Saúde infantil (Pág. 9 de 9)

Da ‘Dose que faz o Veneno’ para o ‘Momento Exato que faz o Veneno’: Conceitualizando o Risco na Era do Sintético.

Para os cientistas da GENERAL ELECTRIC, no final dos anos 50, o futuro eram os plásticos. Eles sonhavam que com o entendimento científico dos compostos que tinham por base o carbono (ou os chamados compostos orgânicos), especificamente os polímeros como os carboidratos e as proteínas, poderia um dia culminar com a criação da obra prima das máquinas — o "homem sintético".

A política dos plásticos: o fazer e o desfazer a “segurança” do Bisfenol A.

O Bisfenol A (BPA), substância química sintética empregada na produção de plástico desde os anos 50, e um conhecido disruptor endócrino, é um componente onipresente tanto no mundo material como na estrutura que compõe o organismo humano. Novas pesquisas sobre exposição ao BPA em doses muitíssimo baixas sugerem uma associação com efeitos adversos de saúde, incluindo cânceres de mama e próstata, obesidade, problemas neurocomportamentais e anormalidades reprodutivas.

Bom para o médico, ruim para o bebê.

Pela primeira vez, os nascimentos por cesariana superam o número de partos normais. Os dados, obtidos por um levantamento do jornal Folha de S.Paulo, mostram que 52% dos nascimentos ocorrem por cesariana. Para Nádia Narchi, uma questão de mercado está prevalecendo sobre a saúde e bem-estar da mulher.

O colchão que causa distúrbios aos nossos hormônios.

A Califórnia tem leis muito restritivas quanto à inflamabilidade para todos os móveis estofados e produtos para cama vendidos no estado quanto a terem retardadores de chamas. A legislação não exige que se empregue os químicos tóxicos PBDEs (éters polibromado difenilos) para se alcançar isso, mas eles são o meio mais barato que os fabricantes encontram para se adequarem aos padrões requeridos.

País banirá bisfenol A de mamadeiras

A partir de 2012, Anvisa quer impedir que a substância - suspeita de causar câncer, diabete e infertilidade - seja ingerida por bebês, os mais sensíveis aos efeitos danosos. A partir de 1.º de janeiro de 2012, as mamadeiras vendidas no Brasil não poderão ter a substância bisfenol A (BPA), suspeita de causar problemas como câncer, diabete e infertilidade.

Sociedade de Endocrinologia aprova proibição de bisfenol-A(BPA) em mamadeiras e defende ampliação para brinquedos

A decisão de proibir a produção e a venda de mamadeiras com bisfenol A na composição foi bem recebida pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, que lidera uma campanha contra o uso da substância. Anunciada no dia 15/9, a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi tomada para proteger a saúde das crianças, apesar de não haver resultados conclusivos sobre o bisfenol.