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Fabricante de bebidas terá de recolher garrafas PET jogadas no ambiente, decide o STJ.

A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) que responsabilizou a empresa Refrigerantes Imperial S/A pelos danos ambientais decorrentes do descarte de garrafas PET. A Turma não entrou na discussão sobre a existência ou não de responsabilidade da empresa, como ela pretendia, pois o recurso não contestou os fundamentos legais da decisão de segunda instância.

Animação mostra os impactos reais do lixo marinho.

A animação Sources and impacts of marine litter (Fontes e impactos do lixo marinho), feita por Jane Lee, para o projeto MARLISCO (MARine Litter in Europe Seas: Social AwarenesS and CO-Responsibility) conseguiu, em menos de quatro minutos, resumir de forma bem didática as principais fontes de lixo marinho: aquele que é jogado no chão ou se dispersa no caminho até um aterro sanitário; os petrechos de pesca que são abandonados, perdidos ou descartados (PP-APD) no mar; a garrafa PET que se fragmenta em pedaços menores de plástico; o cotonete que é descartado no vaso sanitário; as microesferas de plástico que estão presentes em cremes dentais e que fluem pelos ralos; as máquinas de lavar que depositam microplásticos nos cursos d’água; os microplásticos que absorvem químicos tóxicos e que são ingeridos por animais e acabam indo parar no topo da cadeia alimentar.

Pesquisadores transformam cerâmica velha em cimento sustentável.

Os cientistas já utilizaram resíduos de pisos e azulejos, itens sanitários e grés porcelânico. Um grupo de pesquisadores internacionais desenvolveu uma técnica que transforma resíduos cerâmicos em cimento sustentável. A nova possibilidade permite uma destinação mais útil e adequada para resíduos que seriam descartados em aterros ou lixões.

Plástico “verde” é mentira! Saiba por que…

A indústria do polietileno recentemente anunciou uma novidade supostamente “ecológica”: o plástico produzido a partir da cana-de-açúcar. O que pode parecer super vantajoso não passa de um golpe de marketing para tentar conquistar os consumidores que preferem produtos sustentáveis. Lançado com alarde e apoio governamental por um grande grupo do pólo petroquímico brasileiro, o produto é tão prejudicial à natureza quanto qualquer outra resina artificial.

Água em garrafa está proibida.

São Francisco é a primeira cidade dos EUA a proibir água em garrafas plásticas. A cidade norte-americana de São Francisco , na Califórnia, deu mais um exemplo para o mundo em termos de desenvolvimento sustentável. A partir de outubro deste ano, estarão banidas as vendas de água em ga rrafas plás ticas para uso individual (nota do site: historicamente, na década de noventa quando a Rhodia, transnacional francesa trouxe o PET para o Brasil, num encontro sobre lixo e responsabilidade social, em Canoas/RS, chamamos esta empresa de cínica porque não havia respeitado o desconhecimento da população quanto ao descarte dos produtos com esta resina, fomos ironizados ... trinta anos depois os oceanos cheios de plásticos e esta notícia!!).