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Aumentam as doenças crônicas entre indígenas do Xingu.

Malária, infecções respiratórias e diarreias eram as principais causas de morte no Parque Indígena do Xingu (PIX), no Mato Grosso, em 1965 – época em que a Escola Paulista de Medicina (EPM), atualmente parte da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), passou a responder pela saúde dos povos indígenas que lá vivem.

Agência elogia avanços em Fukushima e considera situação difícil.

Especialistas da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) elogiaram nesta quarta-feira (4) os esforços e os progressos realizados na central nuclear de Fukushima, no Japão, mas também ressaltaram que a situação continua sendo difícil. Dezenove especialistas desta agência da ONU com sede em Viena examinam desde a semana passada os meios empregados pela companhia gestora, Tokyo Electric Power (Tepco), e pelas autoridades no processo de desmantelamento das instalações, arrasadas pelo tsunami de 11 de março de 2011.

Tufões espalham partículas radioativas de Fukushima, diz estudo.

Cientistas advertiram que os tufões que atingem anualmente o Japão estão ajudando a espalhar o material radioativo liberado no desastre da usina nuclear de Fukushima para os cursos d’água do país. Solo contaminado foi lixiviado por fortes ventos e chuva e depositado em rios e riachos, demonstrou um estudo conjunto realizado pelo Laboratório de Ciência Climática e Ambiental francês (LSCE) e pela Universidade Tsukuba, do Japão.

MPF discute riscos de liberação de sementes transgêncicas tolerantes ao herbicida 2,4D.

O Ministério Público Federal realiza, no próximo dia 12 de dezembro, em Brasília, audiência pública para discutir os riscos da liberação para uso comercial de sementes de milho e soja geneticamente modificadas tolerantes ao herbicida 2,4D, utilizado para combater ervas daninhas de folha larga. A decisão do uso comercial cabe à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). O evento ocorrerá Auditório Pedro Jorge I da Escola Superior do Ministério Público da União e é aberto ao público.

Proibidos, falsificados e perigosos, agrotóxicos são vendidos descontroladamente.

A venda descontrolada de agrotóxicos ganhou na internet um novo canal para driblar a lei, dificultando a fiscalização e ampliando o risco à saúde de consumidores e agricultores. A novidade agrava um cenário em que uso exagerado dos químicos na lavoura o consumo cresceu muito acima da área plantada , contaminação da água e dificuldade de identificar eventuais excessos de veneno nos alimentos que chegam à mesa se combinam para elevar o perigo escondido nos alimentos.