
Você sabe como é fabricada a margarina?
Nas prateleiras dos supermercados, a grande dúvida: o que passar no pão, manteiga ou margarina? A diferença básica entre as duas poderia ser resumida no ...
Matéria que mostra quão desconectadas estão as corporações que transformam resinas plásticas em embalagens. Como aqui no Brasil, existem muitas empresas pequenas e médias que têm essa função de fazerem embalagens para fornecerem aos grandes esquemas que agora dominam a área de alimentos ultraprocessados. E assim esses produtos estão sendo colocadas à disposição dos consumidores nas grandes empresas varejistas. Ou seja, aqueles que levam os consumidores a considerarem que os produtos apresentados estão ali como se fossem somente para eles e criam a ilusão de sua 'praticidade' e parecendo que o que é feito é para cada um deles, como se isso se tratasse de uma deferência.

Nas prateleiras dos supermercados, a grande dúvida: o que passar no pão, manteiga ou margarina? A diferença básica entre as duas poderia ser resumida no ...

Em 1521 ficaram prontas o que é considerado hoje o primeiro pedaço de legislação ambiental do Brasil – as Ordenações Manuelinas, ordenadas por D. Manuel ...
A realidade que todos nós fazemos questão não só de desconhecer, mas simplesmente rejeitar em nossos comportamentos cotidianos, está aí irrefutável. Talvez para nós, os adultos, os efeitos possam ser imperceptíveis, mas e as gerações futuras? Nunca esquecer que os plásticos jamais se degradarão aos seus elementos básicos, como acontece com as moléculas naturais, para que novas formas moleculares se formem. Ou seja, o que estamos descartado agora, quanto tempo, no futuro, ficarão circulando, e agredindo, todas as formas de vida?
Matéria que nos mostra como a ciência, com seus inquestionáveis talentos de criatividade, pode sim sair da tragédia, apresentada como inexorável, da dependência, no mundo moderno como está, e da escravidão às resinas plásticas sintéticas. Aqui demonstra como os laboratórios podem buscar alternativas em meios naturais. Claro que aqui não se está discutindo a ideologia do descartável e da visão de ciclo único para aquilo que é industrializado. Mas, mesmo que não esteja, é uma situação comportamental que não pode ser esquecida nem negligenciada.
Nem todos sabem que esse 'poliéster' reciclado abaixo citado, vem das garrafas 'PET' por ser a resina um poliéster como das roupas. Há pouco tempo aqui no Brasil apareceram as camisas 'ecológicas' porque teriam fios de algodão e poliéster de pet reciclado. A pergunta que se fez, foi: e quando envelhecer a camiseta, poderemos separar os dois fios, para reciclar novamente o poliéster e o algodão? E sempre ficava essa interrogação. Agora ainda deverá se acrescentar a questão das microfibras das camisetas 'ecológica'. Enfim, parece não haver alternativa. Sendo sintético quaisquer materiais, nunca a Vida vai poder reconhecê-las e por isso ficarão como resíduos gerando micro e nanoplástico ou micro e nanofibras. Todas as moléculas sintéticas são definitivamente 'antinaturais'. A única saída, ainda é a retomada de tudo o que natural. A não ser que todos viremos robôs!
Reflexões de jornalistas com história profissional ligadas à questão climática. Sem dúvida que a pergunta título da matéria é uma das mais fundamentais e importantes no descalabro planetário. E somente alguns se esbanjam dos esbulhos enquanto a acachapante maioria da população do Planeta, mesmo usufruindo das tecnologias dos muito ricos, fica na verdade com a amplitude dos prejuízos dessa realidade. É chegado o tempo dos espoliados terem a coragem de dizerem não para essas 'facilidades' geradas pelos egocratas.
Matéria que nos informa como um dos imensos icebergs da Antártica está em seu derradeiro tempo de vida. Interessante conhecer-se esse fato.
Importante matéria que, de forma didática e muito elucidativa, nos traz como a Austrália e muitos cientistas australianos e mesmo representantes dos povos originários, estão lutando e criando formas de manter vivo o fantástico conjunto de corais aos quais a Austrália tem sob seu cuidado. Mais importante ainda é mostrar como um país que recebeu do Planeta um tesouro para cuidar, toma atitudes. E aqui, no Brasil, com os tesouros que o Planeta colocou sob nossa responsabilidade, devastamos e destruiremos para frente! Que tesouros? Amazônia, Cerrado, Pantanal, Floresta Atlântica e tantos outros menos expostos do que esses, mas não menos fundamentais para a harmonia da Terra.
Informação que corrobora o quanto nossas ações, no nosso cotidiano, em comportamentos que parecem tão isolados e inconsequentes, afetam o futuro do planeta. Assim, ficamos como se nada houvesse e esperando que os grandes esquemas políticos, empresariais e econômicos, façam no macro, deixando de nos sentirmos responsáveis diretos pela manutenção de nossos comportamentos e transferindo todas as responsabilidades para as esferas mais amplas da humanidade.
Independente de quaisquer outros significados, essa aprovação pela CCJ da Câmara de Deputados, abaixo arrolada, mostra o que o supremacismo branco fundado na doutrina do fanatismo religioso e da exclusão pretensiosa, faz-nos retornar os fundamentos da ideologia do "Destino Manifesto", que foi moldado no século XIX, nos EUA. Era fragrante de que existiriam povos eleitos que tinham todo o direito de enxovalhar quaisquer outros fundamentos que não fossem os do evangelismo calvinista que acreditava que os descendentes do ingleses eram o 'povo eleito' por Deus. E daí justificou a invasão do oeste da América do Norte com o etnocídio dos povos originários. E é isso que se vê no fundamentalismo religioso atual no Brasil. Alguns se arvoram de serem os 'únicos' escolhidos por Deus e por isso teriam todos os direitos de execrar os 'infiéis'. Triste arrogância de acreditarem que poderia existir um 'deus' que teria tido o desfrute de escolher alguns dentre seus 'filhos', de serem os únicos 'eleitos'!
Muito estranha a decisão da Justiça Federal de MT quando não respeita o direito absoluto dessa etnia de querer ficar isolada, sem contato com aqueles que, há mais de 500 anos, estão até hoje ultrajando a decisão desses nossos compatriotas, de darem, de uma forma pacífica e determinada, um basta ao esbulho do supremacismo branco. Talvez se fosse a 'intromissão' de algum dos representantes dos povos originários que entrasse no espaço privado, ou 'furtado'?, por algum eurodescendente, a mesma Justiça do MT, teria o julgado como sendo um invasor. Ou não?
Matéria que demonstra a tristeza que vivemos em nosso país com pessoas que têm poder político, econômico e social, aliarem-se a políticos profissionais que têm como meta, furtar o patrimônio que é de todos os brasileiros. E são políticos que vem furtando e facilitando os desvios éticos, como fizeram e fazem o ex-capitão e seus aliados quando incentivaram diretamente o esbulho nacional. E pior, ele e seus asseclas têm tido a capacidade de influenciar uma, hoje imensa, parcela da sociedade que cega pelo fundamentalismo religioso, dá, inconsciente e ingenuamente, sustentação pelo voto, a essa estirpe de piratas de nossa própria terra.