A luta da mulher-floresta Eliane Brum contra o fim do mundo
Ensinamento e aprendizado. Essa é a riqueza da leitura dos pensamentos e da prática pela ação dessa jornalista-floresta. Gratidão à sua lucidez.
Ensinamento e aprendizado. Essa é a riqueza da leitura dos pensamentos e da prática pela ação dessa jornalista-floresta. Gratidão à sua lucidez.
Maravilha! A Justiça realmente faz justiça. Havia sido uma ação descabida, autocrática e prepotente de um governo que defende interesses específicos e não de toda a população de todos os tempos.
Mais uma demonstração de que o pensamento da ecologia tem tudo a ver de como as opções de produção de alimento e vida se manifestam entre nós. Destacadamente na Amazônia de hoje pelo RS de ontem.
Nós, os brancos, recebemos dos povos originários de tantos e tantos espaços, limpos, cristalinos, vivos e biodiversos. Mas com nossa invasão, vê-se hoje o que estamos legando para os futuros filhos da Terra.
Incrível como a prepotência e o autoritarismo são explicitados em todos os comportamentos do presidente. E isso é demonstrado por ações como se estivesse acima de todos e de tudo.
As imagens do googlemaps que foram anexadas ao texto explicam por si mesmas a importância de se conhecer onde estamos em nosso país.
Mesmo sob gestão de todas as tendências ideológico-partidárias, a verdadeira ideologia que assola o País é a da devastação colonial. Seja praticada por gente daqui ou de quaisquer outros lugares do Planeta. O negócio é devastar, a qualquer preço!
Rondônia um dos antros dos sulistas supremacistas brancos, está sendo mostrada para todos nós, inclusive pela mídia estangeira, como um dos locais onde o vandalismo e o extermínio correm soltos.
Observar como há uma submissão ao Império supremacista branco eurocêntrico em detrimento do povo brasileiro e uma proposta de prática, descarada, de etnocídio dos povos originários e ecocídio do ambiente natural, patrimônio da humanidade do qual somos só guardiões e não delapidadores.
Clamor nacional para o reconhecimento de uma das maiores joias do planeta onde devemos, por nascimento, ser os guardiões, como os povos originários vêm sendo há milênios.