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A alternativa DINCH ao ftalato pode ser menos segura do que se pensava.

DINCH, ou 1,2-ciclo-hexano ácido dicarboxílico di-isononil éster, é comumente usado como alternativa segura aos plastificantes à base de ftalato. No entanto, um estudo canadense publicado na revista “Environmental Research” agora mostra que o DINCH pode não ser assim tão seguro, tendo demonstrado que este componente exerce efeitos biológicos nos processos metabólicos dos mamíferos.

Exploração madeireira atinge 46% da área florestal do Mato Grosso. Entrevista especial com Vinicius Silgueiro.

A exploração madeireira no Mato Grosso atingiu 46% da área florestal do estado em 2013, segundo dados da pesquisa Transparência Florestal: Mapeamento da ilegalidade da exploração madeireira, realizada pelo Instituto Centro de Vida – ICV, e 70% do total da madeira explorada ilegalmente é oriunda de dez municípios, que estão localizados ao Noroeste do estado, onde há uma maior quantidade de florestas. A exploração ilegal é atribuída, entre outras razões, “às falhas que os sistemas de monitoramento e controle florestal apresentam”, explica Vinicius Silgueiro na entrevista a seguir, concedida à IHU On-Line por telefone.

Nas águas dos oceanos, esplendor e dramas.

"O estudo do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) atribui aos oceanos um valor econômico global de US$ 24 trilhões – o que corresponde à riqueza produzida em um ano pelos países mais desenvolvidos. Só que a “exploração excessiva”, a “má gestão” e o clima constituem uma “ameaça cada vez maior” (27/4/2015). O rendimento econômico advindo dos oceanos – US$ 2,5 trilhões por ano – está próximo do PIB britânico (US$ 2,9 trilhões) e do brasileiro (US$ 2,2 trilhões)", escreve Washington Novaes, jornalista, em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, 19-06-2015.

Por que Nova York declarou guerra ao isopor?

Nova York se juntou às cidades que declararam guerra contra as embalagens, pratos e copos de isopor, material que é tão atraente para os negócios quanto tóxico ao meio ambiente. A partir desta quarta-feira (1), está proibido vender, oferecer ou possuir qualquer produto feito de isopor na metrópole americana. Empresas e comerciantes têm seis meses para se adaptar. Depois desse prazo, serão multadas.

Uma vida dedicada à luta contra a gordura trans – Fred Kummerow.

No momento em que Nova York, em junho de 2015, decide proibir a gordura trans, é importante saber o que aconteceu antes disso. Em 1957, um pesquisador de nutrição da Universidade de Illinois, ainda jovem, convenceu um hospital a lhe fornecer amostras de artérias de pacientes que morreram de ataque cardíaco. Ao analisá-las, fez uma descoberta surpreendente. Não se espantou quando viu que as artérias doentes estavam cheias de gordura - porém, era um tipo específico de gordura. Os ácidos graxos artificiais conhecidos como gorduras trans, que vêm dos óleos tratados com hidrogênio, utilizados em alimentos processados como margarina, estavam tomando o espaço de outros tipos de ácidos graxos.

Espuma com mais de 3 metros de altura cobre leito do Rio Tietê.

Os 16 mil moradores de Pirapora do Bom Jesus, na região metropolitana de São Paulo, surpreenderam-se nos últimos dias com o volume de espuma que cobriu o Rio Tietê e tomou as ruas da cidade. Com mais de 3 metros de altura, a camada de espuma chegou até a porta de algumas casas. O fenômeno é frequente nesta época do ano, quando as chuvas diminuem e o problema da poluição no rio se agrava (junho de 2015).

“Engole essa”: uma Entrevista Especial com Joanna Blythman.

Especialista em saúde natural e criador do website Mercola.com, Dr. Joseph Mercola entrevista Joanna Blythman, autora do livro "Swallow This: Serving Up the Food Industry's Darkest Secrets", (nt.: 'Engole isso: está na mesa os segredos obscuros da indústria alimentícia') que esmiúça os detalhes de como o alimento processado torna-se a antítese de uma dieta saudável.

Alertas de desmatamento mais que dobram.

O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) divulgou na quinta-feira (18) os resultados de seu Sistema de Alertas de Desmatamento na Amazônia Legal (SAD) de maio, reafirmando a tendência de aumento do desmatamento no bioma. No mês passado foram registrados alertas em uma área de 389 km², destruição 110% maior que a identificada em maio de 2014.