Um centro para produzir conhecimento pela natureza
Na busca de caminhos concretos para transformar o entendimento de nossa sociedade com a vida em geral, o estado de SP cria uma esperança.
Na busca de caminhos concretos para transformar o entendimento de nossa sociedade com a vida em geral, o estado de SP cria uma esperança.
Este é um crime favorecido pelas administrações estaduais e federais, além de todas as estruturas que deveriam defender a lei, a ordem e a população nacional. Mesmo que haja, sob os mantos, o crime étnico contra os povos originários, os descendentes dessa súcia que agora está no poder, receberá como herança o mercúrio de agora que ficará para sempre.
Material fundamental para quem quer se abrir para visões de mundo dos nossos irmãos originários desta terra. Agradecemos ao Instituto Humanitas da Unisinos por ter agregado essa aula de humanidade.
Mais um passo no sentido de tornar conhecida e daí despertar a emoção de conservação, respeito e valorização de toda a riqueza da biodiversidade que o agronegócio, o desmatamento, a grilagem, o garimpo ilegal e toda essa ganância do supremacismo branco não consegue acolher como um patrimônio amazônico que é da Humanidade que todos devemos legar ao futuro.
Belíssima matéria que mostra os povos originários do sul, como os Guarani, Kaingang e Xokleng, que foram os que mais sofrerem com a agressão do supremacismo branco desde a invasão não só portuguesa, a partir do século XVI, mas depois, a partir do XIX, de outros europeus Foram alemães, italianos dentre outros. Agora se reencontram com suas origens alimentares.
Há séculos, desde a chegada da visão supremacista branca, no século XVI, a situação é a mesma, os donos das capitanias hereditárias de hoje, chamadas de agronegócio, repetem a mesma exclusão de todos em benefício daqueles que sabem acessar o domínio sobre a exploração do ciclo do momento. Hoje o ciclo chama-se soja, pecuária, desmatamento, grilagem, garimpo ilegal, etc. Realidades que existiram e persistem no aqui e agora, nas fronteiras agrícolas coloniais de ontem.
Novos tempos para os velhos hábitos de fazer agricultura não com uma visão de que o que se produz, deveria ser alimento e não mercadoria. Mas isso seria contrário à ideologia e à doutrina do supremacismo branco, tecnocrático e necrófilo.
Cada vez fica mais claro que estamos por omissão, negligência ou displicência inviabilizando que as novas gerações nasçam saudáveis e aptas para viverem neste Planeta. Em nome do que estamos mostrando tanto desamor a elas?
Quanto nós nos sentimos responsáveis por possíveis crianças que vêm nascendo há mais de 30 anos - quando estas moléculas foram conhecidas em todo mundo - com retardo mental, feminizadas, com autismo ou outra síndrome geradas por nossa displicência?
Mais uma demonstração de que as atuais estruturas federais seguem a cartilha das transnacionais de venenos. Ao mesmo tempo que libera geral, tranca as análises de quanto de agrotóxicos estão em nossos alimentos.