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Globalização: Como os magnatas da tecnologia invadiram a empresa

Chegamos sim, como humanidade e não um recanto qualquer como foi com Luís XIV, na França, onde ele simplesmente disse: 'La loi c'ést moi', ou seja, 'a lei sou eu'. Agora 'I am the corporation', ou seja 'a corporação sou eu'. E assim aportamos no ápice de um novo píncaro do capitalismo mais egóico e avassalador jamais imaginado. Só isso. Ao se ler a análise do comentarista se fica perplexo pelo absolutismo que um indivíduo como Musk alcança, deixando-nos, o restante da humanidade, totalmente acorrentados nessa opção civilizatória. Futuro? Quem poderá imaginar?

Globalização: Os vencedores da guerra dos EUA no Irã – 41 magnatas da energia aumentam suas fortunas em US$ 23,5 bilhões

Quando levantamos a questão de que vivemos numa ditadura do supremacismo branco eurocêntrico, talvez muitos possam considerar que seríamos preconceituosos ou 'xenófobos'. Mas uma notícia como essa, no momento em que a humanidade sofre os devastadores efeitos dessa guerra avassaladora dos EUA contra o mundo, o que vemos? Exatamente o que essa matéria nos escracha na nossa cara, sem dó nem piedade. Vivemos ou não um crime contra a humanidade, indefesa e totalmente vulnerável nas garras desses abutres, no pior sentido?

Globalização: Trump arrecadou pelo menos US$ 2 bilhões após retornar à Casa Branca.

Essa é atual realidade de uma nação que sempre se jactou de ser formada somente de homens honestos, comprometidos com o bem da sociedade e etc. e tal. Mas vejam só que tipo de presidente a maioria do povo estadunidense escolheu para lhe levar em um período de democracia e de 'oportunidade para todos'. É uma vergonha para nós todos da humanidade estarmos convivendo com um ser desses num país com a prepotência que lhe deu todos os habitantes do planeta como se ali fosse o grande manancial de 'bravos Supermen'. Esse é o deboche para nós que abdicamos de nossa soberania por tipos como esse.

Globalização: Para entender a indústria do Holocausto.

Reflexões quase autobiográficas de um professor brasileiro sobre suas origens judaicas e suas percepções sobre o que está acontecendo hoje com o pensamento judeu e a realidade de Israel e seus vizinhos semitas. Para tanto usa como fundamento o livro 'A Indústria do Hoocausto: reflexões sobre a exploração do sofrimento judeu', de Norman Finkelstein. Faz uma análise profunda das implicações que constata existirem aqui no Brasil e no mundo pela predominância da doutrina do sionismo. Suas análises são contundentes. Para quem conhece o livro do prof. Ilan Pappé, 'Limpeza Ética na Palestina', fica-se estarrecido como, cada vez mais, existem análises de cidadãos judeus no mundo, que ratificam suas observações.

Globalização: “A paz exige justiça”

Uma entrevista contundente sobre uma realidade que assola todo o mundo pela carga de desumanidade que envolve a doutrina do sionismo que hoje tem dominado os povos semitas. Importante conhecermos como uma visão mundo se desumaniza e captura parte da sociedade planetária. Triste como um povo pode se transformar em algo inimaginável por seu fundamentalismo.

Globalização: Para escapar da razão eurocêntrica e suas ciladas

Reflexões importantes, mesmo que por vezes sua linguagem possa nos parecer exótica e extravagante já que muitas vezes não estamos alfabetizados em seu linguajar. No entanto, por menos capacidade cognitiva que possamos ter, podemos ver que outras humanidades são propostas e reconhecidas como as mais adequadas para a humanidade e não só a civilização ocidental, possa ter como saída para o drama de sobrevivência atual no Planeta. Vale a pena se aprofundar nessa 'aula' para que nossos corações e mentes vejam que ela está mais perto de nós, inclusive geograficamente, do que imaginamos.

Globalização: Além do Sionismo – a ruptura possível -3-

Último relato do professor Bruno Hendler, professor judeu da UFRGS, sobre suas percepções sobre a relação entre o Judaísmo e o Sionismo. Doutrina essa criada por judeus do leste europeu, ainda no século XIX, conforme nos informa o professor Ilan Pappé, em seu livro 'Limpeza Étnica na Palestina'. Nesse relato final, o professor paranaense de Relações Internacionais, nos traz todos aqueles que, como ele, professam a religião judaica, e que se posicionam, em várias partes do mundo, contra essa mistura entre a tradição judaica e essa nova doutrina e sua prática ideológica belicista, colonizadora e supremacista, do sionismo.

Globalização: Os judeus que dizem não ao sionismo -2-

Nesse segundo material do professor de Relações Internacionais da UFRGS, Bruno Hendler, nos relata sua experiência e conexão com o mundo judaico, incluindo suas interações com a sociedade de Israel. Bem como suas amargas percepções de como o Sionismo se espalhou pela sociedade judia do mundo e, por isso, ninguém consegue reconhecer que o estado de Israel foi fundado sobre os escombros do povo, do ambiente, da cultura e da humanidade do povo palestino. Triste realidade que nos traz tanto o entendimento como o reconhecimento do considerado por muitos no mundo, como um genocídio desse povo praticado pelo presidente Netanyahu, em nome do povo judeu. Situação que se mantém escondida da população global.

Globalização: Os judeus que dizem não ao sionismo -1-

Hoje estamos publicando em três partes importantíssima partilha do professor paranaense, agora ministrando na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Bruno Hendler, sobre o grande emaranhado do judaísmo e do sionismo. Nessa primeira parte, relata a vida de um menino e jovem judeu, que viveu dentro da sociedade judia de Curitiba. Vale se perceber como a doutrina do Sionismo, baseada numa ideologia de dominação da região da Palestina, desde o final de século XIX, conforme nos relata o professor judeu Ilan Pappé, em seu livro, em português, 'Limpeza Étnica na Palestina'. Imperdível leitura de um livro icônico, pela historiografia com documentos verídicos onde se constata a trágica visão de mundo do Sionismo.