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Globalização: As origens ancestrais da oligarquia

Interessante matéria porque desmistifica alguns aspectos da sociedade estadunidense que, às vezes, são erradamente fantasiados por uma bela parcela dos que não são dos EUA.

Capitalismo (Pág. 1 de 13)

Globalização: Palhaços da Classe Dominante

Dramática discrição do que vivemos atualmente com os 'donos' das Big Techs, muito mais do que os 'meritocratas' que geraram as atuais corporações da Big Oil e outras. O mundo de agora é uma retorno milenar aos imperadores, não mais de nações, mas de empreendimentos privados e autônomos, além de plenipotentes. Tempos obscuros, sem dúvida.

Plásticos: Por que o plástico dominou o planeta?

Uma rápida entrevista com uma eminente batalhadora estadunidense que vem há anos conclamando tanto a população como os gestores públicos quanto ao perigo concreto e inquestionável da presença de plástico no mundo de hoje. Sempre vale a pena nos informarmos para, ao sabermos, decidirmos que direção queremos dar em nossas ações de nosso consumo cotidiano.

Globalização: Como os magnatas da tecnologia invadiram a empresa

Chegamos sim, como humanidade e não um recanto qualquer como foi com Luís XIV, na França, onde ele simplesmente disse: 'La loi c'ést moi', ou seja, 'a lei sou eu'. Agora 'I am the corporation', ou seja 'a corporação sou eu'. E assim aportamos no ápice de um novo píncaro do capitalismo mais egóico e avassalador jamais imaginado. Só isso. Ao se ler a análise do comentarista se fica perplexo pelo absolutismo que um indivíduo como Musk alcança, deixando-nos, o restante da humanidade, totalmente acorrentados nessa opção civilizatória. Futuro? Quem poderá imaginar?

Globalização: “A conquista europeia não teria alcançado êxito sem as epidemias que devastaram as populações indígenas”

Reflexões que trazem a história de mais de 500 anos e que agora vivemos, intensamente, a ideologia supremacista que se estabeleceu como modus vivendi e operandi tanto nas antigas colonizadoras como nas suas colonizadas. Triste como em muitíssimos dos seus atuais moradores, de coração e mente, há a prática fiel tanto da doutrina da colonialidade como do supremacismo branco, excludente, devastador, cruel e egocentrado.

Globalização: As molas mórbidas do capitalismo tardio

A tragédia global, fruto da visão de mundo capitalista, indigna e cruel, está levando, entre outros aspectos, à degradação de toda a humanidade. Triste opção gerada da doutrina do supremacismo branco antropocentrista, que ignora todas as alteridades, incluindo a dos seres humanos que deplorados, buscam caminhos dramáticos em sua desesperança.

Tradições: O que está no estado de direito?

O que mais impressiona, nos dias atuais, é reconhecer de que os fatos, mesmo sob a égide da 'lei', não escondiam em nada a essência da tirania do supremacismo branco eurocêntrico. Mesmo que muitos do que hoje nascem, vivem e se 'imaginam' nacionalistas nas ex-colônias, no dia a dia praticam, na quase totalidade das vezes com total inconsciência, a doutrina da colonialidade. Ou seja, ainda ideológica, pragmática e culturalmente, estão contaminados pela mesma visão de mundo que este excelente texto, com uma reflexão límpida e clara, mostra de como agiam os colonizadores, aqui representados pelo Império Britânico. E essa colonialidade se expressa e se manifesta nas emoções, nos pensamentos e nas práticas existenciais em todas as áreas em que os 'patriotas' das ex-colônias se relacionam com a Nação e seus 'pares'. Não só quanto aos Povos Originários, como no Brasil e alhures, como também na forma do uso da terra, das águas, das florestas, da produção de alimentos e da maneira como a produção e a extração de todas as ordens são praticadas. Como nos desvencilharmos desta contaminação civilizatória é o grande desafio que todos os habitantes das ex-colônias terão que enfrentar, mais hoje ou mais amanhã.

Globalização: A construção do apocalipse americano

Reflexão desse pensador italiano que sempre traz aspectos importantes de serem guardados por conterem análises profundas da cultura dos EUA, e do mundo ocidental. No nosso ponto de vista, o Brasil, com sua opção pela ignorância e pela franqueza de reconhecer suas fissuras, está indo pela mesma trilha. Caricaturalmente opta pelo falido supremacismo branco eurocêntrico, pela doutrina da colonialidade e pela submissão ao capitalismo cruel, insano, devastador e indigno. E pior que alicerçado no fundamentalismo religioso totalmente hipócrita, materialista, excludente e autofágico. Acordamos ou sucumbiremos junto.