Os segredos do marketing dos alimentos.
Todos da plateia ficaram chocados diante das informações que a palestrante estava repassando sobre o Marketing Secreto que é aplicado na maioria dos produtos.
Todos da plateia ficaram chocados diante das informações que a palestrante estava repassando sobre o Marketing Secreto que é aplicado na maioria dos produtos.
Decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) colocam em xeque os direitos de centenas de comunidades indígenas que ainda reivindicam suas terras, em especial no Centro-sul. O teor das deliberações mostra, no entanto, que a polêmica deve durar e que ainda não há consenso dentro da mais importante corte do país sobre alguns aspectos da questão.
O que acontece com uma área de floresta 35 anos após a primeira colheita das árvores comerciais? Essa resposta, ainda inédita no Brasil, começa a ser dada pela Embrapa Amazônia Oriental após o início do segundo ciclo de corte em uma área de pesquisa na Floresta Nacional do Tapajós, no oeste do Pará. Os dados são animadores, pois apontam para a regeneração da floresta em volume, mas atentam à necessidade de planos de manejo que visem à manutenção das populações de todas as espécies arbóreas, garantindo maior diversidade e rentabilidade.
Em tempos de escassez hídrica, a necessidade de rever hábitos para economizar água se tornou prioridade. O de lavar o lixo antes de destiná-lo à reciclagem é um que precisa ser revisto. Você que está acostumado a “passar uma aguinha” naquela caixa de leite longa vida ou lata de leite condensado antes do descarte, um recado: apenas pare de fazer isso pelo resto de sua vida.
A cobertura de gelo no oceano Ártico durante o inverno atingiu seu menor nível já registrado, segundo cientistas. A queda seria causada pelas mudanças climáticas e pelo clima mais ameno que afetou a formação de gelo na região.
O relatório "Inclusive Prosperity" [Prosperidade Inclusiva], publicado recentemente por um grupo de trabalho do Center for American Progress, mostra que a má distribuição de renda se correlaciona com um menor crescimento - os gastos de luxo dos super-ricos não conseguem compensar o encolhimento do poder de compra da classe média - e uma maior tendência à volatilidade econômica. Pior ainda, a distribuição de renda altamente desigual reduz a mobilidade social. Os filhos dos 10% mais ricos dos Estados Unidos têm vantagens que já não podem ser tiradas.
Enquanto se aproxima a decisiva conferência climática agendada para dezembro em Paris, organizações da sociedade civil pressionam os governos para que cumpram os compromissos assumidos por seus países e reduzam as emissões de carbono a fim de frear o aquecimento do planeta. As políticas comerciais, ambientais e de investimento dos países industrializados estão sob lupa, já que as emissões de gases-estufa por habitante de Austrália, Canadá e Estados Unidos superam, em cada um, as 20 toneladas anuais de dióxido de carbono (CO2), o dobro das emitidas pela China por habitante.
Pois é, quem poderia imaginar alguns anos atrás que o maior poluidor do mundo tomaria uma decisão como a da semana passada, ao fechar usinas siderúrgicas que não cumpriram metas para reduzir a poluição causada por suas atividades.
"A influência humana no sistema climático é clara e quanto maiores forem os impactos antrópicos, maiores serão os riscos de consequências graves, amplas e irreversíveis. Nenhuma parte do mundo ficará intocada", escreve José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas.
"O lugar dos jovens nas sociedades atuais é o lugar da competitividade, da inovação, da eficiência e da velocidade. A identidade da geração atual emergente é a produtividade crescente, voltada ao desenvolvimento." A opinião é do jurista italiano Gustavo Zagrebelsky, ex-presidente da Corte Constitucional da Itália. O artigo foi publicado no jornal La Repubblica, 25-03-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.