Perda da araucária ameaça cultura indígena Kaingáng
Respeitar a vida, a cultura e a tradição dos povos originários de todo o nosso país é o mínimo, depois desses longos 500 anos de etnocídio. Todos são Brasil.
Respeitar a vida, a cultura e a tradição dos povos originários de todo o nosso país é o mínimo, depois desses longos 500 anos de etnocídio. Todos são Brasil.
Mesmo que sucinta, a matéria traz a realidade de como está o Brasil no momento. As comunidades dos 'parentes', dos povos originários, cada vez se tornam mais ativas, vivas e presentes no nosso cotidiano. Que belo, que linda oportunidade de acolhermos toda a diversidade de todos os tipos que abriga nosso país.
Krenak como sempre nos trazendo uma percepção de que países como o nosso esquecendo que não são caricaturas do eurocentrismo, poderiam viver mais felizes, harmônicos e integrados consigo, com os seres planetários e toda a Vida terrena.
Sempre é salutar retomarmos as ponderações do humano cidadão Noam Chomsky para revermos como cada um de nós acolhe seus irmãos originários que nos mostram como a relação com a Vida harmoniza nossa humanidade.
Importantíssima reflexão onde nos chama para sairmos da doutrina e da ideologia colonialidade que nos assola. Como? Com o repúdio a espaços do Brasil, mal tratados como 'vales europeus', 'Gramados' bem como valorização da 'arquitetura portuguesa' como se nossa fosse etc e tal. Além de eliminarmos as bandeiras de outros países, coladas nas traseiras dos carros para desprezarem os que lhes seguem. Por que? Por uma autodesprezo... não parece ser?
Será que irá ser esse o legado de todos nós que lutamos contra a ilegalidade dos garimpos, dos etnocídios, dos ecocídios, do desmatamento e da morte da Vida legaremos aos nossos descendentes? Somente um grito parado no ar? Um lamento que se esvai pela fumaça do fogo das queimadas?
Mais uma denúncia da mídia internacional, mostrando que os nossos 'empreendedores' do garimpo ilegal de ouro e outros minerais, exportam tudo! Entendem! Nada fica aqui, é tudo para o Império e a colônia continua de joelhos e os feitores, nascidos aqui e lá, ficam se lambuzando com a devastação étnica e ambiental.
Que honra termos ainda no seio de nosso País, nossos ancestrais guardiões milenares de nossa Terra. Cumprimentos a todos pela homologação e pelo reconhecimento da existência desses 'parentes' que protegem e se integram com nossa Grande Mãe Terra.
Incrível estarmos não só pensando em ir à Lua e à Marte enquanto nem conhecemos quem fomos e nem quem somos. E pior ainda, toda essa provável riqueza civilizatória está sendo destruída pelo agronegócio e pela ilegalidade do desmatamento e do garimpo predatório.
Em sequência ao belíssimo trabalho do jornalista inglês, já falecido, Adrian Cowell, agora é a National Goegraphic que mostra o que acontece hoje com os mesmo Uru-Eu-Wau-Wau, daquela década de 80. A ação criminosa é a mesma pela prática da ideologia dos governos supremacistas brancos e militares.