
Trecho do deserto do Atacama vira cemitério tóxico da moda descartável
Mais um foco global que demonstra o desrespeito global onde os problemas nos países ricos não ficam com eles. Simplesmente são terceirizados!
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Mais um foco global que demonstra o desrespeito global onde os problemas nos países ricos não ficam com eles. Simplesmente são terceirizados!

Informação que torna mais clara a violência da presença desses perfluorados em todos os ambientes e nós, os consumidores e outros seres planetários, não temos ...
Definitivamente estamos vivendo um impasse, conforme o autor dessa matéria, ao tratar sobre IA. As proposições que faz para superar os grandes dramas que a humanidade está em vias de viver, são incrivelmente imensas quando estamos coabitando com os poderosos que dominam essa tecnologia. Se tivermos um pouco de amor ao futuro do que viverão cotidianamente com essa tecnologia, precisamos nos apropriar desses alertas feitos por pessoas que estão imersas nesse mundo, para coletivamente, buscarmos alternativas que não a exclui, mas a democratizem. Sem a população global assenhorada de sua força coletiva, não serão os donos dela que farão. Muito menos os políticos e os tribunais de todo o mundo. Não terão forças para enfrentarem sozinhos esses 'monstros'.
Texto por demais importante para ser ignorado. O autor, de maneira precisa e direta, nos traz constatações que se tornam estarrecedoras, quando estamos lépidos e faceiros com a IA, porque ingenuamente, como cidadãos comuns, estamos muito longe dos bastidores dos aspectos por ele levantados aqui. Não podemos mais ficar contemplando e, ingenuamente, acreditando somente de que todos teriam boas intenções. Infelizmente neste mundo imerso nesse capitalismo e supremacismo branco, cruéis e egóicos, em honra a nossos descendentes, temos que estar despertos e na espreita.
Uma matéria cheia de questionamentos feitos por um experiente jornalista inglês quando se defronta com todas as maravilhas e os entraves da IA. Por isso, meio sem ter ainda saídas, se pergunta como viverão as novas gerações com esse tecnologia que, avassaladoramente, está nos fazendo sucumbir aos seus 'encantos'. Mas, não pode deixar de se perguntar de como se viverão os novos habitantes plantários num futuro não muito distante.
Reflexões de um professor de Oxford sobre os vários momentos da Igreja Católica sobre as ciências, hoje centrada na IA. Vale como uma referência sobre esses novos tempos. Ressalte-se o contraste entre as falas dos donos das Big Techs e o posicionamento do atual Papa, nascido nos EUA, mas que tem demonstrado estar muito mais inclinado para a justiça social em todas as áreas por onde a humanidade vem transitando. Segue, neste aspecto, todos os legados do Papa Francisco que firmou a Igreja ser conectada com todas as etnias planetárias e assim com toda diversidade da humanidade.
Frente à IA, que caminhos pedagógicos seguir? Essa matéria, mesmo que superficial, nos mostra algumas reflexões. E com a chegada de forma avassaladora dessas novas formas da tecnologia se impor, outros caminhos serão necessários. E a autora nos traz alguns.
Como viemos destacando, essa matéria confirma a percepção que não é só de nosso website. Estamos sim diante de um grupo de pessoas, os grandes proprietários e donos da todas as Big Techs que agora dominam a humanidade, que realmente estão impingindo uma visão de mundo totalmente 'fora desse mundo'. E mais terrível é que são eles, através de seus meus de comunicação e com seu poder, fantástico, do poder econômico de nossos tempos, que estão literalmente formatando todas as mentes e corações das gerações que construirão o futuro bem próximo. Dias sombrios se descortinam na frente de cada um e todos nós.
Uma reflexão sobre o porquê de tantos jovens em várias partes do mundo estão escolhendo movimentos de extrema-direita. Como uma reflexão, abre-nos mais um caminho para repensarmos a intencionalidade dos jovens que acabam vendo nesses movimentos, algo que lhes mobiliza para uma mudança. E nessa ânsia de mudança muitas vezes, pelo que se constata na matéria, talvez não lhes permitam porque caminhos, nos seus aspectos mais profundos, estejam nesse trilhar.
Como já viemos pautando, os 'donos' das mídias das Big Tech, sem dúvida, que imprimiriam em suas redes, suas visões de mundo, suas vicissitudes e idiossincrasias em suas plataformas. E isso dentro do atual momento da humanidade onde a 'propriedade privada' é um 'direito sagrado', mesmo que estejam num empreendimento público, seus 'proprietários' podem agir como se estivessem numa 'capitania hereditária/encomiendas' que se instauram na invasão dos continentes planetários pelos europeus, desde o século XV. Ou seja, eles têm pleno direito, sob os espaços físicos, sociais, humano e/ou intelectual que são, inquestionavelmente, da humanidade, de fazerem o que quiserem, sem dar satisfação a ninguém. E é isso que está acontecendo, dentro desta mesma ideologia do capitalismo, com todas as mídias. E nós os tais cidadãos planetários devemos acolher como viemos fazendo com a agricultura, com as extrações minerais, com as florestas, com a criação de animais e mesmo com todos os povos originários e até com nossos filhos e filhas, além de nossas 'mulheres' e servidores.
Nesta matéria pode-se observar como um processo que tinha algum idealismo hoje transforma-se numa máquina onde as idiossincrasias dos tecnocratas se explicitam em relação ao poder econômico, à ganância e às expressões egoicas. Sempre lembrar que esse é o cadinho onde as tecnologias que nos envolvem e dominam, são geradas. E levam, obviamente, as vicissitudes dos seres humanos que as compõem.
Reflexão desse experiente jornalista inglês que nos coloca frente a frente com uma realidade quase intangível de nossos dias. Aqui está uma afirmativa de um dos fundadores do facebook que diz, com a maior desfaçatez, que sim, os 'homens' das Big Techs sempre souberam que estavam criando um processo viciante. E ponto final! No exato dia de hoje, 19.02.26, Zuckerberg depôs frente a um tribunal em LA/CA, exatamente sobre esse tema. É evidente que irá contestar seu ex-colega. Mas mesmo que dissesse a verdade, iria adiantar? O processo é diabólico, no sentido de algo que gera separatividade, e dantesco, por ser ainda incontrolável. Assim, a pergunta é: o que fazer se nós, individual e coletivamente, é que sustentamos com o nosso olhar, direto ao coração e a mente, o 'ópio' dessas mídias anti-sociais? Somos nós que devemos nos autoeducar para abdicar. Outro caminho, mesmo com a sua restrição, abrirá as portas do mundo escuro e fugidio do 'proibido'. Não assim que fazemos com os nossos outros vícios?