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Plásticos: Por que o plástico dominou o planeta?

Uma rápida entrevista com uma eminente batalhadora estadunidense que vem há anos conclamando tanto a população como os gestores públicos quanto ao perigo concreto e inquestionável da presença de plástico no mundo de hoje. Sempre vale a pena nos informarmos para, ao sabermos, decidirmos que direção queremos dar em nossas ações de nosso consumo cotidiano.

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Globalização: Como os magnatas da tecnologia invadiram a empresa

Chegamos sim, como humanidade e não um recanto qualquer como foi com Luís XIV, na França, onde ele simplesmente disse: 'La loi c'ést moi', ou seja, 'a lei sou eu'. Agora 'I am the corporation', ou seja 'a corporação sou eu'. E assim aportamos no ápice de um novo píncaro do capitalismo mais egóico e avassalador jamais imaginado. Só isso. Ao se ler a análise do comentarista se fica perplexo pelo absolutismo que um indivíduo como Musk alcança, deixando-nos, o restante da humanidade, totalmente acorrentados nessa opção civilizatória. Futuro? Quem poderá imaginar?

Globalização: “A conquista europeia não teria alcançado êxito sem as epidemias que devastaram as populações indígenas”

Reflexões que trazem a história de mais de 500 anos e que agora vivemos, intensamente, a ideologia supremacista que se estabeleceu como modus vivendi e operandi tanto nas antigas colonizadoras como nas suas colonizadas. Triste como em muitíssimos dos seus atuais moradores, de coração e mente, há a prática fiel tanto da doutrina da colonialidade como do supremacismo branco, excludente, devastador, cruel e egocentrado.

Globalização: As molas mórbidas do capitalismo tardio

A tragédia global, fruto da visão de mundo capitalista, indigna e cruel, está levando, entre outros aspectos, à degradação de toda a humanidade. Triste opção gerada da doutrina do supremacismo branco antropocentrista, que ignora todas as alteridades, incluindo a dos seres humanos que deplorados, buscam caminhos dramáticos em sua desesperança.

Tradições: O que está no estado de direito?

O que mais impressiona, nos dias atuais, é reconhecer de que os fatos, mesmo sob a égide da 'lei', não escondiam em nada a essência da tirania do supremacismo branco eurocêntrico. Mesmo que muitos do que hoje nascem, vivem e se 'imaginam' nacionalistas nas ex-colônias, no dia a dia praticam, na quase totalidade das vezes com total inconsciência, a doutrina da colonialidade. Ou seja, ainda ideológica, pragmática e culturalmente, estão contaminados pela mesma visão de mundo que este excelente texto, com uma reflexão límpida e clara, mostra de como agiam os colonizadores, aqui representados pelo Império Britânico. E essa colonialidade se expressa e se manifesta nas emoções, nos pensamentos e nas práticas existenciais em todas as áreas em que os 'patriotas' das ex-colônias se relacionam com a Nação e seus 'pares'. Não só quanto aos Povos Originários, como no Brasil e alhures, como também na forma do uso da terra, das águas, das florestas, da produção de alimentos e da maneira como a produção e a extração de todas as ordens são praticadas. Como nos desvencilharmos desta contaminação civilizatória é o grande desafio que todos os habitantes das ex-colônias terão que enfrentar, mais hoje ou mais amanhã.

Globalização: A construção do apocalipse americano

Reflexão desse pensador italiano que sempre traz aspectos importantes de serem guardados por conterem análises profundas da cultura dos EUA, e do mundo ocidental. No nosso ponto de vista, o Brasil, com sua opção pela ignorância e pela franqueza de reconhecer suas fissuras, está indo pela mesma trilha. Caricaturalmente opta pelo falido supremacismo branco eurocêntrico, pela doutrina da colonialidade e pela submissão ao capitalismo cruel, insano, devastador e indigno. E pior que alicerçado no fundamentalismo religioso totalmente hipócrita, materialista, excludente e autofágico. Acordamos ou sucumbiremos junto.

Antropoceno ou Capitaloceno?

Por que este texto de 2020? Para complementar os textos sobre o 'Capitaloceno e o desequilíbrio irreversível da Terra' e o texto das ONGs militares brasileiras, 'Projeto militar para a ...', e assim podermos ter mais subsídios para refletirmos sobre nossas ações, individuais e coletivas, com mais consciência e ciência.