Saúde Pública (Pág. 1 de 74)

Saúde: Um relatório prevê um aumento expressivo nos casos de câncer em todo o mundo nas próximas décadas. Veja porquê.

Notícia que a OMS nos traz demonstrando que o câncer é uma doença que apresenta altos e baixos em função da posição social e econômica das populações. Mas o interessante é o destaque de como a obesidade está vinculada ao câncer e o que tem gerado essa síndrome são os alimentos ultraprocessados, refrigerantes e outras guloseimas com açúcares.

Saúde: Cientistas afirmam que os produtos químicos presentes nos alimentos representam uma ameaça negligenciada à saúde pública.

As notícias de que os jovens têm mais cânceres do que a população mais velha, sem dúvida que se originam entre outras situações, a presença de todas as moléculas sintéticas de toda ordem que estão imiscuídas com os alimentos. Com o intuito de estarem sempre disponíveis, os alimentos perderam sua finalidade original que era, antes de tudo, para nutrir e preservar a saúde de que se alimentava. Hoje os alimentos viraram mais um item que gera negócio e lucro. Só isso!

Saúde: Jovens envelhecem mais rápido, com maior risco de câncer

Matéria muito interessante e dramática porque nos coloca um tema que, para nós os cidadãos comuns, mostra algo muito preocupante em relação às novas gerações. Agora se trata as pessoas sob dois aspectos quanto às suas idades. Uma é conhecida, a idade cronológica e a menos conhecida, é a idade biológica. Isso significa que as novas gerações estão demonstrando que seus corpos estão envelhecendo mais do que deveria ser se houve uma relação direta com suas idades cronológicas. As razões ainda estão sendo ponderadas.

Agrotóxicos: Glifosato – Câncer, doenças hepáticas, disfunção endócrina e outros problemas de saúde.

Com o vasto manancial de estudos e pesquisas que mostram quem é o glifosato, admira-nos que tanto a corte suprema da justiça dos EUA, como todo o staff do governo Trump, incluindo ele, ousam considerar que ele é 'inócuo' quando aplicado conforme as orientações da Monsanto/Bayer? Vê-se que a questão é muito mais ideológica do que científica. Esses defendem o capital em detrimento da saúde de todos os seres vivos, da flora intestinal, a higidez endócrina até à saúde uterina e dos espermatozoides. E a lista de estudos é ampla e inquestionável.

Agrotóxicos: A decisão da Suprema Corte sobre o glifosato é um ponto de virada para a regulamentação de agrotóxicos

Quando se lê uma notícia como essa, logo ficamos chocados como países como os EUA estão agindo numa defesa ferrenha das corporações de agrotóxicos e se contrapondo à saúde da população. Nesse ponto fica claro o conluio que existe entre o 'agribusiness/agronegócio', as corporações e o governo de plantão. E mais inquietante é como se vê o mesmo acontecendo aqui no Brasil. A única diferença de lá e cá, é estar o congresso nacional no lugar do governo nessa ação criminosa contra a população. E somos nós, infelizmente, que elegemos tanto os governos como os congressistas. A pergunta sempre é: o que leva a existir essa incongruência da sociedade tanto lá como aqui?

Saúde: Amostras de bonito-pintado no Rio registram até o dobro do limite seguro de mercúrio

Notícia que nos coloca de sobressalto. Nunca esquecer o que aconteceu na Baia de Minamata, no Japão, nos anos 50, 60 e 70. Foi quando ocorreu a contaminação por mercúrio nos peixes dessa baia e que gerou muitas síndromes de retardo mental por essa contaminação. A fonte era uma indústria que produzia agrotóxicos e PVC. Infelizmente, talvez esse seja mais um fator que se agrega de que no Brasil a média do QI da população em geral gira entre 83 e 87 quando o normal deveria ser 100 a 110. Assim como Minamata, urge se identificar se é uma contaminação que vem da ressurgência das correntes oceânicas, típica da região de Cabo Frio, ou se a origem é de fontes industriais e mesmo agrícola que estejam em regiões próximas.

Saúde: A alta exposição a corantes alimentares está associada a um risco aumentado de diabetes tipo 2 e câncer.

Importante se observar os órgãos que têm o compromisso de proteger a saúde pública, estarem numa cruzada de eliminar os engodos que a Big Food, ou seja, as grandes corporações de alimentos, vem impingindo à sociedade global. As corporações sempre procuraram, sutilmente, parecer que estavam simplesmente ampliando aquilo que nossos avós e pais, tiveram o privilégio de viver: com o alimento feito no aconchego dos lares e com produtos realmente saudáveis. Com a intenção de serem similar ao natural, criaram moléculas sintéticas que estão comprometendo nossos corpos. Outro aspecto importante da matéria é mostrar que dissociando certos aspectos, mesmo que de origem natural, da integridade do alimento de que são originários também podem não ser tão saudáveis como são quando estão integrados ao alimento original.

Saúde: A maioria dos estudos relata impactos na saúde humana decorrentes da exposição à radiação de torres de celular.

Como estamos cada vez mais submetidos à presença de torres com suas radiações, e isso é por nossa livre escolha, mais estamos expostos aos seus efeitos danosos. Assim, essa realidade se soma aos conhecidos efeitos que os celulares, eles mesmos, causam aos nossos cérebros. A pergunta é: estamos dispostos a dar um basta a esse 'avanço' dessa tecnologia a qual ficamos completa e totalmente viciados e dependentes?

Saúde: Alimentos ultraprocessados ​​estão ligados a ossos mais fracos e maior risco de fraturas, segundo importante estudo.

Temos tido a infeliz ideia de considerar que as nossas preguiça, displicência e negligência são mais importantes do que atenção, determinação, conhecimento e consequência. A que isso nos leva? Ao imenso prejuízo nos tempos futuros, principalmente daqueles que dependem exclusivamente de nós: nossas crianças que não têm nenhuma noção a não ser seu prazer momentâneo. E o mais sério de tudo é a nossa irresponsabilidade de não preservarmos a saúde futura de quem, nesse tempo da infância, depende completamente de nossas orientações.

Agrotóxicos: Uma única exposição. Vinte gerações depois, os danos ainda estão se revelando.

Cada vez fica mais patente de que moléculas sintéticas como são os agrotóxicos de uso comum no agronegócio e em outras formas de fazer agricultura onde a intenção não é produzir alimentos, mas negócios, têm se mostrado dramaticamente traiçoeiras e de uma letalidade absurda. Esse fungicida que é permitido no Brasil para frutas de caroço, desde a década de 90 é reconhecido como disruptor endócrino. Ou seja, 30 anos depois além dos efeitos maléficos imediatos, agora se sabe pela epigenética que sua ação navega por várias gerações. E a Anvisa ainda está em 'estudos'! O que choca uma pessoa normal é como certas autoridades e cientistas, muitas mulheres, não conseguem ter sensibilidade para reconhecerem a alteridade. Sejam humanos ou não-humanos. E nesse caso, de seres que ainda nem foram originadas da fecundação!