Congresso da Costa Rica aprova projeto que proíbe caça esportiva.
Cientistas e indígenas ainda poderão capturar animais em alguns casos. País proíbe animais em circos e tem um quarto do território sob proteção.
Cientistas e indígenas ainda poderão capturar animais em alguns casos. País proíbe animais em circos e tem um quarto do território sob proteção.
San José, Costa Rica, outubro/2012 – Como parte da pesquisa para um livro sobre o período trágico da história centro-americana, um conflito bélico que se prolongou por 30 anos, até 1987, tive acesso a documentos do governo dos Estados Unidos recentemente desclassificados.
Entrevista especial com o geógrafo Luiz Jardim. “A ampliação dos projetos de mineração e hidrelétricos na região Norte estão imbricados no interior da mesma lógica perversa que quer fazer do Brasil um país exportador de matéria-prima barata, como minérios e energia, e que deixa nas regiões somente pobreza e desgraças”, assinala.
Estudo elaborado pelo Observatório dos Investimentos na Amazônia, iniciativa do Instituto de Estudos Socioecômicos, deixa claro que os investimentos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), provocarão grandes transformações nos modos de vida e nos territórios onde vivem cerca de 30 povos Indígenas na região amazônica.
Ambientalistas protestaram exigindo que o Congresso da Costa Rica aprove uma nova lei de preservação da vida animal que proíbe a prática da caça esportiva no país, localizado na América Central.
Os benefícios da regularização ambiental foram destacados na manhã desta terça-feira (02), em Brasília, pelo secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Paulo Guilherme Cabral, durante a abertura do Seminário Cadastro Ambiental Rural (CAR) destinado aos Estados onde há Mata Atlântica, Caatinga ou Pampa.
Sumário: Década da inclusão social? Inclusão social ou inclusão via mercado? Nem direita, nem esquerda. Um governo pragmático Um governo monoclassista? Inclusão social via resolução dos problemas estruturais ou via mercado? A obsessão do governo atende por um nome: crescimento econômico. Dilma Rousseff persegue a continuidade do modelo de “inclusão via mercado” que se revelou um “sucesso” no governo Lula. O foco de Dilma é um só, dar continuidade ao crescimento da economia e dessa forma reeditar a Era Lula – a grande responsável pelo que o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) denomina de “década da inclusão”.
"O perfil do bom historiador não pode se parecer nem com o carvalho nem com o cedro, por mais majestosos que sejam, e sim com um pássaro migratório, igualmente à vontade no ártico e no trópico - e que sobrevoa ao menos a metade do mundo." Ao escrever isso em 2002, Eric J. Hobsbawm talvez estivesse descrevendo a própria trajetória, que se encerrou na manhã de ontem, em Londres, onde o historiador morreu aos 95 anos, vítima de uma pneumonia.
Em entrevista sobre o Código Florestal, Edélcio Vigna, assessor político do Inesc, revela que a disputa por interesses tumultuou todo o processo do Código Florestal e que o melhor caminho é vetar toda a MP e reiniciar as discussões em 2013.
Presença no Oceano Antártico de 40 mil fragmentos plásticos por quilômetro quadrado, quantidade próxima da média global, revela que os impactos das atividades humanas estão indo além do que se pensava.