
Gráficos explicam a poluição de plásticos que ameaça a vida na Terra
Agora é inquestionável: a poluição de plásticos ameaça a vida na Terra. E o que fazer?
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Agora é inquestionável: a poluição de plásticos ameaça a vida na Terra. E o que fazer?

Ainda se posterga aquilo que já está mais do que conhecido como danoso. No caso dos materiais hospitalares, incluindo as UTIs, são feito, corriqueiramente de ...
Sem dúvida que o plástico trouxe um tipo de opção civilizatória que 'facilitou' muito a vida cotidiana e mesmo nos processos de produção industrial e agrícola. Porém, parece que uma nova visão civilizatória precisará surgir para que outros caminhos da humanidade possa levá-la a subsistir. E esse é o impasse. Qualquer alternativa que esteja dentro da visão de mundo atual, infelizmente parece fracassar porque é a visão de mundo o problema e não as tecnologias que nunca conseguem se dissociar dela. No entanto, temos muitas humanidades no planeta que estão à margem, ignoradas e mesmo desprezadas, por essa visão e que poderão ser a saída para a humanidade. Mas para isso o mundo supremacista branco eurocêntrico deverá renunciar definitivamente de seus valores antropocentristas. E esse parece ser o desafio do presente para se ter futuro. É nosso ponto de vista!
É óbvio o que essa pesquisa mostra. Os nanoplásticos sendo partículas extremamente pequenas torna-se evidente que não existem barreiras naturais que as impeçam de se imiscuir em todos os tecidos. Com essa constatação de que atravessam as barreiras fisiológicas das plantas que têm a função de proteger o conteúdo dos tecidos vegetais, coloca todas as vidas que se nutrem deles numa situação que parece ser trágica. Assim, de alimento as plantas passam a ser disseminadoras de contaminação das resinas plásticas. Jamais devemos esquecer que determinadas resinas já são por si só prejudiciais como o PVC, o estireno e o policarbonato. Agora não estamos somente sendo agredidos pela resina em si, mas por cada uma das moléculas que as compõem. O que está por vir é algo estarrecedor.
Estudo que coloca o onipresente PET como um produto perigoso, mesmo que não se fale nisso, pela presença desde o material original até o reciclado, quando exacerba os compostos orgânicos voláteis e pior, de ftalatos. Se o leitor estiver desinformado, acesso os links abaixo no texto, nossa tradução coloca em destaque. Será um favor para seus descendentes, principalmente os menores, se, como responsável pela saúde e bem estar deles, banir essa resina plástica de sua vida cotidiana.
Quando vai se juntando as 'histórias' que envolve a visão de mundo, pós Thomas Edson, fortemente plasmada nos EUA, a partir da metade do século XIX, constata-se que há um forte toque autofágico, exatamente por faltar nesta visão, em nosso ponto de vista, empatia, humildade, humanismo e um sentido de transcendência. E isso vem se avolumando de tal forma que o supremacismo que parecia ser somente branco, masculino e eurocêntrico, contamina todas as etnias, as culturas e os modo de vida e sentir em todo o planeta, em tempos atuais.
Para quem acompanha esse tema dos plásticos e dos disruptores endócrinos desde o início dos anos 90, essa matéria é no mínimo irônica ou mesmo cínica. Publicamos junto com outra matéria da SciAm, para se saber que ciência é essa. Vê-se que esta é de 2009, ou seja, 16 anos de hoje e ainda estamos falando a mesma coisa com as mesmas propostas alternativas. E enquanto isso crianças nascem, bebês se desenvolvem e crianças tornam-se adolescentes. E no entanto os efeitos sobre todas as gerações desde os anos 90 continuam a apresentar, muito além das pesquisas, todos os efeitos daquilo que 'ainda' precisa ser mais estudado. Crime conta a humanidade? No nosso entender: sem dúvida!
Está aí. A matéria da mídia inglesa, The Guardian, defendendo que se deve evitar os produtos sintéticos. E mais, recomenda no final, o consumo de alimentos orgânicos como opção mais inteligente e que pode preservar a saúde de todos. Infelizmente, as corporações e os órgãos oficiais que nos representam e que sustentamos não farão nada em nosso favor.
Quantos anos? 34 anos! Sim, esse é o tempo que essa molécula é conhecida como um disruptor endócrino. Ou seja, os disruptores endócrinos desajustam, desregulam, interferem, bloqueiam, mimetizam e assim por diante, toda a higidez fisiológica e orgânica de todos os seres vivos, através de sua falsa ação hormonal, destacando aqui os seres humanos. E mesmo com todas as pesquisas científicas inquestionáveis desde os anos 80 em diante, quanto aos efeitos sobre a vida planetária, ainda existem 'cientistas' que questionam as respostas que as gerações que nasceram nos últimos 50 anos vem sofrendo. E tudo isso corre impunemente. Fica claro que o lucro imediato e direto de algumas corporações e seus asseclas, está acima da vida de todos nós. Esse é o capitalismo sonhado por aqueles que o geraram? Nós colocamos essa incógnita no coração e mente de todos!
Interessante se conhecer o que se passa na mídia convencional dos EUA, sobre esse tema. E mais interessante é ver o relato de uma jovem que foi da Nova Zelândia para os EUA e quais são suas colocações.
Parece que além desta civilização ocidental que hoje sambarcou todo o planeta, ser autofágica, ou seja, suicida, também decide se inviabilizar ao tornar infértil os machos de todas as espécies. Quando vamos dar outro rumo às relações das corporações agropetroquímicas com a Vida do Planeta?
Conforme já se sabe há muitos e muitos anos, o monômero do polímero PS, é definido pela IARC/OMS como cancerígeno. Assim, não seria obviamente lógico que o polímero -PS-, sendo formado por milhares de monômeros -estireno-, também fosse cancerígeno? Mas como ninguém comercializada com a sociedade o monômero, mas sim o polímero, taxa-se o monômero e se isenta o polímero. Será que não tem alguma fumacinha de canalhice nisso aí? Ou é um exagero de nossa percepção?