
Os microplásticos estão por toda parte: é possível reduzir a nossa exposição?
Chegamos num ponto de loucura geral que nem conseguimos como esse texto que acaba 'tentando' colocar em dúvida a imediata troca plástico pelo vidro, separar ...

Chegamos num ponto de loucura geral que nem conseguimos como esse texto que acaba 'tentando' colocar em dúvida a imediata troca plástico pelo vidro, separar ...

Sempre a tentativa de manter o mesmo status quo. Como nós os consumidores somos os verdadeiros responsáveis pela poluição global já que somos nós que ...
Uma rápida entrevista com uma eminente batalhadora estadunidense que vem há anos conclamando tanto a população como os gestores públicos quanto ao perigo concreto e inquestionável da presença de plástico no mundo de hoje. Sempre vale a pena nos informarmos para, ao sabermos, decidirmos que direção queremos dar em nossas ações de nosso consumo cotidiano.
Matéria elucidativa de como os fragmentos plásticos podem gerar outras situações inusitadas entre os continentes, através do transporte de organismos que muitas vezes são originários de outros espaços como aqui se constata. Assim essa arrogância de se produzir 'coisas' as quais são desconhecidas à Vida por não terem sido geradas por ela, poderão criar muitos outros efeitos muito além dos que já conhecemos por estarem, as resinas plásticas, como micro e nanoplásticos, completamente inseridos dentro de nossos corpos.
Para quem não está familiarizado de como se constatou efetivamente o que eram os plásticos no mundo, foi pela descoberta dessa extravagante 'ilha' que se formou no Pacífico que essa realidade começou a ser do conhecimento da humanidade. Isso foi em 1997 quando um navegador estadunidense, Charles Moore, se viu confrontado com esse 'lixão' em pleno oceano! E assim se constatou que efetivamente as resinas plásticas jamais se decomporão, mas se fragmentarão até os micro e nanoplásticos. Aqui se desvela a tragédia que não sabemos como estancar, nem como resolver. Esse é o legado cruel que estamos legando para o futuro!
Uma notícia chocante porque o que está acontecendo é num ambiente praticamente impossível de ser recuperado e 'limpo'. Assim, o que mais nos entristece é que ninguém, sejam os consumidores, sejam as corporações que geram as resinas plásticas, demonstrarem, um minuto que seja, incomodados e determinados a acabarem com essa insanidade chamada corriqueiramente de 'plástico'.
Matéria contundente que mostra que podemos reduzir consideravelmente a presença de disruptores endócrinos em nossos corpos de uma forma mais definitiva e simples do que se imagina. Vamos então começar agora mesmo? Sempre lembrar de que o que jogamos fora como lixo, ficará no ambiente liberando constantemente essas moléculas que tanto causam danos a todos e, o pior, num tempo futuro incalculável!
Dicas importantes com argumentações simples mostrando que elas são válidas e imprescindíveis para termos uma saúde bem distante dos microplástico. A solução é mais simples do que muitos imaginam. Leia e toma uma decisão a favor de ti mesmo e de todos os que no futuro possam entrar em contato com os fragmentos do 'lixo' que, negligentemente, jogaste fora!
Matéria que nos mostra que a questão dos micro e nanoplásticos é uma realidade incontestável. Mas o que adianta analisarmos corretamente a presença dessas moléculas em todos os ambientes, incluindo o mais profundo dos nossos corpos? O mais importante não é sabermos que estamos efetivamente contaminados, mas eliminar definitivamente o que nos contamina. Não deveria o mais 'inteligente' e obviamente, o mais 'saudável'?
Mais um utensílio doméstico que nem percebemos, mas que também contamina nossas vidas. Simplesmente porque eles são de plástico! Por que não usarmos as buchas vegetais que estão disponíveis entre nós no Brasil em todos os mercados nacionais? Ações muito simples e diretas poderão ser soluções inimagináveis para diminuirmos até a eliminação total dos plásticos em nossas vidas!
Para se ter a realidade, acesse ao texto original publicado pelo periódico científico, caso duvide o que traz esse resumo do estudo tornado público. Está mais do que no tempo de banirmos as resinas plásticas de nosso cotidiano. E não é muito difícil fazer-se algo para essa interrupção. Não desanimemos nem nos apequenemos!
É simplesmente impressionante como se 'pisa em ovos' quando se trata de produtos químicos sintéticos que já são notoriamente sabidos agirem como disruptores endócrinos. Parece que as corporações petroagroquímicas podem ficar 'ofendidas' quando se clama que suas moléculas sintéticas são maléficas e venenosas. E o mais triste: seus crimes corporativos ao lesarem seres, incluindo os humanos, nunca lhes serem atribuídos e que devem por isso ser-lhes imputadas penas, multas e mesmo prisões dos CEOs e seus asseclas que agridem pequenos seres indefesos como são nossas crianças!