O “mérito indigenista” de Jair Bolsonaro
Essa 'decisão' do Ministro da Justiça é 'justa' ou cínica?
Essa 'decisão' do Ministro da Justiça é 'justa' ou cínica?
Enquanto o agronegócio destrói todo o país e se vende fábricas públicas de adubos sintéticos nitrogenados, grandes geradores de 'pragas agrícolas' -ver trofobiose-, a ciência está abrindo sua mente, colonizada e colonialista, para a ciênica viva e milenar dos povos originários.
A passagem da ciência para a adicção faz uma correlação muito similar com o poderio de armas passar de 'colecionadores' para o crime organizado. A irresponsabilidade das duas situações é idêntica.
A grande demonstração de que o País pode gerar bem estar da população brasileira e planetária. Para tal as políticas e as pessoas devem abdicar da ideologia do supremacismo branco onde só alguns detêm tudo, em detrimento de todos.
A importância de conhecermos como temos lidado com os povos que vêm há séculos mantendo as florestas porque vivem "A" floresta e não na floresta. Demonstram que ela lhes fornece tudo o que precisam, desde que se sintam seres coletivos, integrados à sacralidade da Vida.
Por que notícia do Canadá e de 6 meses atrás? Porque no Brasil vivemos o mesmo e nem se fala sobre isso. E pior ainda, tem autoridades, no aqui e agora, que pensam que o Brasil deve fazer o que o Canadá historicamente fez!
O século XVI volta não pela mão dos portugueses e espanhóis, mas são seus descendentes, supremacistas brancos, que egoicamente retornam como fantasmas famintos a assombrar e continuar a destruir tanto os povos originários como todo o planeta.
Enquanto o 'agronecrócio', o garimpo ilegal, o desmatamento e tantas e tantas outras loucuras do supremacismo devasta a Amazônia e matam as formas de vida, os povos originários ensinam ecologia em sua prática a favor da Vida.
Disso tudo o que é mais triste é que a Justiça tem que 'educar' os supremacistas de que, assim como não se duvida de que Roma é dos romanos, o chamado solo das Américas é, sem dúvida, dos povos originários. Eles até têm sido condenscendentes em não exigirem toda a "Roma" para eles.
Sem dúvida, importante decisão da cultura do Paraná em trazer à lume um pedaço da história desse continente que vai muito além da tradição europeia que nos domina há mais de 500 anos.