Povos Originários (Pág. 6 de 75)

Bison retorna às terras nativas americanas, revitalizando rituais sagrados

Quando se observa o que os supremacistas brancos eurocêntricos, de origem inglesa, fizeram com os povos originários da América do Norte, vem-nos uma bela e revigorante alegria de não ter acontecido o mesmo com as tradições dos nossos povos originários das regiões amazônica e do cerrado. Por isso lutar contra a tentativa atual de extermínio de nossos irmãos, é um dever de humanidade e de amor ao próximo,

Terra Preta da Amazônia aumenta o crescimento de árvores em até seis vezes

Incrível! Chega a ser trágica a imbecilidade do supremacismo branco eurocêntrico, desde os primórdios do século XVI, tanto dos português como espanhóis e outras etnias europeias quando ousaram afirmar -religiosa, antropológica e cientificamente- de que os povos originários eram, além de ineptos, incompetentes, preguiçosos e vagabundos... e mais estupido é estar sendo defendida essa tese, até os dias de hoje, por presidentes brasileiros em plena democracia atual!

Documentário “Escute: a terra foi rasgada” mostra a luta indígena contra o garimpo ilegal na Amazônia

Depois de mais de 500 anos de humilhações, agressões e etnocídios praticados pelos adeptos e crentes da 'religião' do supremacismo branco eurocêntrico, os povos originários se levantam contra essas injustiças completamente anti-humanas e, ironicamente, anticristãs. Agora o cinismo e a monstruosidade desvelam-se. O supremacismo branco nunca mais poderá usar quaisquer argumentos que não sejam os do respeito, do acolhimento e da inclusão, sob pena de serem desmascarados de sua violência estrutural e ideológica.

Direito indígena: cláusula pétrea

Sustentação jurídica, constitucional e ética fundamentais para, depois de mais de 500 anos, desvelarem o cinismo, a violência e a anti-humanidade que projeta a ideologia e a doutrina do supremacismo branco eurocêntrico sobre os povos originários, não só do Brasil, mas de todo o Planeta.

A palavra como flecha

O reconhecimento da nossa maior riqueza do Brasil se assenta no entendimento da diversidade humana e étnica que ainda temos. Felicidade por estarmos num tempo de acolher e nos integrarmos à sabedoria e humanidade dos povos originários.

O genocídio ‘esquecido’ da Alemanha na Namíbia

Infelizmente o supremacismo branco agiu, de maneira explícita e cruel até o final do século XIX principalmente com os povos das Américas e da África. O mais trágico é que hoje a Europa se retrata por isso, mas essas doutrina e ideologia hoje contaminam os eurodescendentes que vivem principalmente nas Américas praticando os mesmos genocídios com os povos originários e afrodescendentes, além de devastarem todos os ecossistemas que invadem. Incrível, mas é a triste realidade.