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Constitucionalismo ecológico na América Latina. Artigo de Leonardo Boff.

"A desconsideração de que cada ser possui valor intrínseco, independente de seu uso humano, uso racional, e que é portador de direito de existir dentro do mesmo habitat comum, o planeta Terra, abriu o caminho a que a natureza fosse tratada como mero objeto a ser explorado sem qualquer consideração, em alguns casos até a sua exaustão", escreve Leonardo Boff, filósofo, teólogo e escritor.

RJ: Reservas particulares estaduais protegem 6 mil hectares de Mata Atlântica.

O Estado do Rio ganhou nesta segunda-feira (27/05), Dia da Mata Atlântica, mais 16 Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) estaduais, que totalizam mais 4,5 mil hectares de proteção integral em áreas particulares. A solenidade de entrega dos certificados, no auditório SEA/Inea, contou com as presenças do secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, e da presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos.

Novo Código Florestal fez país perder até 40% de áreas protegidas, diz ONG.

A implementação do novo Código Florestal, um ano após a sua aprovação, aponta que o Brasil perdeu entre 15% e 40% de áreas previstas para conservação obrigatória, dependendo da região, mas ganhou uma legislação mais fácil de ser aplicada na prática, que permite maior preservação efetiva, mostram dados da organização não-governamental The Nature Conservancy (TNC).

Atividade agrícola impactou florestas brasileiras, revela estudo na ‘Science’.

O grande desaparecimento de aves frugívoras (que comem frutos) das florestas tropicais brasileiras, em decorrência da agricultura, tem causado um impacto sobre as árvores da região, que têm produzido sementes menores e mais fracas ao longo do último século. A conclusão é de uma equipe de pesquisadores brasileiros, mexicanos e espanhóis, cujo estudo será publicado na revista “Science” desta sexta-feira (31).

A grande contradição do capitalismo: capital antrópico versus capital natural, artigo de José Eustáquio Diniz Alves.

O capitalismo foi o sistema de produção histórico que mais gerou riqueza material em todos os tempos. Antes da Revolução Industrial e Energética, no final do século XVIII, o ritmo de crescimento econômico e o volume de produção de bens e serviços era muito modesto. Mas o aprofundamento da divisão social do trabalho junto com a aplicação de tecnologias de produção em massa e o uso indiscriminado de combustíveis fósseis fez a economia dar um salto exponencial de crescimento.

Investimento em usinas hidrelétricas é polêmico na Alemanha.

A força da água impulsionou a industrialização e costumava ser a principal fonte de energia no início do século passado. Naquela época, mais de 100 mil usinas hidrelétricas funcionavam no país. Atualmente, esse número é de apenas cerca de 7500. Essas centrais fornecem cerca de 3% da eletricidade total da Alemanha.