
As vítimas do agente laranja que os EUA nunca reconheceram
Imaginem que esse texto é sobre o Laos, vizinho do Vietnã. Ver o que ocorre hoje pela dioxina, aplicada há 50 anos atrás, na guerra ...

Imaginem que esse texto é sobre o Laos, vizinho do Vietnã. Ver o que ocorre hoje pela dioxina, aplicada há 50 anos atrás, na guerra ...

Por que matéria de 2018? Para relembrar a infertilidade masculina estar ligada aos disruptores endócrinos pelas fibras sintéticas das roupas até desportivas.
Notícia que nos coloca de sobressalto. Nunca esquecer o que aconteceu na Baia de Minamata, no Japão, nos anos 50, 60 e 70. Foi quando ocorreu a contaminação por mercúrio nos peixes dessa baia e que gerou muitas síndromes de retardo mental por essa contaminação. A fonte era uma indústria que produzia agrotóxicos e PVC. Infelizmente, talvez esse seja mais um fator que se agrega de que no Brasil a média do QI da população em geral gira entre 83 e 87 quando o normal deveria ser 100 a 110. Assim como Minamata, urge se identificar se é uma contaminação que vem da ressurgência das correntes oceânicas, típica da região de Cabo Frio, ou se a origem é de fontes industriais e mesmo agrícola que estejam em regiões próximas.
Importante se observar os órgãos que têm o compromisso de proteger a saúde pública, estarem numa cruzada de eliminar os engodos que a Big Food, ou seja, as grandes corporações de alimentos, vem impingindo à sociedade global. As corporações sempre procuraram, sutilmente, parecer que estavam simplesmente ampliando aquilo que nossos avós e pais, tiveram o privilégio de viver: com o alimento feito no aconchego dos lares e com produtos realmente saudáveis. Com a intenção de serem similar ao natural, criaram moléculas sintéticas que estão comprometendo nossos corpos. Outro aspecto importante da matéria é mostrar que dissociando certos aspectos, mesmo que de origem natural, da integridade do alimento de que são originários também podem não ser tão saudáveis como são quando estão integrados ao alimento original.
Material importante porque nos estimula e reforça a nossa necessidade absoluta de irmos definitivamente em busca de alimentos orgânicos e reconhecidamente naturais. Será importante que se acesse aos dois links que abaixo no texto, a tradução destaca. Com o conhecimento do que os links trazem, somente irá confirmar nossa veemente recomendação de se buscar alimentos isentos de quaisquer tipos de ações dos agrotóxicos sintéticos. Nunca esquecer que a maioria já são reconhecidos como disruptores endócrinos um dos fatores que alteram a harmonia dos organismos favorecendo o aparecimento de cânceres, por exemplo. Devemos estar cada vez mais estarmos alertas, face a toda essa devastação e contaminação ambiental que vivemos nos dias de hoje.
Mais uma matéria, agora da França, que nos alerta para o problema sério de saúde pública que geram os adubos solúveis. Aqui são os adubos químicos fosfatados contaminados originariamente com o metal pesado cádmio. Já o nitrato vem do adubo solúvel ureia, originário hoje em dia do petróleo. No caso do fosfato, temos no Brasil, a rocha ígnea de Araxá/MG que tem baixos níveis do metal pesado cádmio além de ser menos solúvel e daí liberando pouco no solo. No entanto, os que vem de Marrocos/África, de origem de rocha sedimentar têm níveis muito mais altos e mais solúvel no contato com a terra. Novamente destacamos como os adubos solúveis, juntamente com os agrotóxicos, são parte da doutrina do pós IIª Guerra da 'modernização da agricultura'. Cada vez fica mais explícito que ambos, agrotóxicos e adubos solúveis, são danosos para a saúde humana. Ou seja, tipo de doutrina onde o lucro está acima da produção, verdadeira, de alimentos saudáveis para as populações.
Iowa é o estado dos EUA maior produtor de milho, soja, suínos e ovos, estes dois últimos em sistema de confinamento de porcos em pocilgas e de aves em galpões e/ou gaiolas. É fundamental se ter conhecimento de que a doutrina da 'modernização da agricultura' sempre defendeu de que os adubos químicos solúveis não gerariam contaminações sobre as populações. E o 'agribusiness=agronegócio' é um método agrícola de depende não só dos agrotóxicos, mas dos adubos solúveis e das máquinas. Exatamente de acordo com a cartilha da 'modernização da agricultura' que privilegia os latifúndios com sua concentração de terras, a eliminação do trabalhador rural e todas as tecnologias que sejam dispensadoras de mão de obra. Além disso, com esse sistema agrícola, há a concentração da renda da agricultura nas mãos de poucos e de que o que plantam 'não é para comer -pelos produtores-, mas sim para vender -para os consumidores'. A visão da produção de alimentos deixou de existir. Tudo é negócio e qualquer custo! Exatamente o que está se fazendo no Brasil no centro oeste, no norte e no nordeste.
Deixamos uma pergunta no ar. Se essa síndrome que aparece em mulheres quando há um aumento do hormônio masculinizante testosterona, o que teria de interferência dos disruptores endócrinos que em sua maioria são estrogênicos? Será que havendo essa invasão de falsos estrogênios não estimularia, fisiologicamente, os corpos femininos, para manterem o mesmo grau natural na diferença entre estrogênio e testosterona naturais, 'necessitaria' então, para compensar, estimular maior produção de testosterona, naturalmente? E com isso passaria a ocorrer essa discrepância já que os níveis naturais de estrogênio continuariam os mesmo e agora os de testosterona não? Quanto ao aumento de testosterona pelas supra renais nos homens, também haveria interferência dos disruptores endócrinos?
Como estamos cada vez mais submetidos à presença de torres com suas radiações, e isso é por nossa livre escolha, mais estamos expostos aos seus efeitos danosos. Assim, essa realidade se soma aos conhecidos efeitos que os celulares, eles mesmos, causam aos nossos cérebros. A pergunta é: estamos dispostos a dar um basta a esse 'avanço' dessa tecnologia a qual ficamos completa e totalmente viciados e dependentes?
Como está sendo extremamente difícil um cidadão comum, primeiro reconhecer onde e depois quais são os disruptores endócrinos em sua vida cotidiana, poderemos ficar totalmente confusos. Assim, essa matéria nos traz uma opção imediata e possível para amenizarmos a presença dessas moléculas no nosso consumo diário. É importante irmos em busca de alimentos e produtos orgânicos e reconhecidamente feitos de produtos realmente naturais, para desta forma estarmos optando por algo que é realmente saudável e que nos protegerá, sem dúvida.
Matéria que nos traz informações básicas de como se dá a hiperplasia prostática. Por que essa informação é importante para todos os homens? Com a enxurrada de disruptores endócrinos que estão dia a dia invadindo nossos corpos de homens, já nos perguntamos como essas moléculas sintéticas podem interferir em nossa saúde? Pelos textos anteriores que publicamos, vimos como causam danos indeléveis e definitivos nos nossos embriões e fetos masculinos, mas e na nossa vida adulta? Também, ao vermos o documentário da Netflix, 'Detox de plásticos', constatamos como podem nos tornar, mesmo que provisoriamente, quando não fomos lesados para sempre, quando éramos embriões e/ou fetos, em nossa fertilidade. Mas o que sabemos quando temos baixas taxas de testosterona, mesmo não sendo idosos? Pelas informações de que os disruptores endócrinos são xenoestrogênios e/ou antiandrogênicos, temos que levar em conta que esses falsos hormônios agressores de nosso sistema hormonal, poderão estar nos lesando como se velhos fôssemos, muito antes da realidade cronológica. Daí nossa obrigação conosco mesmos, sempre atentos quanto à presença desses agressores. Só assim ser fundamental sabermos para termos uma vida saudável e inteira.
Depois de termos publicado o texto científico sobre a embriogênese, na roda de conversa feita nessa semana, procuramos esclarecer como os disruptores endócrinos, durante a gestação, podem comprometer completa e totalmente, vida saudável de homens quando chegam à puberdade e à adultez. Também anexamos um power-point feito por um dos participantes da conversa sobre o tema. Esperamos que todos possam ver, entender e com isso, tomarem decisões de como podemos e devemos respeitar o futuro mais saudável daqueles que ainda nem nasceram.