Ética (Pág. 4 de 55)

Globalização: Sonhos da extrema-direita

Uma reflexão sobre o porquê de tantos jovens em várias partes do mundo estão escolhendo movimentos de extrema-direita. Como uma reflexão, abre-nos mais um caminho para repensarmos a intencionalidade dos jovens que acabam vendo nesses movimentos, algo que lhes mobiliza para uma mudança. E nessa ânsia de mudança muitas vezes, pelo que se constata na matéria, talvez não lhes permitam porque caminhos, nos seus aspectos mais profundos, estejam nesse trilhar.

Ecologia: Desmatamento ameaça santuário das árvores gigantes da Amazônia

Incrível como nossa sociedade brasileira não consegue amar o tesouro da humanidade que lhe colocou para ser guardião! Imagino que quem faz isso não deve ter a mínima noção de absolutamente nada. E mais triste é não vermos em todos os estratos sociais, salvo uma parcela, estar-se lutando para essa conscientização de que somos guardiões e não devoradores de paisagens. E pior é vemos muitos que se autoproclamam como cristão seja de direita, direita democrática e mesmo da extrema direita, nunca apoiarem aqueles que incluem todas as formas de vida, dos povos originários a todos os seres, incluindo os não-humanos, como merecedores de viverem como eles. Parece que o dinheiro está num patamar dogmático a quem tudo devemos, inclusive o extermínios de seres notáveis como as 'árvores gigantes' da Amazônia!

Globalização: Algoritmo do X empurra os usuários para a direita

Como já viemos pautando, os 'donos' das mídias das Big Tech, sem dúvida, que imprimiriam em suas redes, suas visões de mundo, suas vicissitudes e idiossincrasias em suas plataformas. E isso dentro do atual momento da humanidade onde a 'propriedade privada' é um 'direito sagrado', mesmo que estejam num empreendimento público, seus 'proprietários' podem agir como se estivessem numa 'capitania hereditária/encomiendas' que se instauram na invasão dos continentes planetários pelos europeus, desde o século XV. Ou seja, eles têm pleno direito, sob os espaços físicos, sociais, humano e/ou intelectual que são, inquestionavelmente, da humanidade, de fazerem o que quiserem, sem dar satisfação a ninguém. E é isso que está acontecendo, dentro desta mesma ideologia do capitalismo, com todas as mídias. E nós os tais cidadãos planetários devemos acolher como viemos fazendo com a agricultura, com as extrações minerais, com as florestas, com a criação de animais e mesmo com todos os povos originários e até com nossos filhos e filhas, além de nossas 'mulheres' e servidores.

Globalização: A lealdade morreu no Vale do Silício.

Nesta matéria pode-se observar como um processo que tinha algum idealismo hoje transforma-se numa máquina onde as idiossincrasias dos tecnocratas se explicitam em relação ao poder econômico, à ganância e às expressões egoicas. Sempre lembrar que esse é o cadinho onde as tecnologias que nos envolvem e dominam, são geradas. E levam, obviamente, as vicissitudes dos seres humanos que as compõem.

Globalização: As gigantes da tecnologia sempre planejaram nos viciar.

Reflexão desse experiente jornalista inglês que nos coloca frente a frente com uma realidade quase intangível de nossos dias. Aqui está uma afirmativa de um dos fundadores do facebook que diz, com a maior desfaçatez, que sim, os 'homens' das Big Techs sempre souberam que estavam criando um processo viciante. E ponto final! No exato dia de hoje, 19.02.26, Zuckerberg depôs frente a um tribunal em LA/CA, exatamente sobre esse tema. É evidente que irá contestar seu ex-colega. Mas mesmo que dissesse a verdade, iria adiantar? O processo é diabólico, no sentido de algo que gera separatividade, e dantesco, por ser ainda incontrolável. Assim, a pergunta é: o que fazer se nós, individual e coletivamente, é que sustentamos com o nosso olhar, direto ao coração e a mente, o 'ópio' dessas mídias anti-sociais? Somos nós que devemos nos autoeducar para abdicar. Outro caminho, mesmo com a sua restrição, abrirá as portas do mundo escuro e fugidio do 'proibido'. Não assim que fazemos com os nossos outros vícios?

Globalização: Quem decide o que é “suficiente” para viver uma boa vida?

Uma matéria que nos traz um questionamento por demais fundamental. Algo que não se vê sendo ventilado pela grande mídia nacional. A questão aqui proposta é sobre suficiência. Ou seja, qual o limite do bem viver, com os limites da racionalidade para que todos nós, os habitantes desse planeta, realmente possamos viver hoje com sustentabilidade. Conceito esse que foi apropriado pelas grandes transnacionais para continuarem, ao adjetivarem o desenvolvimento de nossas vidas permita, enganosamente, de forma que continuem fazendo o que sempre fizeram. Sempre sem limites e infinitamente. Mas a grande dúvida é: quem e como se definirá, social e coletivamente, quais são esses limites. Tanto para os indivíduos como para todos os organismos privados e públicos. Essa é a derradeira questão.

Agrotóxicos: Revista científica retrata estudo antiético sobre a segurança do glifosato 25 anos depois

Simplesmente uma vergonha! E o mais incrível é essa gente ser recebido com tapete vermelho. Lastimável como esses meritocratas do mundo das corporações, Big Ag, dentre todas as outras Bigs, sejam tão descaradamente criminosos e sem nenhum remorso. Será que eles/elas não têm famílias, não têm filhos e não são aqueles que insistem de que as Américas seriam 'cristãs' e que, presumir-se-ia, que amassem ao 'próximo'? Leiam e pasmem!

Globalização: O que é Destino Manifesto, doutrina citada por Trump que faz EUA se enxergarem como ‘nação escolhida’

Publicamos o presente texto, um ano após a eleição de Trump, para mostrar como neste período, não praticou um estelionato eleitoral. Ele está cumprindo na prática os termos tanto do já conhecido 'Projeto 2025', como o do "Destino Manifesto', quando se consolidou, a partir da metade do século XIX, a ideologia do supremacismo branco eurocêntrico. E daqui para frente, talvez muito dessas duas ideologias, se aprofundarão nas relações dos EUA com o mundo.

Plásticos: Filme feito com apenas 3 ingredientes, provenientes de resíduos alimentares, pode ser ainda melhor do que as embalagens de plástico convencionais?

Matéria que nos mostra como a ciência, com seus inquestionáveis talentos de criatividade, pode sim sair da tragédia, apresentada como inexorável, da dependência, no mundo moderno como está, e da escravidão às resinas plásticas sintéticas. Aqui demonstra como os laboratórios podem buscar alternativas em meios naturais. Claro que aqui não se está discutindo a ideologia do descartável e da visão de ciclo único para aquilo que é industrializado. Mas, mesmo que não esteja, é uma situação comportamental que não pode ser esquecida nem negligenciada.