Belo Monte já é uma realidade
Belo Monte já é uma realidade. Luta de décadas, desde a época da ditadura quando não havia o embuste das 'público/privadas', perdida pelo mesmo poder de sempre!
Belo Monte já é uma realidade. Luta de décadas, desde a época da ditadura quando não havia o embuste das 'público/privadas', perdida pelo mesmo poder de sempre!
Nós existimos. Luta pela terra e autodeterminação, reflete a professora Oiara Bonilla.
Astronomia Tukano, estudo realizado por dois cientistas brasileiros junto à comunidade amazônica.
Astronomia dos nativos do Brasil, conhecer as constelações brasileiras, e ver como viam (e ainda vêem) o céu noturno.
Terras indígenas e redução do desmatamento. Estudos expõem a importância da demarcação não só pelo respeito cultural como para mitigar as mudanças do clima.
A conservação de terras indígenas é importante não só para a manutenção do modo de vida desses povos, mas também para a política de clima no Brasil. De acordo com estudo do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) em parceria com a Sociedade Alemã para a Cooperação Internacional (GIZ), que será lançado nos próximos dias, os territórios indígenas na Amazônia brasileira representam uma reserva de cerca de 13 bilhões de toneladas de carbono (46,8 bilhões de toneladas de CO2) – 30% do que existe estocado na floresta.
Os índios estão mais fortes, mas forças anti-indígenas também. São as palavras do escritor Felipe Milanez no mesmo tempo do lançamento de seu mais novo livro.
Belo Monte, processo de aniquilar os povos tradicionais da Amazônia, além da destruição da floresta e da degradação social e ambiental de toda região, para salvar o interesse econômico de muito poucos.
Belo Monte, tragédia brasileira que tem demonstrado por sua imposição construtiva instaurou um verdadeiro cenário de guerra de extermínio não só de parte da floresta amazônica com a degradação de toda sua fauna e flora, como mais violento tem sido o etnocídio das comunidades tradicionais e dos migrantes.
Em 2015, o processo administrativo que reconheceu o direito do povo Manoki ao seu território tradicional debutou. A identificação da área ocorreu em 2000. Desde 2008, quando a Terra Indígena (TI) Manoki foi demarcada, os indígenas aguardam uma assinatura da presidência da República para ver sua terra homologada, dando segurança jurídica a quem deseja ter condições de usufruir em paz de seu território e também definindo a situação dos não indígenas que exploram parte dos 206 mil hectares de floresta amazônica, no noroeste de Mato Grosso. Indenizar quem ocupou a área de boa-fé no passado, em decorrência de incentivos do próprio governo, é direito defendido também pelos Manoki. Mas, enquanto nada acontece, a situação torna mais complexa a relação entre populações vizinhas que sofrem, no campo, com carências em comum. Os maiores desmatamentos ocorridos nos últimos anos na TI Manoki concentram-se justamente na divisa com o Projeto de Assentamento (PA) Tibagi, no norte da terra indígena.