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Povos originários preservação ambiental

Tradições: Os indígenas que protegem a Amazônia com ajuda da tecnologia

Um belo passo dos povos originários de integrar os avanços tecnológicos para preservar o ecossistema amazônico.

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Tradições: A complementaridade entre saberes indígenas e a ciência ocidental

As nações que ainda têm em seus habitantes os chamados povos originários, deveriam ser mais inclusivas e mesmo inteligentes. Sem dúvida que o pensamento e os procedimentos eurocêntricos que consideram que somente o que é originário de suas doutrinas vêm mostrando que, como seres humanos, ainda mais com essa postura arrogante de se considerarem os 'povos eleitos de Deus', estão indo para uma situação suicida em todos os níveis. E o nosso Brasil ainda tem essa riqueza legada pela humanidade: termos entre nós povos que, como é dito abaixo, estão em harmonia e integração com todos os bens que o próprio Deus dos 'brancos' criou para estarem em convivência com todos os seres planetários. Ainda é tempo. Sejamos mais humanos e inteligentes, além de inclusivos e expressando o profundo 'amor a todos os próximos'.

Brasil: Ditadura – os mortos pouco chorados pelo Brasil

Parece que a ideologia que nutre as Forças Armadas em todas as Américas, vide as histórias, como exemplo, do Canadá, da América do Norte, da Argentina e mesmo do Brasil, se escracha em suas relações com os povo originários. Sempre parece estar obviamente embutido, de preferência, o seu extermínio. Olhando a história das invasões/conquistas do europeus ainda lá nos séculos XV e seguintes, foi exatamente o mesmo processo. Mas, deveríamos reconhecer de que os exércitos que invadiram as Américas eram dos Impérios que vieram com esta finalidade: sacar tudo que fosse possível e tivesse 'valor', para agradar as elites imperialistas. No entanto, as Forças Armadas das 'nações' americanas, não estão mais a serviço destes impérios dos quais elas se 'libertaram'. Mas porquê continuam agindo da mesma forma? Será que a ideologia das Forças não está totalmente dominada e domesticada pela doutrina da colonialidade? Ou seja, de estarem inconscientemente ainda a serviço dos Impérios? Ressalta às nossas vistas, a figura magnífica do Marechal Rondon. Mas será que ser tão dissidente e humano nas relações com os povos originários, não era porque sua mãe tinha ascendência direta dos Bororo?

Saúde: Corações e cérebros

O quanto esse projeto é importante no nosso ponto de vista? Simplesmente porque mostra o quanto a dita sociedade ocidental moderna e evoluída, é na verdade uma opção de vida autofágica e suicida. Em meio a um discurso higienista, excludente e antinatural, só demonstra que suas decisões no que se refere à sua dieta, de que é atrasada e doentia. Ainda há tempo de mudarmos, globalmente, com esses exemplos de sociedades que vivem mais integradas com a vida natural de que os seres humanos, no mundo supremacista branco e antropocêntrico, está tendo, na verdade, são doenças civilizatórias e que sua vida cotidiana vem sendo um equívoco porque é intrinsicamente contra a sanidade de cada um e todos.

Tradições: Marco temporal – Reflexo do colonialismo e uma afronta aos direitos humanos e à Constituição Federal de 1988

A reflexão que a autora faz do absurdo que é a pretensa legalização do malfadado 'marco temporal', somente comprova a predominância da doutrina do supremacismo branco eurocêntrico agora plasmado nos 'patriotas' (ou idiotas?) nacionais. Como diz o pensador e imortal brasileiro, Ailton Krenak, o que deveríamos estar nos concentrando é em sermos anticoloniais e não pensarmos numa perspectiva decolonial. O que propomos objetivamente é tirarmos de dentro de nós, como no filme "Matrix", o verme que nos corrói em nossas vísceras, e nos faz contaminados pela ideologia da colonialidade. A ilegalidade que se manifesta depois da abertura da caixa de pandora feita pelo ex-capitão, talvez tenha sido o seu grande legado. Tirou as nossas máscaras de 'brasileiros'. Agora este apodo que surge lá no século XVI dado aos portugueses que viviam da função de 'fazer o pau-brasil' e daí tinham a profissão de 'brasileiros', como padeiros e marceneiros, fica desvelado. Precisamos ser é brasilenses, brasilinos ou quaisquer outros adjetivos gentílicos que nos denote verdadeiramente nascidos e integrados ao Brasil, como indivíduos na riqueza de sermos Seres Coletivos.

Tradições: ‘Não temos de fazer crítica decolonial, e sim, contracolonial’’

Realmente é um presente da Vida termos um pensador com a força do coração e a lucidez do pensar, com a simplicidade e a objetividade de Ailton Krenak. Ao fazer esta pequena digressão sobre Darcy Ribeiro, nos dá uma verdadeira direção e um propósito existencial neste momento planetário, de como nos colocarmos frente o passado e o futuro de nós mesmos, como indivíduos e como coletividade nacional. Por favor, Ailton, continua nos acordando para que possamos nos levantar da humilhante submissão cultural, religiosa e social a que nos auto submetemos por absoluta falta de treino de sentir e por isso pensar.

Tradições: Conhecimento ancestral orienta ambientalistas indígenas brasileiros: “Nossos mais velhos já diziam que o sol ia esquentar mais”

Temos tido a felicidade de reconhecer como a luta pelos direitos da humanidade passa pelas mulheres. E nada mais lógico! Elas são as repositórias da vida humana no planeta. Se todas se juntarem e disserem não teremos mais filhos, a humanidade acaba. Assim, nada mais óbvio do que elas estarem a frente de todas as lutas que sejam contra o patriarcado capitalista, individualista, excludente e autoritário. Honremos estas mulheres que em luta, trazem a esperança de Vida para todos no Planeta. E aqui se vê como diferente da mulher com visão supremacista branca eurocêntrica, a mulher dos povos originários está integrada com as forças da natureza já que reconhece que é dela que virá e vem a saúde dos filhos de todos os seres da Terra.

Tradições: Maori – Falar a Língua da Terra

Sem dúvida que vivemos, a humanidade, novos tempos. Nunca os povos originários foram tão reconhecidos como agora, até mesmo pelos descendentes daqueles europeus que, a partir do século XV, saíram invadindo todos os continentes. Infelizmente, foram impondo suas verdades, autoritária e cruelmente, como se únicas fossem e com isso devastando a riqueza da diversidade humana. E assim, o planeta passou séculos nessa escuridão. Mas na entrada do século XXI, esta triste realidade do supremacismo branco eurocêntrico esmorece e novas oportunidades de nos reenriquecermos com a diversidade das culturas vão se reestabelecendo. Que lindo e que os novos tempos tenham vindo para ficar e darem novas possibilidades para a cura de todos. O capitalismo com seu individualismo indigno e cruel pode agora estar sendo lentamente substituído pelo paradigma da visão de mundo dos Seres Coletivos, onde todos são acolhidos, incluídos e reconhecidos. Tanto animados como inanimados.

Tradições: Presidente do México assinou a reforma constitucional que reconhece os direitos indígenas

Mais uma ação objetiva e direta onde os povos originários de várias partes do mundo que foram violentados e massacrados pelo supremacismo branco eurocêntrico, são reconhecidos em sua dignidade como seres humanos e donos de seus destinos. Uma movimentação exemplar do México para todos os povos das Américas. Sigamos nós também no Brasil esse passo digno de todo o povo mexicano!

Tradições: Fazendeiros destroem antiga civilização na Amazônia

Mais uma demonstração do que os 'brasileiros' - como os portugueses que faziam o pau-brasil desde o século XVI - que exortam a degradação, a exploração e a devastação de todo o solo e a cultura do País. A única coisa que os invasores fazem, é extirpar tudo sobre tudo, por dinheiro. Esses são os 'patriotas' e no restante do pais estamos nós, os 'idiotas' que não fazemos nada até porque queríamos estar fazendo o que eles fazem. O dinheiro acima de tudo e de todos. Esse é o verdadeiro 'deus' que nos une.

Tradições: Como a ideologia dos militares moldou a Amazônia de hoje

Importante matéria que mostra, como já refletimos anteriormente, que a devastação da Amazônia em todos os níveis: desmatamento, queimadas, gado, soja, desrespeito aos povos originários, as minerações e invasões do capital estrangeiro, são reflexos de uma política ideológica do organismo pago pelos brasileiros para lhes defender, o Exército, dentro das Forças Armadas. Percebe-se que, mesmo que indiretamente, professam a doutrina da colonialidade, fundada num capitalismo indigno e cruel, além de mostrarem ser supremacistas antropocêntricos e etnocratas. Sabe-se hoje, inclusive cientificamente, que uma das saídas para o impasse civilizatório que a humanidade está trilhando para seu extermínio, é a busca dos fundamentos de todos os povos originários de todos os continentes. Reconhece-se que a visão de mundo eurocêntrica com suas revoluções industrial, agrícola, petroquímica e tecnológica, está gerando um beco sem saída para a sobrevivência de todos os seres vivos, incluindo os humanos. Lastimamos que sustentamos quem não nos sustenta. Está na hora dos militares avançarem com seus corações e mentes e abandonarem a visão de mundo supremacista portuguesa do século XV que além de estar há séculos superada, mostra-se deletéria e caquética.