
Seja feita a vossa vontade: a guerra santa do Brasil
Texto com um ano, 10/18, mas que dá uma visão dos movimentos geopolíticos dos poderes econômicos norte americanos no Brasil.
Confira tudo em Globalização, paginado em ordem cronológica descendente, e filtrado, caso use a busca abaixo específica da categoria.
Texto com um ano, 10/18, mas que dá uma visão dos movimentos geopolíticos dos poderes econômicos norte americanos no Brasil.

Quando em nosso website tratamos o capitalismo como uma visão de mundo cruel, indigno e, pelo que se vê abaixo, criminoso, pode causar um certo ...
Nesta matéria pode-se observar como um processo que tinha algum idealismo hoje transforma-se numa máquina onde as idiossincrasias dos tecnocratas se explicitam em relação ao poder econômico, à ganância e às expressões egoicas. Sempre lembrar que esse é o cadinho onde as tecnologias que nos envolvem e dominam, são geradas. E levam, obviamente, as vicissitudes dos seres humanos que as compõem.
Reflexão desse experiente jornalista inglês que nos coloca frente a frente com uma realidade quase intangível de nossos dias. Aqui está uma afirmativa de um dos fundadores do facebook que diz, com a maior desfaçatez, que sim, os 'homens' das Big Techs sempre souberam que estavam criando um processo viciante. E ponto final! No exato dia de hoje, 19.02.26, Zuckerberg depôs frente a um tribunal em LA/CA, exatamente sobre esse tema. É evidente que irá contestar seu ex-colega. Mas mesmo que dissesse a verdade, iria adiantar? O processo é diabólico, no sentido de algo que gera separatividade, e dantesco, por ser ainda incontrolável. Assim, a pergunta é: o que fazer se nós, individual e coletivamente, é que sustentamos com o nosso olhar, direto ao coração e a mente, o 'ópio' dessas mídias anti-sociais? Somos nós que devemos nos autoeducar para abdicar. Outro caminho, mesmo com a sua restrição, abrirá as portas do mundo escuro e fugidio do 'proibido'. Não assim que fazemos com os nossos outros vícios?
Ponderações imprescindíveis quando se toma conhecimento quem são os grandes donos das Big Techs. Os materiais que temos acesso sobre os comportamentos, as visões de mundo e as ações desses senhores, o mínimo que deveríamos ficar era temerosos e sinceramente preocupados sobre o que eles serão capazes de fazer com nossas vidas em suas mãos!
Uma matéria que nos traz um questionamento por demais fundamental. Algo que não se vê sendo ventilado pela grande mídia nacional. A questão aqui proposta é sobre suficiência. Ou seja, qual o limite do bem viver, com os limites da racionalidade para que todos nós, os habitantes desse planeta, realmente possamos viver hoje com sustentabilidade. Conceito esse que foi apropriado pelas grandes transnacionais para continuarem, ao adjetivarem o desenvolvimento de nossas vidas permita, enganosamente, de forma que continuem fazendo o que sempre fizeram. Sempre sem limites e infinitamente. Mas a grande dúvida é: quem e como se definirá, social e coletivamente, quais são esses limites. Tanto para os indivíduos como para todos os organismos privados e públicos. Essa é a derradeira questão.
Publicamos o presente texto, um ano após a eleição de Trump, para mostrar como neste período, não praticou um estelionato eleitoral. Ele está cumprindo na prática os termos tanto do já conhecido 'Projeto 2025', como o do "Destino Manifesto', quando se consolidou, a partir da metade do século XIX, a ideologia do supremacismo branco eurocêntrico. E daqui para frente, talvez muito dessas duas ideologias, se aprofundarão nas relações dos EUA com o mundo.
Abaixo transcrevemos totalmente o material publicado pela Heritage Foundation sobre o Projeto Esther para que cada um possa lê-lo. Assim, poderá tirar suas próprias conclusões após as observações feitas pelo Dr. Celso Pinto Melo, quando fundamenta sua avaliação sobre todos os aspectos que hoje vivemos e que tiveram sua base na doutrina do Destino Manifesto, do século XIX, criado nos EUA.
Análise direta e precisa do que o governo Trump está fazendo, primeiro para o próprio EUA, e em segundo no que se transformou o país em suas relações com o mundo global. Nunca esquecer que Trump está administrando os EUA seguindo quase que à risca os termos do Projeto 2005. Foi elaborado por um grupo de próceres conservador fundamentalista do mundo político e econômico norte americano. O que está previsto no documento é o que se plasma com toda prática cotidiana do estafe do governo Trump. Quem viver, verá o que aqui está expresso.
Matéria da mídia convencional dos EUA, New York Times. Impressionante como um povo que se autoproclama democrata, vota e elege uma figura dessas que, além de sua falta de escrúpulos e ética pessoais, está minando a própria democracia norte americana, com seus 'decretos' nada éticos. Enfim, essa pode ser a derradeira temporada global de mais um império que sobrevive e sobreviveu, sem dúvida de suas qualidade, mas prioritariamente da exploração do Planeta e de das nações.
Material importantíssimo da ONU e que nos faz lembrar do honrável e saudoso José Lutzenberger que ainda nos anos 80, foi um crítico agudo dessa forma de avaliar o crescimento econômico das Nações. Sempre mostrou que era uma visão obtusa e profundamente injusta e totalmente desumana. Assim, esses próceres da economia mundial, sob o manto da ONU, fazem uma avaliação sobre o equívoco desse parâmetro tal globalizado e que se chama PIB/Produto Interno Bruto. Nosso website louva essa ação para corrigir esse equívoco. Sugerimos que todos nos apropriemos dessa comissão e que esse erro seja corrigido o quanto antes!
Interessante como somos paradoxos! Como existira um deus que impediria que milhões de seres que viveram em dois mil anos já que todas as verdades estão limitadas ao que foi dito e escrito em livros que foram tornados públicos há dois milênios. Não seria um aspecto estranho milhares de seres não 'conhecerem' nem serem 'tocados' por absoluta falta de acesso a esses livros e a toda essa 'verdade'? Com essas inquietações, nosso website traz essa realidade que hoje não é só norte americana. Muitos outros países estão também infiltrados por esses paradoxos humanos.