Mais lidos da semana

Globalização (Pág. 1 de 55)

Globalização: Como impedir que o ChatGPT arruine sua maneira de pensar

O quanto essa belíssima criatividade humana não poderá como foi e tem sido com as moléculas artificiais, levar-nos a cair nessa louca viciante e aprimoradora queda em nossa preguiça e falta de autoconhecimento e novamente não nos tornarmos adictos e submissos? Terá a humanidade com seu QI caindo vertiginosamente como temos visto e publicado em nosso website, competência cognitiva para saber distinguir alhos e bugalhos?

Globalização: Os vencedores da guerra dos EUA no Irã – 41 magnatas da energia aumentam suas fortunas em US$ 23,5 bilhões

Quando levantamos a questão de que vivemos numa ditadura do supremacismo branco eurocêntrico, talvez muitos possam considerar que seríamos preconceituosos ou 'xenófobos'. Mas uma notícia como essa, no momento em que a humanidade sofre os devastadores efeitos dessa guerra avassaladora dos EUA contra o mundo, o que vemos? Exatamente o que essa matéria nos escracha na nossa cara, sem dó nem piedade. Vivemos ou não um crime contra a humanidade, indefesa e totalmente vulnerável nas garras desses abutres, no pior sentido?

Globalização: Trump arrecadou pelo menos US$ 2 bilhões após retornar à Casa Branca.

Essa é atual realidade de uma nação que sempre se jactou de ser formada somente de homens honestos, comprometidos com o bem da sociedade e etc. e tal. Mas vejam só que tipo de presidente a maioria do povo estadunidense escolheu para lhe levar em um período de democracia e de 'oportunidade para todos'. É uma vergonha para nós todos da humanidade estarmos convivendo com um ser desses num país com a prepotência que lhe deu todos os habitantes do planeta como se ali fosse o grande manancial de 'bravos Supermen'. Esse é o deboche para nós que abdicamos de nossa soberania por tipos como esse.

Globalização: Para entender a indústria do Holocausto.

Reflexões quase autobiográficas de um professor brasileiro sobre suas origens judaicas e suas percepções sobre o que está acontecendo hoje com o pensamento judeu e a realidade de Israel e seus vizinhos semitas. Para tanto usa como fundamento o livro 'A Indústria do Hoocausto: reflexões sobre a exploração do sofrimento judeu', de Norman Finkelstein. Faz uma análise profunda das implicações que constata existirem aqui no Brasil e no mundo pela predominância da doutrina do sionismo. Suas análises são contundentes. Para quem conhece o livro do prof. Ilan Pappé, 'Limpeza Ética na Palestina', fica-se estarrecido como, cada vez mais, existem análises de cidadãos judeus no mundo, que ratificam suas observações.

Globalização: “A paz exige justiça”

Uma entrevista contundente sobre uma realidade que assola todo o mundo pela carga de desumanidade que envolve a doutrina do sionismo que hoje tem dominado os povos semitas. Importante conhecermos como uma visão mundo se desumaniza e captura parte da sociedade planetária. Triste como um povo pode se transformar em algo inimaginável por seu fundamentalismo.

Globalização: Para escapar da razão eurocêntrica e suas ciladas

Reflexões importantes, mesmo que por vezes sua linguagem possa nos parecer exótica e extravagante já que muitas vezes não estamos alfabetizados em seu linguajar. No entanto, por menos capacidade cognitiva que possamos ter, podemos ver que outras humanidades são propostas e reconhecidas como as mais adequadas para a humanidade e não só a civilização ocidental, possa ter como saída para o drama de sobrevivência atual no Planeta. Vale a pena se aprofundar nessa 'aula' para que nossos corações e mentes vejam que ela está mais perto de nós, inclusive geograficamente, do que imaginamos.

Globalização: Além do Sionismo – a ruptura possível -3-

Último relato do professor Bruno Hendler, professor judeu da UFRGS, sobre suas percepções sobre a relação entre o Judaísmo e o Sionismo. Doutrina essa criada por judeus do leste europeu, ainda no século XIX, conforme nos informa o professor Ilan Pappé, em seu livro 'Limpeza Étnica na Palestina'. Nesse relato final, o professor paranaense de Relações Internacionais, nos traz todos aqueles que, como ele, professam a religião judaica, e que se posicionam, em várias partes do mundo, contra essa mistura entre a tradição judaica e essa nova doutrina e sua prática ideológica belicista, colonizadora e supremacista, do sionismo.

Globalização: Os judeus que dizem não ao sionismo -2-

Nesse segundo material do professor de Relações Internacionais da UFRGS, Bruno Hendler, nos relata sua experiência e conexão com o mundo judaico, incluindo suas interações com a sociedade de Israel. Bem como suas amargas percepções de como o Sionismo se espalhou pela sociedade judia do mundo e, por isso, ninguém consegue reconhecer que o estado de Israel foi fundado sobre os escombros do povo, do ambiente, da cultura e da humanidade do povo palestino. Triste realidade que nos traz tanto o entendimento como o reconhecimento do considerado por muitos no mundo, como um genocídio desse povo praticado pelo presidente Netanyahu, em nome do povo judeu. Situação que se mantém escondida da população global.

Globalização: Os judeus que dizem não ao sionismo -1-

Hoje estamos publicando em três partes importantíssima partilha do professor paranaense, agora ministrando na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Bruno Hendler, sobre o grande emaranhado do judaísmo e do sionismo. Nessa primeira parte, relata a vida de um menino e jovem judeu, que viveu dentro da sociedade judia de Curitiba. Vale se perceber como a doutrina do Sionismo, baseada numa ideologia de dominação da região da Palestina, desde o final de século XIX, conforme nos relata o professor judeu Ilan Pappé, em seu livro, em português, 'Limpeza Étnica na Palestina'. Imperdível leitura de um livro icônico, pela historiografia com documentos verídicos onde se constata a trágica visão de mundo do Sionismo.

Globalização: Antissionismo e Antissemitismo: distinções didáticas

Nos tempos de extravagâncias de Netanyahu quanto à limpeza étnica dos palestinos, está ficando cada vez mais explícito, por várias fontes de várias origens que há um projeto político que já existe há mais de 100 anos. Projeto que se autodenomina de 'sionismo'. E ele gerou uma doutrina e consigo uma ideologia de domínio de toda a Palestina. Assim, o que está ocorrendo hoje é só a sequência de uma determinação de levar o estado de Israel a assumir toda a região. O atual genocídio, tragicamente, está seguindo à risca a doutrina sionista.