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Saúde: Comer em recipientes de plástico para viagem pode aumentar o risco de insuficiência cardíaca – estudo

Com a acrescente demanda por alimentos solicitados por aplicativos e/ou comprados em quaisquer lojas de alimentos e que informamos que queremos levar 'para viagem', logo os comerciantes colocam o que pedimos em embalagens plásticas e todos, nem os vendedores nem os consumidores, têm a mínima ideia que embalagem seria aquela. Conhecemos todos, as embalagens por seus 'nomes' corriqueiros e nem nos damos conta o que dizemos quando falamos sobre elas. Nossa ignorância e desleixo sobre que plásticos utilizamos, mostra como somos vulneráveis. Enfim, ou lutamos por nós mesmos, buscando um mínimo de informações sobre o que fazemos ou seremos vítimas de nós mesmos por essa displicência de 'não estarmos nem aí', como se diz diuturnamente.

Consumismo (Pág. 1 de 5)

Planeta insustentável: a civilização do lixo.

Esta é uma montanha que não para de crescer. Nos cálculos da ONU e do Banco Mundial nas últimas três décadas a geração de resíduos sólidos urbanos cresceu três vezes mais rápido do que a população. Os sete bilhões de habitantes produziram 1,4 bilhão de toneladas de lixo e em 10 anos o montante chegará a 2,2 bilhões de toneladas. Lógico que metade desse lixo é gerada pelos países da Organização Para a Cooperação e Desenvolvimento, a OCDE, clube dos 34 ricos do planeta. Entre eles os países da União Europeia, além de Coreia do Sul, Japão, Austrália e Reino Unido.

A silenciosa decadência dos shopping-centers.

Um dos maiores ícones do capitalismo está em decadência. A época do apogeu dos shopping centers já passou e há sinais eloquentes de que esse modelo de negócio está acabando — assim como o consumismo excessivo. Nos Estados Unidos, onde eles foram inventados, cerca de 15% no shoppings vão falir ou serão transformados em outros espaços comerciais nos próximos dez anos, segundo a Green Street Advisors, empresa americana ligada a empreendimentos comerciais. Outra empresa do ramo, a CoStar Group, calcula que, em média, 35% dos espaços das lojas dos shoppings americanos estão ociosos.

O dilema entre crescer e preservar.

"Da terra tiramos nosso sustento e à terra devolvemos dejetos do processo produtivo (resíduo, poluição, matéria dissipada). É assim que age o sistema econômico: usa e explora os limitados recursos naturais (input) e devolve lixo (output) à natureza", escreve Marcus Eduardo de Oliveira, economista e professor, com mestrado pela (USP), em artigo publicado pelo portal EcoD, 16-12-2014.