
Saúde: Substâncias químicas disruptoras endócrinas podem afetar a identidade de gênero?
Pelas informações que viemos tendo desde o início dos anos 90, do século XX, sobre os disruptores endócrinos, a humanidade não pode ficar estanque por ...
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Pelas informações que viemos tendo desde o início dos anos 90, do século XX, sobre os disruptores endócrinos, a humanidade não pode ficar estanque por ...

Por que matéria de 2018? Para relembrar a infertilidade masculina estar ligada aos disruptores endócrinos pelas fibras sintéticas das roupas até desportivas.
Percebe-se que entre os fatores está o contato com substância ambientais. Infelizmente isso está colocado de uma maneira muito ampla e nos impede de sabermos por onde poderemos estar sendo afetados. Aqui não há nenhuma citação dos disruptores endócrinos. Sabe-se hoje que essas moléculas estão presentes em muitos e muitos produtos de uso cotidiano podendo-se destacar os ftalatos, os bisfenóis, genericamente os agrotóxicos e outros. Se alguém estiver interessado sobre quais são cada uma dessas moléculas, viemos publicando em nosso website, há anos, o que são e onde estão. Se alguém quiser aprofundar, sugerimos a leitura do livro da cientista médica norte americana, Shanna Swan, 'Count down: how our modern world is threatening sperm counts, altering male e female reproductive development, and imperiling the future of the human race'. Pelo que consta ainda só está disponível em inglês.
Texto que nos mostra como o Hemisfério Norte, de onde vem prioritariamente, a prática de gerar os alimentos 'industrializados' está alertando a sociedade de que há um terrível engano nessa opção tecnológica de transformar alimentos em 'negócios'. Mesmo que aqui entre nós não haja um forte movimento com lá, podemos aprender com materiais como esse, o que fazer com nossas saúdes e de nossos descendentes.
Um material que no auxilia a rever nossas conexões diárias com utensílios e produtos que temos e que podem estar nos prejudicando por não termos informações de onde estão os chamados metais pesados.
IMPRESCINDÍVEL se ler essa matéria! Mostra a insanidade do que é o 'agribusiness' nos EUA e que, de forma trágica e dramática, os chamados produtores do 'agronegócio', ou melhor ogronegócio/agronecrócio, brasileiro imita e pratica a mesma doentia forma de produzir 'alimentos'. É impressionante o que estão fazendo com essa atividade indispensável, a agricultura, para a sobrevivência da humanidade. Da mesma forma como destaca como é a via com que esses 'alimentos' chegam a cada um de nós. Vê-se que a visão de mundo antropocêntrica, fundada no supremacismo branco, está trazendo uma maneira de considerar os seres humanos, além de todos os seres vivos do Planeta, reles objetos de lhes gerarem lucros incompreensíveis face a agressão inquestionável à Vida na Terra!
Um brado sem clemência quanto as malfadadas corporações dos 'alimentos ultraprocessados'. Denuncia em alto e bom tom de que essas entidades corporativas que desfrutam de lugares privilegiados em todos os fóruns, públicos ou privados do Planeta, são, na verdade, sedentas de lucro. E que isso, pode-se deduzir do texto, em forma de Editorial, da revista científica, respeitada no mundo científico, The Lancet, como um clamor para preservar a saúde da humanidade. Dentro da visão budista Tibetana, essas corporações nada mais são do que os insaciáveis e degradados Fantasmas Famintos. E na sua voracidade, estão consumindo todos os seus clientes que nada mais são do que cada um de nós, os consumidores planetários.
Matéria muito importante porque traz muitas e muitas informações que infelizmente já são conhecidas desde o início dos anos 90, quando a cientista norte americana, Theo Colborn, reúne um grupo especial de cientistas dos EUA e da Europa quando criam e lançam a expressão 'DISRUPTOR ENDÓCRINO' mudando todos os paradigmas da toxicologia moderna. Nascia toda a compreensão, por dados de pesquisas científicas, o que essa matéria nos traz, após quase quarenta anos! Mas antes tarde do que nunca. Mesmo que todas as gerações que nasceram nessas décadas, sofreram o lapso do desconhecimento dessa realidade como se vê no texto.
Nada mais dramático do que chegarmos somente agora, depois de 35 anos, que Theo Colborn, a quem homenageamos com nosso website, além de Ana Soto e tantos e tantos outros cientistas de todo o hemisfério norte, terem denunciado essas mesmas moléculas sobre os efeitos que só hoje se afirma como perigosíssimos. Nosso website vem há mais de 20 anos trazendo informações sobre esses disruptores endócrinos quanto aos seus efeitos malévolos. Infelizmente só neste momento com os resultados explícitos sobre nossas crianças, que o mundo científico reconhece o que há décadas. Triste!
Outra notícia estarrecedora! E o mais incrível é vermos nenês com celulares, inclusive 'brincando' e colocando na boca! Essa informação deveria ser imediatamente tornada pública para que todos os usuários e mais os pais que entregam celulares para seus filhos, desde a mais tenra idade, para terem condições de protegerem seus descendentes. No entanto, a irresponsabilidade dos gestores de todos os níveis de todos os países de todo o mundo, além de não terem ideia sobre esse fato, não têm buscado conhecer esses trabalhos científicos que tornam não só os celulares, mas os equipamentos wifi, interferirem na saúde neurológica de crianças e mesmo de embriões e fetos. Terrível não se fazer nada pelo que se vê no mundo real!
Crime! É o mínimo que podemos atribuir a presença desses venenos em brinquedos de nossas crianças! Se já havia dúvida de que essas moléculas eram venenosas, deveria ser lógico que jamais estivessem em brinquedos que até na boca os pequenos normalmente 'brincam'. Mas não! As empresas nem se preocupam de que o que usam nesses materiais 'poderiam' ser problemáticos. Então? Como não considerá-las criminosas?
Um panorama geral sobre essa doença que está cada vez mais assolando as sociedades mais impregnadas pelas tecnologias e pelos alimentos ultraprocessados, na maioria, contaminados com química sintética. As causas apresentadas nessa matéria, tornam o tema interessante, mas parece ser incompleto pela forte ausência de identificar os químicos modernos como suspeitos.