Criança: Alma do Negócio.
Documentário apoiado pelo Instituto Alana sobre este processo dramático de 'exploração' das crianças como o novo veio do marketing internacional, aqui representado pela realidade brasileira.
Documentário apoiado pelo Instituto Alana sobre este processo dramático de 'exploração' das crianças como o novo veio do marketing internacional, aqui representado pela realidade brasileira.
Crianças americanas sofrem cada vez mais com alergias, e as que vivem em famílias ‘mais cuidadosas’ são especialmente afetadas, segundo um relatório do governo americano.
Nos dias de hoje (nt.: em 2010), uma em cada 110 crianças norteamericanas está diganosticada com autismo. E o primeiro diagnóstico é feito quando ela está na mais tenra idade.
Nossas crianças estão sendo silenciosamente envenenadas por ingerirem bebidas e comidas nocivas. Todas amplamente anunciadas na TV e na internet, de modo a criar hábitos perenes de consumo.
Componentes químicos artificiais presentes no nosso dia a dia podem ter um impacto significativo no sistema hormonal, favorecendo o desenvolvimento de doenças, de problemas de fertilidade e males congênitos, informa um estudo da ONU divulgado nesta terça-feira (19.02.2013).
Um relatório memorável da Environmental Protection Agency/EPA concluiu que crianças expostas a substâncias tóxicas podem desenvolver deficiências de apredizado, asma e outros problemas de saúde, vem sendo indefinidamente posto de lado em meio a uma feroz oposição feita pela indústria química.
Efeitos percebido somente para as obturações que empregam o produto bis-GMA, uma resina derivada do Bisfenol A (BPA).
O efeito das vacinas nas crianças pode ter menor eficácia se interagir com componentes químicos como o teflon, muito utilizado para revestir panelas e embalagens de alimentos. A conclusão é de um estudo divulgado nessa terça-feira pela revista científica Journal of the American Medical Association (Jama).
O México nada faz para controlar o bisfenol A, um dos compostos plásticos com efeitos nocivos para a saúde humana.
Para os cientistas da GENERAL ELECTRIC, no final dos anos 50, o futuro eram os plásticos. Eles sonhavam que com o entendimento científico dos compostos que tinham por base o carbono (ou os chamados compostos orgânicos), especificamente os polímeros como os carboidratos e as proteínas, poderia um dia culminar com a criação da obra prima das máquinas — o "homem sintético".