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Agrotóxico (Pág. 1 de 42)

Agrotóxicos: As crianças da Europa herdarão a crise de saúde pública decorrente das novas aprovações de pesticidas na UE.

Mais uma matéria que demonstra que mais que as indústrias agropetroquímicas seriam as responsáveis. Na verdade são os praticantes do agronegócio que não buscam soluções que são verdadeiras, eficientes e lucrativas. Temos em nosso website várias matérias que mostram isso. Não só para hortaliças, mas também para a malfadada soja, trágica 'commoditiy' que encanta o povo do agronegócio. A indústria só produz, mas quem viabiliza o envenenamento é quem compra e usa esses produtos.

Agrotóxicos: Trump aprova agrotóxicos tóxicos e cancerígenos permanentes para importantes culturas alimentares, nunca antes utilizados nos Estados Unidos.

Com uma notícia como essa quem ainda duvida de que exista corrupção da pior espécie nos EUA? É impressionante como os adeptos da crença chamada 'agribusiness', imaginam que seus corpos estão acima de quaisquer dos efeitos maléficos dos produtos que misturam com aquilo que desavergonhadamente chamam de 'alimento'. Desde quando veneno se coaduna com alimento?

Agrotóxicos: Rastreando os favores concedidos pelo governo Trump à indústria de agrotóxicos.

Nesta matéria o que interessa é a ideologia e a visão de mundo e de humanidade dessa vergonha do ser humano. Como um povo pode eleger um ser tão abominável, cruel e corrupto para ser seu presidente. Ser o gestor de um país que se apresenta como democrata, 'cristão' e 'honesto'. Agora cada vez fica mais claro como a ideologia de uma meritocracia obtusa e parcial domina a maioria do povo estadunidense. Mas novas esperanças podem surgir nessa miscelânea de etnias que formam os EUA. Essa é a esperança de uma nova humanidade. Vale a pena se observar que é exatamente isso que o Congresso Nacional, que nós elegemos, está fazendo a mesma coisa. O que será que contaminou esses representantes do povo que estão fazendo tudo na verdade, contra ele!

Agrotóxicos: Revelado – como o lobby agrícola mais poderoso da Europa acabou com a lei da UE sobre agrotóxicos

Essa matéria tem um aspecto extremamente perturbador. É tanto a doutrina como a ideologia que acabou por contaminar toda a chamada produção de alimentos, desde a base. Ou seja, desde o agricultor. Houve um tempo em que se fazia 'agricultura', ou seja, praticava-se a 'cultura no campo'. E cultura não era só o cultivo, mas cultura no sentido mais amplo de ação do ser humano com as forças da natureza. No entanto, essa situação parece ter desaparecido dentro da doutrina e da ideologia do 'agribusiness', no estilo estadunidense. De cultura está-se no negócio no e do campo. Deixou-se de produzir para comer, mas sim produzir para vender. Não importa mais como. E isso domina, como uma crença transcendente, todos os espaços planetários. O 'agribusiness' não é só uma atividade típica das ex-colônias como as Américas. Hoje os EUA é que 'colonizaram' também os colonizadores do Velho Continente. E tem sido da pior espécie. Porque se ignora que a agricultura deveria produzir saúde e bem viver integrado com os espaços onde se chega para colher alimentos. Agora não mais. Hoje a visão industrialista se apossou dos locais onde existia harmonia e interação com os outros seres que habitam o mesmo Planeta. Só o que importa é o lucro, acima de tudo e de todos!

Agrotóxicos: O glifosato, um agrotóxico comum, danifica o DNA humano mesmo em baixas doses.

É estarrecedor quando se vê a postura dos órgãos oficiais que deveriam estar na vanguarda na defesa da saúde de toda a sociedade, mas o que se constata é sempre a defesa das corporações e do envenenamento de todos. Sempre são colocadas dúvidas das pesquisas quando elas apresentam os efeitos nefastos dos venenos como se o que viesse da indústria já tem o pressuposto de que são isentas e probas. Bem ao contrário é o que recebem as pesquisas independentes e incontestáveis. E o mais trágico é a população continuar elegendo seus 'representantes' que jamais lhes representam. Bem ao contrário, sempre estão em ações objetivas contra os seus eleitores. Como podemos, a sociedade, ser tão estúpidos e tacanhos!?

Agrotóxicos: Agrotóxico aprovado pela UE demonstrou ter efeitos potenciais no desenvolvimento cerebral.

Veneno autorizado para emprego no Brasil em soja, batata, feijão, maçã, tomate e alho. É um PFAS, ou seja, um 'forever chemical/químico eterno'. Ou seja, é um disruptor endócrino. E vale se observar que foi autorizado na UE num trabalho de 2005/06. Mas devemos reconhecer que seus efeitos sobre a tiroxina materna, em doses infinitesimais, por ser um PFAS, só foram sendo ampliados na última década desse século. E por isso está na hora da Anvisa pular na frente e ignorar a arrogância do agronegócio e do Ministério da Agricultura. Tudo em nome da saúde dos seres vivos, entre eles, os humanos!

Agrotóxicos: Glifosato – Câncer, doenças hepáticas, disfunção endócrina e outros problemas de saúde.

Com o vasto manancial de estudos e pesquisas que mostram quem é o glifosato, admira-nos que tanto a corte suprema da justiça dos EUA, como todo o staff do governo Trump, incluindo ele, ousam considerar que ele é 'inócuo' quando aplicado conforme as orientações da Monsanto/Bayer? Vê-se que a questão é muito mais ideológica do que científica. Esses defendem o capital em detrimento da saúde de todos os seres vivos, da flora intestinal, a higidez endócrina até à saúde uterina e dos espermatozoides. E a lista de estudos é ampla e inquestionável.

Agrotóxicos: A decisão da Suprema Corte sobre o glifosato é um ponto de virada para a regulamentação de agrotóxicos

Quando se lê uma notícia como essa, logo ficamos chocados como países como os EUA estão agindo numa defesa ferrenha das corporações de agrotóxicos e se contrapondo à saúde da população. Nesse ponto fica claro o conluio que existe entre o 'agribusiness/agronegócio', as corporações e o governo de plantão. E mais inquietante é como se vê o mesmo acontecendo aqui no Brasil. A única diferença de lá e cá, é estar o congresso nacional no lugar do governo nessa ação criminosa contra a população. E somos nós, infelizmente, que elegemos tanto os governos como os congressistas. A pergunta sempre é: o que leva a existir essa incongruência da sociedade tanto lá como aqui?