
Globalização: Supremacistas brancos adoram o novo filme de Armie Hammer.
Dramático o ponto em que a humanidade chega com essas ações supremacistas, islamofóbicas e vingativas. Como harmonizar essa riqueza da diversidade e excluir essa obsessão ...
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Dramático o ponto em que a humanidade chega com essas ações supremacistas, islamofóbicas e vingativas. Como harmonizar essa riqueza da diversidade e excluir essa obsessão ...

Mais uma demonstração da excrescência que o capitalismo mais cruel, absolutista e imperial alcança. Vemos nessa matéria onde os valores de uma corporação do mundo ...
Interessante matéria porque desmistifica alguns aspectos da sociedade estadunidense que, às vezes, são erradamente fantasiados por uma bela parcela dos que não são dos EUA.
Dramática discrição do que vivemos atualmente com os 'donos' das Big Techs, muito mais do que os 'meritocratas' que geraram as atuais corporações da Big Oil e outras. O mundo de agora é uma retorno milenar aos imperadores, não mais de nações, mas de empreendimentos privados e autônomos, além de plenipotentes. Tempos obscuros, sem dúvida.
Chegamos sim, como humanidade e não um recanto qualquer como foi com Luís XIV, na França, onde ele simplesmente disse: 'La loi c'ést moi', ou seja, 'a lei sou eu'. Agora 'I am the corporation', ou seja 'a corporação sou eu'. E assim aportamos no ápice de um novo píncaro do capitalismo mais egóico e avassalador jamais imaginado. Só isso. Ao se ler a análise do comentarista se fica perplexo pelo absolutismo que um indivíduo como Musk alcança, deixando-nos, o restante da humanidade, totalmente acorrentados nessa opção civilizatória. Futuro? Quem poderá imaginar?
O quanto essa belíssima criatividade humana não poderá como foi e tem sido com as moléculas artificiais, levar-nos a cair nessa louca viciante e aprimoradora queda em nossa preguiça e falta de autoconhecimento e novamente não nos tornarmos adictos e submissos? Terá a humanidade com seu QI caindo vertiginosamente como temos visto e publicado em nosso website, competência cognitiva para saber distinguir alhos e bugalhos?
Quando levantamos a questão de que vivemos numa ditadura do supremacismo branco eurocêntrico, talvez muitos possam considerar que seríamos preconceituosos ou 'xenófobos'. Mas uma notícia como essa, no momento em que a humanidade sofre os devastadores efeitos dessa guerra avassaladora dos EUA contra o mundo, o que vemos? Exatamente o que essa matéria nos escracha na nossa cara, sem dó nem piedade. Vivemos ou não um crime contra a humanidade, indefesa e totalmente vulnerável nas garras desses abutres, no pior sentido?
Essa é atual realidade de uma nação que sempre se jactou de ser formada somente de homens honestos, comprometidos com o bem da sociedade e etc. e tal. Mas vejam só que tipo de presidente a maioria do povo estadunidense escolheu para lhe levar em um período de democracia e de 'oportunidade para todos'. É uma vergonha para nós todos da humanidade estarmos convivendo com um ser desses num país com a prepotência que lhe deu todos os habitantes do planeta como se ali fosse o grande manancial de 'bravos Supermen'. Esse é o deboche para nós que abdicamos de nossa soberania por tipos como esse.
Reflexões quase autobiográficas de um professor brasileiro sobre suas origens judaicas e suas percepções sobre o que está acontecendo hoje com o pensamento judeu e a realidade de Israel e seus vizinhos semitas. Para tanto usa como fundamento o livro 'A Indústria do Hoocausto: reflexões sobre a exploração do sofrimento judeu', de Norman Finkelstein. Faz uma análise profunda das implicações que constata existirem aqui no Brasil e no mundo pela predominância da doutrina do sionismo. Suas análises são contundentes. Para quem conhece o livro do prof. Ilan Pappé, 'Limpeza Ética na Palestina', fica-se estarrecido como, cada vez mais, existem análises de cidadãos judeus no mundo, que ratificam suas observações.
Uma entrevista contundente sobre uma realidade que assola todo o mundo pela carga de desumanidade que envolve a doutrina do sionismo que hoje tem dominado os povos semitas. Importante conhecermos como uma visão mundo se desumaniza e captura parte da sociedade planetária. Triste como um povo pode se transformar em algo inimaginável por seu fundamentalismo.
Reflexões importantes, mesmo que por vezes sua linguagem possa nos parecer exótica e extravagante já que muitas vezes não estamos alfabetizados em seu linguajar. No entanto, por menos capacidade cognitiva que possamos ter, podemos ver que outras humanidades são propostas e reconhecidas como as mais adequadas para a humanidade e não só a civilização ocidental, possa ter como saída para o drama de sobrevivência atual no Planeta. Vale a pena se aprofundar nessa 'aula' para que nossos corações e mentes vejam que ela está mais perto de nós, inclusive geograficamente, do que imaginamos.
Último relato do professor Bruno Hendler, professor judeu da UFRGS, sobre suas percepções sobre a relação entre o Judaísmo e o Sionismo. Doutrina essa criada por judeus do leste europeu, ainda no século XIX, conforme nos informa o professor Ilan Pappé, em seu livro 'Limpeza Étnica na Palestina'. Nesse relato final, o professor paranaense de Relações Internacionais, nos traz todos aqueles que, como ele, professam a religião judaica, e que se posicionam, em várias partes do mundo, contra essa mistura entre a tradição judaica e essa nova doutrina e sua prática ideológica belicista, colonizadora e supremacista, do sionismo.