Como fazer seu próprio detergente para a roupa
Soluções para que deixemos de ser displicentes, irresponsáveis e inconsequentes, existem. Basta amar todos os vivem hoje conosco e principalmente aqueles que ainda nem nasceram e/ou jamais conheceremos.
Soluções para que deixemos de ser displicentes, irresponsáveis e inconsequentes, existem. Basta amar todos os vivem hoje conosco e principalmente aqueles que ainda nem nasceram e/ou jamais conheceremos.
Brilhante, poética e amorosa colocação sobre o que o ocidente trata de forma mais dramática, ao lidar com as violências que o supremacismo branco eurocêntrico, pragmatizado na economia como capitalismo e neoliberalismo, e resulta na emergência climática. Gratidão por tua cosmovisão, Krenak!
Sem dúvida que o definitivo aparecimento dos povos originários em nosso cotidiano, contrapõe sua visão de mundo de sermos Seres Coletivos, com o individualismo narcisista, autofágico e devastador do supremacismo branco eurocêntrico, expressado pela prática da colonialidade. Ainda temos possibilidade de readequarmos nossa história de país.
Aqui está a autofagia do rei do mito grego Erisícton. A emergência climática se mostra, cada vez mais forte, pela ganância suicida da civilização ocidental que se movimenta dentro da ideologia do supremacismo branco. A fome nunca poderá ser saciada pelo ouro. Aqui está demonstrada pela morte progressiva que se espalha pelas fontes da vida.
Aqui está a demonstração de como o mito grego do rei usurpador Erisícton sobrevive até os dias de hoje. Como? Pela trágica ideologia do supremacismo branco que vem persistindo, há milênios, nas vísceras da civilização ocidental.
Sim, até se entende a estupidez e a arrogância inerente dos povos europeus -Espanha e Portugal, inicialmente- de apropriação dos continentes. Mas hoje, mais de 500 anos depois, ainda termos os -agora- supremacistas brancos eurodescendentes com a mesma arrogância e estupidez de seus antepassados, é inadmissível. A colonialidade que perpassa nossa sociedade, é o mais dramático fato de nosso país. Como extirpá-la?
Que maravilha a consciência do que é se ser um Ser Coletivo! Exatamente como pensam e agem os povos originários, Acreditam que todos os seres são e devem ser respeitados por serem criaturas que tem a mesma origem e os mesmos direitos dos humanos.
Outra demonstração de que os que amam verdadeiramente essa terra que forma o Brasil, tem outra relação daqueles que invadem permanentemente as ex-colônias como se imperadores fossem. Mostra o que faz o supremacismo branco eurocêntrico e a prática da colonialidade. Vivamos a visão de mundo de sermos Seres Coletivos, praticada pelos povos originários para podermos todos convivermos no Planeta.
A comunidade deu um belíssimo passo que já vem sendo dado em outros pontos do planeta. Reconhecer direitos e respeito sob a égide da lei de todos os elementos da natureza. Mas o supremacismo branco, autofágico, ególatra e cruel, pressiona os legisladores da cidade de Cáceres e essa riqueza é, sumariamente, degolada!
Olharmos pelos olhos e sentirmos com o coração de Raoni, poderia talvez nos sensibilizarem e, com amor, renunciarmos à ideologia da Bula Papal do século XV, "Bula da Descoberta', e chegarmos no âmago de nosso país. E como Seres Coletivos, ficarmos com a mesma tristeza e indignação do honorável Cacique Kayapó.