
Plástico: ‘Compostável’ realmente se decompõe?
Sempre a tentativa de manter o mesmo status quo. Como nós os consumidores somos os verdadeiros responsáveis pela poluição global já que somos nós que ...
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Sempre a tentativa de manter o mesmo status quo. Como nós os consumidores somos os verdadeiros responsáveis pela poluição global já que somos nós que ...

A realidade que todos nós fazemos questão não só de desconhecer, mas simplesmente rejeitar em nossos comportamentos cotidianos, está aí irrefutável. Talvez para nós, os ...
Matéria que nos mostra como a ciência, com seus inquestionáveis talentos de criatividade, pode sim sair da tragédia, apresentada como inexorável, da dependência, no mundo moderno como está, e da escravidão às resinas plásticas sintéticas. Aqui demonstra como os laboratórios podem buscar alternativas em meios naturais. Claro que aqui não se está discutindo a ideologia do descartável e da visão de ciclo único para aquilo que é industrializado. Mas, mesmo que não esteja, é uma situação comportamental que não pode ser esquecida nem negligenciada.
Nem todos sabem que esse 'poliéster' reciclado abaixo citado, vem das garrafas 'PET' por ser a resina um poliéster como das roupas. Há pouco tempo aqui no Brasil apareceram as camisas 'ecológicas' porque teriam fios de algodão e poliéster de pet reciclado. A pergunta que se fez, foi: e quando envelhecer a camiseta, poderemos separar os dois fios, para reciclar novamente o poliéster e o algodão? E sempre ficava essa interrogação. Agora ainda deverá se acrescentar a questão das microfibras das camisetas 'ecológica'. Enfim, parece não haver alternativa. Sendo sintético quaisquer materiais, nunca a Vida vai poder reconhecê-las e por isso ficarão como resíduos gerando micro e nanoplástico ou micro e nanofibras. Todas as moléculas sintéticas são definitivamente 'antinaturais'. A única saída, ainda é a retomada de tudo o que natural. A não ser que todos viremos robôs!
Realmente um texto didático, completo e extremamente importante que todos nós leiamos para conhecermos várias das facetas que envolvem a existência e o uso das resinas plásticas nos dias atuais. Aqui mostra como a doutrina do pós IIª Guerra que se transformou em ideologia, promovidas pelo inquestionavelmente supremacismo branco eurocêntrico, violentamente antropocêntrico, liderado pelos EUA, mostram ser suicidas e criminosas. E qual o seus fundamentos? Simplesmente o dinheiro como deus supremo de todas as vidas humanas, estejam onde estiverem. Como temos defendido, somente se a humanidade como um todo, optar por outras humanidades que estão aí, desprezadas e achincalhadas pelo supremacismo branco, onde a humildade e a simplicidade, embasadas na compreensão de que somos, acima de tudo, Seres Coletivos, em nossa individualidade, iremos reencontrar caminhos que são trilhados e foram vividos por todos, para termos futuro para os nossos descendentes. Que tragédia a herança que estamos legando para os que estão vindo depois de nós! Triste e cruel!
Sem dúvida que o plástico trouxe um tipo de opção civilizatória que 'facilitou' muito a vida cotidiana e mesmo nos processos de produção industrial e agrícola. Porém, parece que uma nova visão civilizatória precisará surgir para que outros caminhos da humanidade possa levá-la a subsistir. E esse é o impasse. Qualquer alternativa que esteja dentro da visão de mundo atual, infelizmente parece fracassar porque é a visão de mundo o problema e não as tecnologias que nunca conseguem se dissociar dela. No entanto, temos muitas humanidades no planeta que estão à margem, ignoradas e mesmo desprezadas, por essa visão e que poderão ser a saída para a humanidade. Mas para isso o mundo supremacista branco eurocêntrico deverá renunciar definitivamente de seus valores antropocentristas. E esse parece ser o desafio do presente para se ter futuro. É nosso ponto de vista!
É óbvio o que essa pesquisa mostra. Os nanoplásticos sendo partículas extremamente pequenas torna-se evidente que não existem barreiras naturais que as impeçam de se imiscuir em todos os tecidos. Com essa constatação de que atravessam as barreiras fisiológicas das plantas que têm a função de proteger o conteúdo dos tecidos vegetais, coloca todas as vidas que se nutrem deles numa situação que parece ser trágica. Assim, de alimento as plantas passam a ser disseminadoras de contaminação das resinas plásticas. Jamais devemos esquecer que determinadas resinas já são por si só prejudiciais como o PVC, o estireno e o policarbonato. Agora não estamos somente sendo agredidos pela resina em si, mas por cada uma das moléculas que as compõem. O que está por vir é algo estarrecedor.
Estudo que coloca o onipresente PET como um produto perigoso, mesmo que não se fale nisso, pela presença desde o material original até o reciclado, quando exacerba os compostos orgânicos voláteis e pior, de ftalatos. Se o leitor estiver desinformado, acesso os links abaixo no texto, nossa tradução coloca em destaque. Será um favor para seus descendentes, principalmente os menores, se, como responsável pela saúde e bem estar deles, banir essa resina plástica de sua vida cotidiana.
Quando vai se juntando as 'histórias' que envolve a visão de mundo, pós Thomas Edson, fortemente plasmada nos EUA, a partir da metade do século XIX, constata-se que há um forte toque autofágico, exatamente por faltar nesta visão, em nosso ponto de vista, empatia, humildade, humanismo e um sentido de transcendência. E isso vem se avolumando de tal forma que o supremacismo que parecia ser somente branco, masculino e eurocêntrico, contamina todas as etnias, as culturas e os modo de vida e sentir em todo o planeta, em tempos atuais.
Para quem acompanha esse tema dos plásticos e dos disruptores endócrinos desde o início dos anos 90, essa matéria é no mínimo irônica ou mesmo cínica. Publicamos junto com outra matéria da SciAm, para se saber que ciência é essa. Vê-se que esta é de 2009, ou seja, 16 anos de hoje e ainda estamos falando a mesma coisa com as mesmas propostas alternativas. E enquanto isso crianças nascem, bebês se desenvolvem e crianças tornam-se adolescentes. E no entanto os efeitos sobre todas as gerações desde os anos 90 continuam a apresentar, muito além das pesquisas, todos os efeitos daquilo que 'ainda' precisa ser mais estudado. Crime conta a humanidade? No nosso entender: sem dúvida!
Está aí. A matéria da mídia inglesa, The Guardian, defendendo que se deve evitar os produtos sintéticos. E mais, recomenda no final, o consumo de alimentos orgânicos como opção mais inteligente e que pode preservar a saúde de todos. Infelizmente, as corporações e os órgãos oficiais que nos representam e que sustentamos não farão nada em nosso favor.
Quantos anos? 34 anos! Sim, esse é o tempo que essa molécula é conhecida como um disruptor endócrino. Ou seja, os disruptores endócrinos desajustam, desregulam, interferem, bloqueiam, mimetizam e assim por diante, toda a higidez fisiológica e orgânica de todos os seres vivos, através de sua falsa ação hormonal, destacando aqui os seres humanos. E mesmo com todas as pesquisas científicas inquestionáveis desde os anos 80 em diante, quanto aos efeitos sobre a vida planetária, ainda existem 'cientistas' que questionam as respostas que as gerações que nasceram nos últimos 50 anos vem sofrendo. E tudo isso corre impunemente. Fica claro que o lucro imediato e direto de algumas corporações e seus asseclas, está acima da vida de todos nós. Esse é o capitalismo sonhado por aqueles que o geraram? Nós colocamos essa incógnita no coração e mente de todos!