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Globalização: A lógica econômica dos genocídios

Lúcida defesa feita pelo economista grego Yanis Varoufakis onde demonstra como a ideologia do supremacismo branco eurocêntrico se materializa pelo mais vil e cruel capitalismo individualista e totalmente anti-alteridade. Todos são seus meios de manter seu poder econômico que financia uma visão de mundo extravagante e supérflua, através da exploração das diferenças, incentivadas e incrementadas, desde que forneçam o capital para manutenção da fantasia individualista e egocêntrica dos Impérios que continuam sempre Coloniais.

Globalização: Ecos do terror eurocêntrico

Texto duro ao desnudar a verdadeira ideologia que move o pensamento e o sentimento do supremacismo branco que foi gerado, a partir dos séculos XIV e XV do âmago dos Impérios Coloniais Europeus. Hoje ele está enraizado em etnias diversas em todo o Planeta. Triste porque foi a exacerbação do egocentrismo fundado num individualismo totalmente anticristão, por exemplo, que sempre privilegiou no discurso o reconhecimento da alteridade e dos mais desvalidos. Mas na prática a ação tem sido exatamente o contrário, mesmo com as palavras e os discursos humanitários e inclusivos. Mas essa máscara, para a libertação plena de toda a humanidade, deve cair e o resto da população global com outras humanidades, possa se mostrar e abrirmos outros caminhos para cada um e todos nós.

Globalização: Por que monotonia alimentar pode exacerbar a fome global

Realidade que já se mostrava lá pelos anos 80 quando começava a surgir a biotecnologia como a nova face da mesma 'revolução verde' dos anos 50 com toda a 'modernização da agricultura' para, cinicamente, 'acabar com a fome do mundo'. E, em lugar de se buscar valorizar todas as formas de produzir alimentos para todos, o impulso de toda ordem, econômica, política e tecnológica, fixou-se nas monoculturas com imensas propriedade, todas mecanizadas e com somente algumas culturas, predominantemente no que hoje chamamos de 'commodities'. Ou seja, mercadorias que serão transformadas por meia dúzia de corporações da Big Food. No entanto, nunca o alimento virou uma grande fonte de doenças em vez de acabar com a fome. Agora com as mudanças climáticas geradas também pelo agronegócio, a agricultura dos tempos atuais, aquelas 'culturas salvadoras' estão em perigo nunca imaginado. O que fazer quando, como o Brasil, somos, toda a humanidade, escravos dessa nova ditadura do negócio no campo?

Globalização: Eles estão fazendo com a América o que fizeram com o cristianismo.

Uma longa reflexão sobre como o cristianismo norte americano vem se tornando em uma prática que, conforme o entendimento do autor, se distancia da verdadeira mensagem de Jesus Cristo. Por que essa matéria é interessante de nós brasileiros conhecermos? Porque as novas formas do evangelismo no Brasil demonstra ter as mesmas características citadas no texto. É muito mais um fundamentalismo ideológico que usa a doutrina cristã para outras visões de mundo do que seguir a essência da mensagem deixada por Jesus Cristo, de acordo com as percepções do autor.

Globalização: O 1% mais rico abocanhou 41% da riqueza criada desde 2000; os 50% mais pobres, apenas 1%

O escárnio está escrachado. Somos uma humanidade completamente dispare em termos de conexão entre os concidadãos planetários. Então, haver revoltas e rebeldias entre todos os povos, não pode nos causar estranheza. É urgente que haja uma nova ordem entre os ditos humanos. Essas excrecências político-econômicas são ética e moralmente inaceitáveis. No entanto, como que essa realidade pode ser transformada sem violências e morticínios? Essa é a questão que nos move em todos os sentidos, sejam ecológicos, sejam climáticos, sejam econômico-financeiros e de convivência saudável entre todos nós. Sem dúvida que estamos perdidos e a luz no final do túnel está mais para quimera do que real. Triste humanidade, tão desumana!

Globalização: Presidente da Heritage Foundation apoia conversa de Tucker Carlson com um nacionalista branco negacionista do Holocausto.

Notícia que mostra nas mãos de quem o povo norte americano está. Se Trump está baseado, nessa sua nova gestão, no Projeto 2025 da Heritage Foundation, pode se ver quem faz os verdadeiros bastidores de sua gestão. A extrema direita representada efetivamente por essa fundação e no governo Trump, é importante vermos como essa realidade se espraia pelo Brasil com os adeptos do bolsonarismo e seus asseclas. Olho vivo e muita informação é fundamental para não permitirmos que essa visão de mundo, totalmente paranoica, não respingue entre nós.

Globalização: Estamos vivendo uma era de ouro de estupidez?

E então, o que fazer com essas tecnologias que são dirigidas e controladas para um fim ideológico e não como mais um passo de avanço para a humanidade? Esse tempo já está aí e, com foi esclarecido pela matéria, não estamos preparados para nos distanciarmos e termos um senso crítico para, com liberdade intelectual e cognitiva, podermos acolher ou rejeitar o que as máquinas nos impõem. Esse é o futuro que estamos legando para os que vierem depois de nós.

Globalização: O impacto da sua alimentação no planeta depende de onde você mora.

Importante material para nos informar como a nossa individualidade do presente não pode ignorar a coletividade do futuro. Mesmo que um dos citados não considere 'as mudanças climáticas uma prioridade máxima', não podemos como cidadãos transferir essa prioridade para os governos, as corporações e os industriais. Eles só existem e fazem o que fazem como tal em função da nossa ação pessoal como consumidores. Sim, deve ser prioridade máxima para cada um e todos os agentes sociais de hoje para um mundo saudável para quem vier depois de nós. Esse é o nosso ponto de vista!

Globalização: Assim o dinheiro pode ser um Comum

Uma tese interessante que se aproxima da visão de mundo dos povos originários do Brasil. Como? Assim como para os nossos irmãos/parentes originários nós somos Seres Coletivos, por que não incluir entre os 'seres não-humanos', o 'dinheiro'? Pela tese do economista grego, todos poderíamos compartilhar do 'banquete' que hoje só aqueles que estão no 1% da humanidade se refestelam com e nele? E como os nossos compatriotas originários, teríamos sempre a partilha da 'caça, da pesca e da colheita', entre todos os 'irmãos/parentes' de todas as tradições e culturas planetária, desse bem 'Comum' que toda a humanidade gera conjuntamente. Que avanço humano, hein?