Agronegócio (Pág. 1 de 65)

Saúde: Cádmio – Mobilização em torno da proposta de lei que visa “proteger o abastecimento alimentar dos franceses”

Mais uma matéria, agora da França, que nos alerta para o problema sério de saúde pública que geram os adubos solúveis. Aqui são os adubos químicos fosfatados contaminados originariamente com o metal pesado cádmio. Já o nitrato vem do adubo solúvel ureia, originário hoje em dia do petróleo. No caso do fosfato, temos no Brasil, a rocha ígnea de Araxá/MG que tem baixos níveis do metal pesado cádmio além de ser menos solúvel e daí liberando pouco no solo. No entanto, os que vem de Marrocos/África, de origem de rocha sedimentar têm níveis muito mais altos e mais solúvel no contato com a terra. Novamente destacamos como os adubos solúveis, juntamente com os agrotóxicos, são parte da doutrina do pós IIª Guerra da 'modernização da agricultura'. Cada vez fica mais explícito que ambos, agrotóxicos e adubos solúveis, são danosos para a saúde humana. Ou seja, tipo de doutrina onde o lucro está acima da produção, verdadeira, de alimentos saudáveis para as populações.

Saúde: Com o aumento da poluição por fertilizantes, Iowa investirá US$ 100 milhões em tratamento de água.

Iowa é o estado dos EUA maior produtor de milho, soja, suínos e ovos, estes dois últimos em sistema de confinamento de porcos em pocilgas e de aves em galpões e/ou gaiolas. É fundamental se ter conhecimento de que a doutrina da 'modernização da agricultura' sempre defendeu de que os adubos químicos solúveis não gerariam contaminações sobre as populações. E o 'agribusiness=agronegócio' é um método agrícola de depende não só dos agrotóxicos, mas dos adubos solúveis e das máquinas. Exatamente de acordo com a cartilha da 'modernização da agricultura' que privilegia os latifúndios com sua concentração de terras, a eliminação do trabalhador rural e todas as tecnologias que sejam dispensadoras de mão de obra. Além disso, com esse sistema agrícola, há a concentração da renda da agricultura nas mãos de poucos e de que o que plantam 'não é para comer -pelos produtores-, mas sim para vender -para os consumidores'. A visão da produção de alimentos deixou de existir. Tudo é negócio e qualquer custo! Exatamente o que está se fazendo no Brasil no centro oeste, no norte e no nordeste.

Saúde: Cientistas descobrem vestígios de agrotóxios no leite materno.

Matéria que nos traz como as moléculas sintéticas, tão usadas e autorizadas para o uso em nossos cotidianos, acabam chegando a um dos nutrientes mais importantes e fundamentais para o pleno e saudável desenvolvimento de nossas crianças. Insistimos que devemos considerar seu uso temerário, prontamente substituível e que devem ser banidos de nossas vidas.

Agrotóxicos: Maçãs europeias contaminadas com ‘coquetéis de agrotóxicos’, afirma novo estudo.

Essa matéria nos mostra como a ideologia do 'agronegócio/agribusiness' tomou conta do mundo com sua doutrina de que 'negócio é negócio': tudo é 'commodity/mercadoria', nunca alimento. A chamada produção de alimentos deixou de existir para que os negócios estivessem acima de tudo e de todos. Mesmo se sabendo e se reconhecendo de que sendo venenos, os tidos como 'insumos modernos' e dentre eles os agrotóxicos, estão liberados, apesar de lesarem todos os seres vivos, entre eles, os próprios 'produtores rurais' e seus descendentes.

Saúde: Difícil de acreditar: ainda vivemos na era do fast food.

IMPRESCINDÍVEL se ler essa matéria! Mostra a insanidade do que é o 'agribusiness' nos EUA e que, de forma trágica e dramática, os chamados produtores do 'agronegócio', ou melhor ogronegócio/agronecrócio, brasileiro imita e pratica a mesma doentia forma de produzir 'alimentos'. É impressionante o que estão fazendo com essa atividade indispensável, a agricultura, para a sobrevivência da humanidade. Da mesma forma como destaca como é a via com que esses 'alimentos' chegam a cada um de nós. Vê-se que a visão de mundo antropocêntrica, fundada no supremacismo branco, está trazendo uma maneira de considerar os seres humanos, além de todos os seres vivos do Planeta, reles objetos de lhes gerarem lucros incompreensíveis face a agressão inquestionável à Vida na Terra!

Agrotóxicos: MPF cobra R$ 300 mi de indenização por uso de agrotóxico cancerígeno que contamina o Rio Dourados

Ação justa que vem do MPF de cobrar uma indenização pelo uso criminoso do herbicida atrazina. Temos muitas pesquisas científicas em nosso website que demonstram como ele age como um disruptor endócrino. Ou seja, interfere nos hormônios e, no caso dos anfíbios, vem feminizando os machos e com isso inviabilizando a permanência dos batráquios nos ambientes do planeta, sem excluir o mesmo tipo de interferência nos seres humanos, conforme alguns cientistas.

Agricultura: 95% do solo da Terra corre o risco de ser degradado até 2050

Observa-se que essa matéria é 2014. Ou seja, há 11 anos! E pode-se constatar o que se afirmava naquela época. Agora depois destes anos, nada se fez. Muito ao contrário. O Brasil como exemplo, vem aumentando violentamente a invasão nas terras do norte e nordeste, esclarecendo: Amazônia e Cerrado, com plantios típicos do agronegócio além do aumento exponencial de criações, totalmente agressivas e imediatistas, de gado. Além disso, os últimos tempo tem sido também devastadores no Pampa sulino, com uma voracidade como se estivéssemos no fim dos tempos e por isso temos que ser rápidos e inconsequentes. Mas então aquilo que era futuro, hoje é realidade: conforme o MapBioma devemos ter, agora no Brasil entre 60 milhões e 135 milhões de hectares de vegetação nativa com algum grau de degradação, sendo que para o governo federal, as áreas degradas estaria em torno de 40 milhões de hectares. Vale ressaltar que se considera que para safra de grãos para 2025, está se girando em torno de 80 milhões de hectares. Dá para ver como o processo agrícola brasileiro atua?

Agrotóxicos: Morrendo antes do dia do tribunal

Mais uma realidade que demonstra como se era pernicioso quando se tratava, por exemplo, no Brasil, esse venenos de 'defensivos agrícolas'. Essa matéria mostra como a corporação já sabia dos efeitos danosos desse agrotóxico 'paraquat', há décadas. Novamente, se nenhum temor, só podemos concluir de que essas empresas da Big Agr, realmente sempre agiram como mafiosas e daí criminosas. Quando no Brasil, começaremos ações judiciais contra essa plêiade de empresas que somente comprometem inclusive o mundo da indústria? E os reguladores nacionais e os produtores, bem como os pesquisadores que recomendam a dessecação, ou seja, aplicar os venenos pouco antes da colheita e assim os 'alimentos' ficarem envenenados, como ficam?

Agrotóxicos: Em seus alimentos? Provavelmente sim.

Quanto se lê uma informação dessas, como ainda nos perguntarmos por que há um aumento dramático de câncer e autismo, nas gerações mais novas. Se há esse conhecimento, por que não serem esses produtos banidos? Se há condições de se produzir alimentos realmente sem contaminação, ainda existirem produções com agrotóxicos, além de ser uma burrice, torna-se um ato criminoso, não se pode deduzir assim?

Agrotóxicos: Novo estudo em ratos mostra que mesmo pequenas doses de glifosato podem causar problemas de saúde ao longo das gerações

Material importantíssimo porque 'cientificamente' se constata de que as moléculas artificiais, e parece que cada vez elas vão se mostrando cada vez mais, não seguem a toxicologia clássica. A relação da dose com os efeitos. Ou seja, seria a dose que definiria, como Paracelsus acreditava na Idade Média, corretamente, que entre uma molécula ser medicamento ou veneno, a dose é que definiria. Percebe-se que ele estava tratando de moléculas naturais e não artificiais. No entanto, imagina-se que nos primórdios da ciência moderna era assim que pensavam os cientistas, mas não nos tempos da química sintética de agora. Aqui mostra, com o herbicida glifosato/roundup que mesmo uma molécula que teria uma dose 'inócua', mostra-se tão nefasta por ser como é realmente: um veneno. Precisou-se passar mais de 25 anos para se comprovar o que a Dra. Theo Colborn e outros, constataram e reafirmaram no início dos anos 90. Parece que todas, além daquelas que eles constataram naqueles anos, são disruptoras endócrinas. E como mimetizam e/ou imitam hormônios naturais, como esses, agem em doses infinitesimais. A herança das moléculas sintéticas é o triste legado que o século XX deixa para o futuro. Será que a 'artificialidade' do século XXI, não será a 'inteligência artificial/sintética'? Infelizmente como agora com as moléculas artificiais, somente o futuro nos dirá, depois do estrago já ter sido feito!