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Casca de banana pode descontaminar águas poluídas com pesticida, diz pesquisa da USP.

Um estudo da USP identificou que a casca de banana pode ser utilizada no tratamento de água contaminada pelos pesticidas atrazina e ametrina. Pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) fizeram testes com amostras coletadas nos rios Piracicaba e Capivari, no interior do estado de São Paulo, que comprovaram a absorção de 70% dos químicos pela casca. Embora ainda não comprovada a toxicidade desses pesticidas em seres humanos, a utilização de ametrina é proibida nos Estados Unidos por ter provocado mutação em espécies aquáticas.

Aos teus 241 anos, ai de ti Porto Alegre que matas os Profetas!

"A um povo da rua, constituído basicamente de carroceiros, carrinheiros e catadores, a lei Lula dá absoluta prioridade ao povo da rua, nos trabalhos de fazer coleta seletiva de resíduos sólidos. Não importa se o recipiente coletor é um cesta, uma caixa, um carrinho de mão, um triciclo, um carrinho de tração humana ou se é uma carroça de tração animal", escreve Antonio Cechin, irmão marista e militante social.

Alimentos para comer ou jogar fora?

“O desperdício alimentar tem diversas causas e responsáveis, mas, basicamente, trata-se de um problema estrutural e de fundo: os alimentos se tornaram mercadorias de compra e venda e sua função principal, nos alimentar, ficou em segundo plano”. O comentário é de Esther Vivas ( em artigo publicado pelo Público, 01-01-2013.

Peixe de Fukushima continua impróprio para consumo.

Os peixes do litoral da Província de Fukushima - região atingida por terremoto, tsunami e acidente nuclear em março do ano passado - continuam apresentando níveis de radioatividade que os tornam impróprios para o consumo, de acordo com as rígidas normas de segurança estabelecidas pelo próprio Japão. A situação dos peixes é sinal, segundo artigo publicado hoje na revista Science, de que a usina nuclear continua a vazar contaminantes radioativos no oceano.

Manifestantes denunciam Petrobras por despejo de resíduo tóxico no mar.

Manifestantes fizeram um ato público ontem (2) em frente à sede da Petrobras, no centro do Rio de Janeiro, para denunciar a estatal pelo lançamento no mar de resíduo tóxico gerado pela extração de petróleo e gás. A campanha, denominada Água Negra Não, contou com integrantes de movimentos sociais, pescadores artesanais e comunidades impactadas pela indústria do petróleo.