Povos Originários (Pág. 1 de 78)

Tradições: Guarani e Kaiowá lutam para preservar cultivos ancestrais contra a soja, a fome e os ultraprocessados.

Dramático relato de como os supremacistas brancos buscam, há mais de 500 anos, persistir na 'LIMPEZA ÉTNICA' dos nossos povos originários. Como que esses saqueadores não conseguem admitir de que estamos roubando e devastando , não as terras dos 'índios', mas o patrimônio não só de todos os brasileiros, como de todos os habitantes do planeta! Com esse aparente processo de produção de alimentos -que alimentos?, se tudo é envenenado e não é aquilo que consumimos em nossa mesa?- escamoteiam a violência do esbulho e o desrespeito por aqueles que, há milênios talvez, vieram sempre mantendo as forças da Vida, vivas! Que 'amor ao próximo' é esse? Que cumprimento do mandamento de sua visão religiosa, 'não matarás', é esse?

Tradições: Território do ‘Índio do Buraco’ vai virar área de proteção integral

Dentro dessa trágica postura do supremacismo branco que se considera superior a tudo e a todos, essa ação é o mínimo de dignidade que se pode ter com os povos originários. Sem dúvida que o Brasil como todos os países nas Américas e espaços em outros continentes do planeta, onde chegaram os europeus, arrogantemente, se imaginaram terem a pretensão de portarem todas as visões de mundo religiosas, culturais, relacionais e em todas outras manifestações humanas, como superiores e que estavam acima de todos os outros seres, incluindo os humanos. E assim, mediocremente, não conseguem viver com as diversidades, sejam humanas ou não humanas. Sua emoção está sempre contaminada pela 'monovisão', pela homogeneidade, pela pobreza material e de espírito.

Globalização: “Se o capitalismo desaparecer, uma infinidade de mundos pós-capitalistas o sucederá”

Texto que mostra que a humanidade vai muito além da visão de mundo da sociedade ocidental que tem demonstrado que seus fundamentos na vida prática, vão muito além do supremacismo branco, greco-romano-judaico-cristão-islâmico. Outros mundos estão aí latentes e vibrantes. Uma luz de humanismo que pode ser a grande saída para o empasse civilizatório dos tempos atuais.

Tradições: Governo do Brasil anuncia homologação de 4 Terras Indígenas e assinatura de 10 portarias declaratórias durante a COP 30

Se alguns acham que a vitória, mesmo que ainda tímida, foi dos Povos Originários, muito se enganam. A vitória foi do Brasil e do povo brasileiro que está agora reconhecendo, mesmo que com muxoxos, que somos muito mais do que os eurodescendentes e outros que migraram para cá e que nunca antes haviam incluído esses bravos e resilientes concidadãos que têm mantido a Vida viva e inteira. Viva todo o povo brasileiro! Todos somos um! Acolhamos a biodiversidade étnica que nos compõe e nos forma. Nunca é tarde para se abrir o coração e amor todos como próximos. Sem exclusão.

Tradições: COP30 escancara a mais nova versão da mentira

Mesmo que humanamente factível, a presença dos povos originários mais quilombolas e outras parcelas da nossa sociedade tão vilipendiadas, os grupos que detém o poder econômico, político e de persuasão, não permitiram o reconhecimento pleno desses concidadãos planetários. Mas, sem dúvida, pela primeira vez, os povos que mantêm a Vida integrada, agora mostraram seu valor e sua presença na humanidade.

Tradições: “Nossa situação está piorando”

Material que mostra como o planeta está acordando, através da resiliência e da determinação dos povos originários, que existe outras humanidades entre as culturas humanas. E, cada vez fica mais explícito, até na ação objetiva da realeza inglesa, de que sem os povos que não são os eurocentrados, a sobrevivência de todos está por um fio. Mas, como ressalta uma representante dos povos originários, que a salvação do planeta não deve ficar sobre seus ombros. E os brancos? E os sempre devastadores supremacistas brancos eurocentrados, ficam na destruição e aos originários fica o ônus de defender a humanidade, incluindo a eles?

Globalização: Vozes indígenas são ‘indispensáveis’ para evitar catástrofe climática

Incrível! Um inglês e um português, dois anciões, não importa se descendentes dos piratas e invasores europeus, agora se integram a um originário. E não é um originário qualquer. É um jovem Xipai de 19 anos! E passa a ser fantástico porque os dois anciões europeus, se associam ao jovem originário e reconhecem, como seus antecedentes não tiveram há mais de 500 anos a capacidade cognitiva para tal, que os povos originários têm muito de humanidade para compartilhar, e não evangelizar ou dominar, a Humanidade como um todo. Novos tempos se plasmam neste encontro civilizatório onde a humildade dos anciões encontram vida e integração saudável do ser humano, aos ambientes planetários, todos agora como Seres Coletivos.

Tradições:  A descolonização da mente é o primeiro passo para pensar um futuro descolonizado

Mesmo que de forma superficial, a entrevista nos traz os novos ares que chegam às academias. No nosso ponto de vista, pensamos que além de descolonizar as mentes, deveríamos ampliar para descolonizar os sentimentos dos chamados brancos, os eurodescendentes. Talvez irmos mais a frente e trazer a contribuição viva e emocionante que os povos originários nos legam ao invocarem de que somos todos Seres Coletivos. Sentimos que desta forma, não nos ocorreria nenhum tipo de exclusão, de nenhuma ordem, porque todos estamos e somos da mesma coletividade. Tanto humanos como não-humanos.

Mudanças climáticas: Os indígenas que estão plantando uma floresta de araucárias

Que magnífica notícia! Aqui se percebe de maneira claríssima as diferentes visões de mundo. De um lado, o imigrante, que não é do local para onde vai, e por isso não tem nenhuma relação profunda com os espaços. Já de outro, o povo originário que sabe onde está. Vive, visceralmente o sentimento ecológico. Sabe-se que a palavra ecologia vem do grego e é a união de duas expressões: oiko=casa, ambiente, e logos=conhecimento. E aqui mostra como os imigrantes supremacistas brancos eurocêntricos, jamais serão 'ecológicos', afinal onde chegam não é sua casa e por isso não a conhecem! Daí vem a devastação, a destruição, a degradação e a exclusão. Assim, só podemos honrar os originários que nos ensinam onde estamos.

Mudanças climáticas: Indígenas brasileiros enfrentam floresta amazônica secando

A intolerância do supremacismo branco que foi do sul e sudeste para a Amazônia, com a ação efetiva dos ditadores militares brasileiros, demonstra essa realidade de forma dramática. E pode-se ter essa percepção quando se compara com a ida dos povos do nordeste na época do ciclo da borracha. Esses vieram a transformar depois nos ribeirinhos e mesmo nos seringueiros que geraram os espaços extrativistas, mas sempre honrando a floresta. Já os atuais invasores, somente devastam, desmatam, queimam e destroem tudo o que é original e natural. E assim nem têm a capacidade de reconhecer o valor étnico e cultural dos povos originários que são e estão integrados à floresta.