Tradições: Quilombolas têm algo a ensinar sobre conservação – e o mundo deve parar para ouvir
Uma matéria que recoloca as comunidades afrodescendentes num patamar de uma ciência que não se dá nas academias enclausuradas, mas na efetividade de todas as vidas, com os pés no chão e as mãos no húmus. Não termos essas comunidades afrodescendentes, como os povos originários, ribeirinhos e agricultores familiares, como os centros da verdadeira manutenção da vida presente e futura, demonstra como somos uma sociedade elitista, excludente, racista e estúpida. A colonialidade e o supremacismo branco eurocêntrico, monopolista e arrogante, mesmo que inconscientemente, que nos habita, encarceram e apagam nossos corações e mentes para o Ser Coletivo que cada um de nós poderia e deveria ser!









