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ONGs querem Amazônia como prioridade no próximo governo.

Três das principais ONGs que atuam na Amazônia decidiram se unir e apelar aos dois presidenciáveis que disputam o segundo turno na eleições deste ano em nome do desenvolvimento sustentável da Amazônia. A plataforma Amazônia e as Eleições 2014: Oportunidades e Desafios para o Desenvolvimento Sustentável traz uma profunda análise da região e propõe recomendações que serão enviadas aos candidatos à presidência da República. O documento foi elaborado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e Amigos da Terra – Amazônia Brasileira.

Químicos nos alimentos.

Os métodos modernos de produção de alimentos têm aberto imensas avenidas para a exposição a carcinogênicos ambientais e compostos disruptores endócrinos. Agrotóxicos espargidos sobre os cultivos, antibióticos empregados na avicultura e hormônios dados aos bovinos, expõem os consumidores involuntariamente a contaminantes que acabam se tornando parte integrante de seus organismos. Algumas destas exposições podem aumentar o risco ao câncer de mama.

A biologia sintética poderia abrir outra caixa de Pandora.

Haiti, o país mais pobre do ocidente, é o principal produtor mundial de vetiver e é impossível ignorar sua presença no sudoeste da nação caribenha. Porém os agricultores que o cultivam com dificuldades poderiam receber um duro golpe com a chegada de uma nova indústria: a biologia sintética. No caminho de Les Cayes, uma das maiores cidades do sul haitiano, ficamos maravilhados com os campos de vetiver de ambos os lados da estrada. E o mesmo sucede quando vamos daí para Port Salut.

O pó de fadas da Amazônia.

Ele foi o primeiro a falar no III Encontro Panamazônico realizado em Lima, nos dias 6 e 7 de agosto. Tem um discurso apaixonado e uma qualidade um tanto rara para um cientista: sabe combinar dados com histórias, explicação com emoção. Antonio Nobre, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), conta nesta conversa qual é a mágica da Amazônia, em que consistem seus segredos e por que as mudanças climáticas e o desmatamento a ameaçam seriamente...

Um roteiro seguro para nossas águas.

É preocupante que a maior parte das discussões sobre a crise no abastecimento de água em várias regiões do País continue a admitir – explícita ou implicitamente – que a solução virá, neste fim de ano, apenas com a “normalização” do regime de chuvas, principalmente em São Paulo, Minas Gerais e no Cerrado. Será preciso muito mais.

Justiça derruba liminar que suspendia licenciamento da Usina São Manoel.

A pedido da Advocacia-Geral da União (AGU), o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), derrubou a liminar que suspendia o licenciamento da Usina Hidrelétrica de São Manoel, caso não fosse realizada consulta aos povos indígenas potencialmente impactados no prazo de 90 dias. A AGU argumentou que a decisão de primeira instância poderia causar atrasos nas obras e interferir no equilíbrio econômico do setor, já que a usina contribuirá para o atendimento da demanda de energia elétrica nos estados de Mato Grosso, do Pará e do Amazonas.

Acidificação dos oceanos cresce 26% nos últimos 200 anos, diz relatório.

O pH dos oceanos aumentou 26% em média nos últimos 200 anos, ao absorver mais de um quarto das emissões de CO2 geradas pela atividade humana, adverte um relatório publicado nesta quarta-feira (8), em Seul. Pesquisadores ligados à Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB) analisaram centenas de estudos existentes sobre este fenômeno para redigir o documento que apresentaram em Pyeongchang (Coreia) por ocasião da 12ª reunião da convenção das Nações Unidas sobre a proteção da biodiversidade.

Uso excessivo de antibiótico na produção de peixes afeta o ambiente dos rios e a saúde do homem.

A aplicação excessiva de antibióticos para tratamento de peixes no Rio Paraná, no reservatório de Ilha Solteira, em Santa Fé do Sul, interior de São Paulo, pode comprometer a sustentabilidade do pescado na região, que é responsável por 65% da produção de tilápia do Estado. O uso sem controle do remédio destrói a microbiologia do rio, afetando os peixes que vivem fora do cativeiro, e facilita o surgimento de bactérias resistentes, que dificultam o cuidado dos peixes e ainda podem ser transferidas aos homens, com implicações para a saúde.

Brasília, olhe para o mar e o proteja da degradação.

Com cerca de 8 mil km de costa e uma vasta área marinha jurisdicional correspondente, o Brasil está entre os países com maior responsabilidade global na conservação dos oceanos. Fomos abençoados com uma enorme riqueza e diversidade de vida em nosso mar, graças à extensão dessa jurisdição nacional. Entretanto, nos últimos dois governos essa riqueza foi simplesmente ignorada, quando não se adotaram políticas fortemente daninhas à sua conservação e uso sustentável. Ao nos perguntarmos o que poderia melhorar na gestão ambiental em um próximo governo federal, seja lá de quem for, o mar aparece como um dos maiores passivos em (falta de) política adequada a serem resolvidos.