
Capitalismo de vigilância
Importante documentário que mostra como ficção de Orwell, 1984, passa a ser a realidade de nosso dia a dia. O controle e o domínio do ...
Resolvemos publicar esse trabalho científico sobre a embriogênese para que os leitores possam captar a profundidade das ações dos disruptores endócrinos sobre os seres humanos que ainda nem nasceram. Temos que recuperar o conhecimento de que essas moléculas sintéticas alteram a formação saudável dos fetos, sejam XX-fêmeas, sejam os XY-machos. Como elas agem como se fossem hormônios -FALSOS-, acabam gerando disfunções definitivas e permanentes a esses seres que ainda estão em formação. E, dramaticamente estão numa situação onde são totalmente indefesos e completamente vulneráveis. E como elas atuam em níveis hormonais, ou seja, em doses infinitesimais, a agressão ficará destrutível. Por isso não seguem os conceitos corriqueiros da toxicologia convencional, da Idade Média de Paracelsus, onde a dose define seus efeitos. É impossível ter quaisquer alterações após o nascimento e mesmo durante a sua formação fetal, caso ocorram essas disfunções. E essa é a nossa responsabilidade, pessoal e coletiva, em relação ao futuro de todos os seres, humanos ou não-humanos!

Importante documentário que mostra como ficção de Orwell, 1984, passa a ser a realidade de nosso dia a dia. O controle e o domínio do ...

Documentário inglês feito pela BBC, em 1996, aqui dublado e editado, que mostra às descobertas de cientistas desde os anos 40 após o início do ...
Reflexão fundamental, no nosso ponto de vista, ao nos dar subsídios para nos entendermos como seres no mundo. Mostra três formas de se perceber nossas relações com os espaços que nos envolvem e que na visão de mundo que domina o ocidente, chamamos de natureza. Pode-se constatar de que a visão de mundo que o autor denomina de 'ecologia dos pobres', deveria na verdade chamar-se de 'ecologia integrada' porque é a única, em nosso ponto de vista, que resgata o que Krenak nos diz o que é ser-se um 'Ser Coletivo'. Nos outros aspectos é privilegiado o sentido da individualidade ter-se transformado em individualismo. Ao nos considerarmos um 'Ser Coletivo', a individualidade é reconhecida ao nos tratarmos como um "Ser', mas ao associar 'Coletivo', estaremos admitindo de que esse indivíduo está imerso numa coletividade, de humanos e não-humanos, onde todos são 'Seres'. E que todos estão integrados no mesmo plano e no mesmo tipo de compromisso com todos os outros. Sem distinção e sem primazias. Parece-nos que se conseguirmos, no mundo moderno, atingir esse paradigma, todos abdicariam de seu egocentrismo=antropocentrismo=supremacismo para alcançarmos a harmonia que ainda se constata entre os que foram chamados 'pobres'. Mas melhor, se os reconhece como povos originários e/ou tradicionais que vêm há milênios vivendo em seus ambientes originários completamente integrados com todos os seres de seu entorno, ou de seu 'meio ambiente' e/ou 'natureza'.
Dramático relato de como os supremacistas brancos buscam, há mais de 500 anos, persistir na 'LIMPEZA ÉTNICA' dos nossos povos originários. Como que esses saqueadores não conseguem admitir de que estamos roubando e devastando , não as terras dos 'índios', mas o patrimônio não só de todos os brasileiros, como de todos os habitantes do planeta! Com esse aparente processo de produção de alimentos -que alimentos?, se tudo é envenenado e não é aquilo que consumimos em nossa mesa?- escamoteiam a violência do esbulho e o desrespeito por aqueles que, há milênios talvez, vieram sempre mantendo as forças da Vida, vivas! Que 'amor ao próximo' é esse? Que cumprimento do mandamento de sua visão religiosa, 'não matarás', é esse?
Dentro dessa trágica postura do supremacismo branco que se considera superior a tudo e a todos, essa ação é o mínimo de dignidade que se pode ter com os povos originários. Sem dúvida que o Brasil como todos os países nas Américas e espaços em outros continentes do planeta, onde chegaram os europeus, arrogantemente, se imaginaram terem a pretensão de portarem todas as visões de mundo religiosas, culturais, relacionais e em todas outras manifestações humanas, como superiores e que estavam acima de todos os outros seres, incluindo os humanos. E assim, mediocremente, não conseguem viver com as diversidades, sejam humanas ou não humanas. Sua emoção está sempre contaminada pela 'monovisão', pela homogeneidade, pela pobreza material e de espírito.
Temos tido a infeliz ideia de considerar que as nossas preguiça, displicência e negligência são mais importantes do que atenção, determinação, conhecimento e consequência. A que isso nos leva? Ao imenso prejuízo nos tempos futuros, principalmente daqueles que dependem exclusivamente de nós: nossas crianças que não têm nenhuma noção a não ser seu prazer momentâneo. E o mais sério de tudo é a nossa irresponsabilidade de não preservarmos a saúde futura de quem, nesse tempo da infância, depende completamente de nossas orientações.
Cada vez fica mais patente de que moléculas sintéticas como são os agrotóxicos de uso comum no agronegócio e em outras formas de fazer agricultura onde a intenção não é produzir alimentos, mas negócios, têm se mostrado dramaticamente traiçoeiras e de uma letalidade absurda. Esse fungicida que é permitido no Brasil para frutas de caroço, desde a década de 90 é reconhecido como disruptor endócrino. Ou seja, 30 anos depois além dos efeitos maléficos imediatos, agora se sabe pela epigenética que sua ação navega por várias gerações. E a Anvisa ainda está em 'estudos'! O que choca uma pessoa normal é como certas autoridades e cientistas, muitas mulheres, não conseguem ter sensibilidade para reconhecerem a alteridade. Sejam humanos ou não-humanos. E nesse caso, de seres que ainda nem foram originadas da fecundação!
Incrível. Mas neste longo texto é fundamental conhecermos para vermos como a chamada 'porta-giratória' está efetivamente acontecendo nos EUA. Nunca devemos esquecer que o mesmo vem ocorrendo em muitos e muitos países no mundo. O que choca é como a realidade se mostra tão cruel e dramático. Aqueles que deveriam fazer o tal do 'lobby' a favor da sociedade, até porque são pagos para isso, simplesmente invertem a situação. Passam a se associar justamente àqueles de quem deveriam nos defender! Assim, ficamos cada um e todos nós, totalmente abandonados e à mercê do poder daqueles que nos ofendem e agridem. E isso se dá com tal desfaçatez que tudo está às claras. E a ironia é que estamos sempre votando nos mesmos que toda a vida vêm fazendo essa violência. E de forma totalmente descarada! E legal! Quando nos daremos conta de quem é quem para sabermos em quem votaremos para efetivamente nos representarem e nos defenderem?
Essa é a realidade do glifosato nos EUA. E também entender porque os estadunidenses procuraram se livrar de serem os donos da Monsanto e que a Bayer caiu como um 'patinho'. Ver-se que também pesa sobre a Monsanto, agora dos 'trouxas' alemães, os casos, históricos, dos PCBs -Ascarel no Brasil-. E da mesma forma, entender textos anteriores de norte americanos defendendo o glifosato e o ato administrativo de Trump de considerar o glifosato 'com total isenção de tudo'. E nós aqui no Brasil que usamos esse 'troço' em tudo que é beco? Nas marginas das rodovias, nos terrenos baldios e assim vai, o que estamos fazendo para protegermos nossa população totalmente ignorante em todos os assuntos que se relacionam aos agrotóxicos e domissanitários, além de produtos para os 'pets'?? Ah! e a 'cara de pau' do slogan. Perceberam?
Muito interessante essa entrevista. E destacamos a frase final em itálico. Nesse diálogo vemos como os 'cientistas' podem, mesmo sem se darem conta, demonstrar qual sua visão de mundo e muito mais de sua ética. A sociedade, não só dos EUA, mas do mundo, espera que um cidadão como esse, até por ter se projetado ao ter uma formação que pressupõe integridade, uma postura que deveria ser engajada na defesa da saúde de todos e não ser movido por seus interesses estritamente pessoais que acabam acobertando que defendem quem pode lhe fornecer vantagens econômico-financeiras. E é aí que está o valor desse material: desnudar esses 'isentos' cientistas que acabam engambelando todos os cidadãos planetários.
Sem dúvida um texto que demonstra como o pensamento conservador e comprometido com as corporações petroagroquímicas parte para defender um produto realmente venenoso. E mais, demonstra como a tal saída de usar herbicidas, no caso, é tão perigoso que ousa defender o glifosato ao acusar as outras opções mais terríveis ainda. Para contestar esse texto, basta ver o artigo publicado em nosso website: 'Sim, soja orgânica em grandes quantidades'. E para completar, ver o documentário também no site: 'Glifosato: povos e campos envenenados'. Com essas complementações, todo o argumento do autor, cai por terra!
Matéria que nos mostra uma pesquisa onde se combinam agrotóxicos, um herbicida, componente do agente laranja da guerra do Vietnã - 2,4-D, e um inseticida extremamente tóxico. E o fertilizante seria a vinhaça, resíduo orgânico que sobra a produção de cana de açúcar. Demonstra como a vinhaça por si só já um produto muito exigente para se decompor nos lençóis hídricos e torna-se mais tóxico com os resíduos dos dois venenos agrícolas. Insanidade e violência do agronegócio!