da visão excludente e arrogante da agricultura ocidental.
Já que o processo é do 'agronecrócio', a resposta de sua ação está se virando contra ele mesmo. É o suicídio anunciado.
Que maravilha! Essa era a agricultura e o processo de integração ecológica como semi-árido nacional precisa. As soluções estão belamente aí disponíveis para todos, inclusive para os devastadores.
Conforme notícia vinda da Argentina, lá o trigo está sob suspeita, mas aqui? Liberou geral! A auto-violência contra nós mesmos parece ser a tônica brasileira.
Lembra fortemente o ministro Moura Cavalcanti em Estocolmo, 1972, que pedia que os países ricos mandassem suas fábricas poluentes para o Brasil porque nossa poluição era a pobreza. Agora se confirma que a pobreza é mental, emocional e humana presentes e geradas pelas elites, há séculos, e não pelas árvores.
São 500 anos do mesmo tipo de relacionamento de império colonial com as colônias. Só os colonizados poderão romper com esses grilhões.
Demonstração de como a sociedade precisa se apropriar de seu papel de autocuidado sob pena do poder econômico fazer isso por ela.
Mesmo com todos os sinais dramáticos que estamos vivendo, o 'agronecrócio' e toda essa ideologia que assola o pais, continua sua voracidade sobre os ambientes que poderiam impedir a emergência climática.
Se a sociedade não se posicionar o poder econômico se posicionará por ela. Assim tem sido com todos os problemas que envolvem 'agronecrócio' e saúde pública.